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HAYKAI Nº 38



Bem-te-vi pousado
No batente da janela -
Frio de primavera!

by Jayme Lorenzini García
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CANÇÃO DE NINAR MOÇOILA


Dorme, anjo dourado,
Dorme, ó querubim,
Que o poeta extasiado
Vela teu sono, por fim!

by Zennon Rodrigues Tavares
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HAYKAI Nº 37



Violão choroso
Canta suave serenata
Para a lua cheia!

by Jayme Lorenzini García
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SAUDADE


Sinto na alma um frêmito
Soprando tristeza pungente
Sobre o verso que me saiu gélido
Semeando perdão e ternura
Sentimentos plasmados na aurora
Saborosa dos tempos de antanho
Simplesmente chamado Saudade!

by Zennon Rodrigues Tavares
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PARABÉNS AO AMOR...



Vinte e sete de outubro
É uma data importante
Aquela que é minha amante
Nasceu nesse dia rubro
E hoje de ternura cubro
De um amor desfalecido
Esse dia enaltecido
Da mulher que amo somente
Que está no berço, inocente,
Nos Dez De Queixo Caído!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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ALDRAVIA Nº 3


silêncio
interrompido
asas
quebradas
anjos
caídos

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE AMOR E PRANTO


Se a lágrima no rosto a rolar
Falasse da saudade que ora sinto
(Eu estou sendo sincero e não minto)
Choraria até vires me consolar...

Poeta, eis que me ponho a cantar
Ao invés de derramar o absinto
Dessa dor que me deixa tão faminto
Da inexcedível luz de teu olhar...

Por te mostrares indif'rente canto
Este poema que disfarça o pranto
Que derramo - orvalho sobre a flor...

A ti e a nós oferto este soneto:
A nós - que já formamos um dueto
A ti - que desprezaste o meu amor!...

by Léo Frederico de Las Vegas
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DESEJO POÉTICO (MOTETO)


Quem me dera meu poema fosse escrito
Nas estrelas co' a pena da saudade!
Que meu verso percorresse o infinito
Declarando cheio de suavidade
Que o poeta é bardo de verdade
           E só bondade!
Quem dera ser este verso bendito!

by Zennon Rodrigues Tavares
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INDRISO DA INTIMIDADE REVELADA


A Intimidade se esvai
Pelas frestas das paredes
Sorrateira se instalar

Na praça da avenida principal
De uma cidadezinha qualquer
(Lembranças de Drummond!)

Ó de Itabira?! Mineiramente

A vida continua besta!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ALDRAVIA N° 2


lua
flutua
crescente
passeando
pelo
céu!

by Zennon Rodrigues Tavares

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MINHA CANÇÃO



No alto mar da vida
O meu ser naufraguei
De uma rosa ferida
A fragrância roubei
Em alguns versos loucos
Os meus sonhos deixei...

Fiz da vida um poema
Do luar solidão
A fiel companheira
Deste meu coração
Da palavra amor
Fiz a minha canção!
Do amor eu fiz
A minha canção!

Do amor eu fiz
A minha canção!

Eu deixei a tristeza
Que já me consumia
Tal qual a natureza
Quando se vai o dia
Mas até mesmo a noite
Tem sua serventia...

Fiz da vida um poema
Do luar solidão
A fiel companheira
Deste meu coração
Da palavra amor
Fiz a minha canção!
Do amor eu fiz
A minha canção!

Do amor eu fiz
A minha canção!

Eu deixei que os sonhos
Povoassem meu verso
De lamentos tristonhos
Presos no universo
D(às) ternuras alheias
Me tornei adverso...

Fiz da vida um poema
Do luar solidão
A fiel companheira
Deste meu coração
Da palavra amor
Fiz a minha canção!
Do amor eu fiz
A minha canção!

Do amor eu fiz
A minha canção!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ALDRAVIA N° 1


respirar
sonhar
poesia
celebrando
primeira
aldravia
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HAYKAI Nº 36



Na densa neblina
O sol parece a lua -
Manhã de primavera!

by Jayme Lorenzini García
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A MÁSCARA DOS SONHOS



Jaz o dia agonizando lentamente
Dando lugar à Solidão noturna
Que enche o ar de sacrílega soturna
Volúpia vã a crescer languidamente.

Do fausto Apolo a pálpebra fremente
Fecha-se ao rijo rorejar da Urna
Das Horas que anuncia ao fim da furna
Que a Noite é uma criança novamente.

