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NAVEGAR É PRECISO!



Que bom seria se pudéssemos navegar
Do Marajó das Florestas até Belém
(E vice-versa) em nossas redes a surfar
Na internet sem pagar mais um vintém.

Então o slogan (que até hoje só é H)
"Conforto e Segurança" cairia bem
Porque então estaríamos a velejar
Com verdadeiro conforto, e sem desdém.

"Navegar é preciso!" é frase antiga
Que ao espírito aventureiro se mistura
Do povo marajoara que sonhando vai

Com uma viagem mais tranquila, mais amiga.
Ah! Quem nos dera gozar dessa aventura
De em nossos barcos e navios ter um wi-fi!
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MINHA FEBRE E PERDIÇÃO



Ao lado da palmeira (sem alarme)
Com a natura em perfeita simbiose
A sorrir, espontânea, para a pose
Eis bela dama cheia de graça e charme!

Embora seja o verso meu adarme
Não é preciso que seja virtuose
O fotógrafo para, num só close,
Captar-lhe da beleza todo o carme.

Linda como um verso de Neruda
E trajando blusa preta e bermuda
Ela esbanja ternura e sedução...

Tomara! Tomara-que-caia essa blusa
E eu veja toda a pureza obtusa
Desses seios - minha febre e perdição.
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SONETO A UMA MISTERIOSA DAMA




Tu és e sempre foste um belo sonho
Desses que ficam só na fantasia;
E trêmula passaste!... Todavia,
Ficaste no soneto que componho

Com um verso comovido e tristonho
Que até a alma mais sensível arrepia;
Tal qual reflete do rio a maresia
O luar misterioso e risonho...

És tão bela, tão meiga e natural
Que dir-se-ia não seres só o meu fanal,
Mas a Virgem Imaculada, a Santa!

E, aos teus pés, deposito insepulto
Todo o meu triste amor, todo o meu culto
Ó magna musa que o meu estro canta!
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SONETO A UMA ELEGANTÍSSIMA DIVA



Tendo nas mãos um guarda-sol dourado
Junto à estátua do poeta Ruy Barata
Ela senta-se, espontânea, e desata
Um sorriso ao transeunte inebriado

Que pára pra fitá-la ensimesmado
Com beleza tão marcante, tão inata;
No rosto, o meigo resplendor de prata
Da lua cheia - reflexo enamorado!

O porte elegantíssimo da pose
O manancial da boca, a pele viva,
Os olhos, num convite que arrepia...

E não há transeunte que não ouse
Admirar os encantos dessa Diva
Eternizados na fotografia!
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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