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PORQUE A NOITE FOI TÃO POUCA


Me queres
Qual pantera que sacia sua fome toda
Com a presa
Que incauta em suas garras se entrega louca
Me enredas
Em tua devassidão
Então te faço amor qual doido apaixonado
Durante a noite inteira de prazeres tantos
Que o sol vem surpreender nós dois
Pernas entrelaçadas, nus, agarradinhos,
Depois.

E eu ficarei preso ao colo teu
Que o que há de bom na vida é tudo aquilo que ainda tens pra me dar
Agora e pra sempre contigo hei de sempre estar!

Acordas
E teu rosto brilha mais que o sol do meio dia
Sorrindo
Dizes: A noite foi pouca para o que eu queria
É a deixa
Para a devassidão
Então te faço amor qual doido apaixonado
Já sendo o dia claro nem me importo tanto
Que o sol venha surpreender nós dois
Pernas entrelaçadas, nus, agarradinhos,
Depois.

E eu ficarei preso ao colo teu
Que o que há de bom na vida é tudo aquilo que ainda tens pra me dar
Agora e pra sempre contigo hei de sempre estar!

by Léo Frederico de Las Vegas

Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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