Então às vozes das amadas loucas
Junta-se o coro espectral dos sapos
Em esquecidas cantilenas roucas

Lembrando antigos sonhos dissipados -
Vãos, aventureiros, meus sonhos guapos -
Temíveis Cavaleiros Mascarados!

by Kammille Nunes de Lima
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SÚPLICA À LUA NOVA



Lua Nova, deusa do espaço,
Ouve-me a prece nesta hora:
Dá-me teu  riso, teu abraço

Que eu preciso, num compasso,
Louvar-te o brilho, ó Senhora,
Lua Nova, deusa do espaço!

Quero estar ao teu regaço
E, feliz, pedir agora:
Dá-me teu  riso, teu abraço.

Preso estou pelo teu laço
Hoje, assim como outrora,
Lua Nova, deusa do espaço!

No poente vermelhaço
Pede o sol, lívido embora:
Dá-me teu  riso, teu abraço!

E se desfaz o dia lasso
À tarde vã que o devora,
Lua Nova, deusa do espaço!

Mal chega a noite o cansaço
Do horizonte então implora:
Dá-me teu  riso, teu abraço!

A tua à minha mão enlaço
E de pudor tua face cora:
Lua Nova, deusa do espaço,
Dá-me teu  riso, teu abraço!

by Zennon Rodrigues Tavares
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PORQUE A NOITE FOI TÃO POUCA


Me queres
Qual pantera que sacia sua fome toda
Com a presa
Que incauta em suas garras se entrega louca
Me enredas
Em tua devassidão
Então te faço amor qual doido apaixonado
Durante a noite inteira de prazeres tantos
Que o sol vem surpreender nós dois
Pernas entrelaçadas, nus, agarradinhos,
Depois.

E eu ficarei preso ao colo teu
Que o que há de bom na vida é tudo aquilo que ainda tens pra me dar
Agora e pra sempre contigo hei de sempre estar!

Acordas
E teu rosto brilha mais que o sol do meio dia
Sorrindo
Dizes: A noite foi pouca para o que eu queria
É a deixa
Para a devassidão
Então te faço amor qual doido apaixonado
Já sendo o dia claro nem me importo tanto
Que o sol venha surpreender nós dois
Pernas entrelaçadas, nus, agarradinhos,
Depois.

E eu ficarei preso ao colo teu
Que o que há de bom na vida é tudo aquilo que ainda tens pra me dar
Agora e pra sempre contigo hei de sempre estar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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MISS YOU!


Grita
Minh'alma
Lamentando:
Perder você
É sentir saudade
De tua doce presença,
E tua falta torna tudo
Dolorido, e assaz difícil
Que peço socorro em língua alheia:
Oh! Help Me, my love! I miss you!

by Léo Frederico de Las Vegas
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BICHO DO MATO, GABRIELA...


Mote:

Bicho do mato, Gabriela,
Migra, enfim, para a cidade,
Trazendo sensualidade!

Voltas:

Pintada por Jorge Amado
Inocência e despudor
No sertão é bruta flor
Que brota pelo serrado
Ela vem no descampado
E caminha sem maldade
Trazendo sensualidade!

Chega e causa alvoroço
Na antes pacata Ilhéus
Homens de bem, tabaréus,
Admiram-lhe o colosso;
Dobram na rua o pescoço
Pra vê-la bem à vontade
Trazendo sensualidade!

Das margens do Biberibe
Às noites do Bataclã
Não houve, nem há cortesã
Que a contento rivalize
Co' a moça de Seu Nacib
Que vem em sua humildade
Trazendo sensualidade!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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HAYKAI Nº 35


Pássaros ou folhas ao vento?!
- Olhos cheios de espanto e poesia -
Beleza de outono!

by Jayme Lorenzini García
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PÁSSARO SONHADOR




vencer as distâncias
percorridas
pelo sopro
da brisa sorrateira
e inundar de luz
a alma gélida
que venceu
a fúria dos abismos
beber o néctar
dos deuses
e sonhar
na pedra dura
o sonho altivo
dos inocentes
de Sião!

by Olímpio José de Araújo
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MINGUANTE


Míngua a noite sob as pálpebras da Aurora
Misturando-se a cores e sons distintos
Miserere entoado em cantilena
Minúscula oferenda erguida ao sol nascer
Manso e violáceo no limiar do sonho
Mansuetude de carinho enternecido
Minguante lua anunciando um dia lindo!

by Zennon Rodrigues Tavares
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O ELEITOR EM CONSTRUÇÃO



 
...Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão, porém, que fizera
Em operário construído
O operário em construção.

(O Operário em construção - Vinícius de Moraes)

Era ele que como um vício
Sempre em época de eleição
Ia às urnas com sacrifício
Para eleger o patrício
Que seria seu patrão.
No entanto, não sabia
O que tinha em sua mão:
Não fazia nem ideia
Que um voto na assembleia
Muda os rumos da questão
Nem tampouco ele sabia
Que o eleito lhe negaria
Seu direito à liberdade
De ter voz e expressão.

Em verdade, como podia
Um eleitor em construção
Compreender porque seu voto
Valia mais do que um pão?
Nas eleições ele votava:
Vereador e prefeito escolhia
Quanto ao pão, ele o comia.
Mas fosse comer seu voto!
No entanto, o eleitor ia
Às urnas, faceiro e pacato,
Dar um voto de confiança
Ao pilantra candidato

Que o esqueceria de pronto
Tão logo passasse a eleição
Considerando ralé e bronco
O eleitor em construção.
De fato o eleitor não sabia
Da dimensão de sua bisarma
Não sabia que tem no voto
Sua mais perfeita arma.
De modo que, certo dia,
(Era época de eleição!)
O eleitor foi tomado
De tão súbita emoção
Ao perceber maravilhado
Que tudo na sociedade
- Água, esgoto, lixão...
Do seu voto dependia
Ele, um singelo eleitor,
Um eleitor em construção.
Olhou em torno: o hospital,
Trabalho, transporte, iluminação,
Pública,  assistência social,
Lazer, saúde, educação!
Tudo - que precariamente existia -
Do seu voto dependia
Ele, um simples eleitor
Que, no entanto, não sabia
O poder da profissão.

Ah, filósofos de estante
Nunca sabereis o quanto
Aquele singelo eleitor
Soube naquele instante
Naquela sociedade fria
Da qual ele participava
Um novo mundo se erguia
De que sequer suspeitava.
O eleitor extasiado
Com carinho olhou sua mão
Sua rude mão de eleitor
De eleitor em construção
E olhando-a de frente
De relance teve a impressão
De que das coisas do mundo
Era ela a mais potente.

E dentro da compreensão
Desse instante indolor
Tal qual sua construção
Cresceu também o eleitor
Cresceu em todos os sentidos
Alto, largo e profundo – no coração.
E como tudo o que cresce
Ele não cresceu em vão
Aprendeu naquele dia
O poder da profissão
E, de quebra, aprendeu, ainda,
Outra nova dimensão:
A dimensão da poesia!

E como rastilho de pólvora
A nova se espalhou
O que o eleitor dizia
Outro eleitor escutou.
E foi assim que ele,
O eleitor em construção
Que sempre dizia ‘sim’
Passou a dizer ‘não’
E aprendeu a ver as coisas
Com mais cautela e atenção:
Notou que sua carne de 2ª
Era o filé mignon do patrão
Que seu contracheque magro
Era a conta gorda do patrão
Que seu uniforme ridículo
Era o terno do patrão
Que sua casa-quase-caindo
Era a mansão do patrão
Que sua velha bicicleta
Era a limusine do patrão
Que seu trabalho cumprido
Era a preguiça do patrão
Que sua fadiga estafante
Era amiga do patrão.

E o eleitor disse: Não!
E o eleitor se manteve forte
Em sua resolução.

Como já deveis imaginar
Os puxa-sacos de plantão
Começaram a buzinar
Nos ouvidos do patrão
Mas o patrão assim dizia:
“Não quero preocupação!
Convençam-no, por favor.”
Ele falava sobre o eleitor
E ao falar isto sorria.

Dia seguinte o eleitor
Que passou a dizer ‘não’
De súbito foi cercado
Dos puxa-sacos de plantão
E sofreu – predestinado -
Sua primeira agressão.
Cuspiram-lhe o rosto sofrido,
Seu corpo foi machucado
Mas ao ser interrogado
O eleitor disse: ‘Não!’

Em vão sofrera o eleitor
Sua primeira agressão
É certo que outras seguiram
E muitas outras seguirão.
Porém, sua consciência
De eleitor em construção
Mais e mais se expandia
E seu triste sofrimento
Era o dimensionamento
Da alma que então crescia.

Percebendo que a violência
Não dobraria o eleitor
Certo dia o seu patrão
Outra tática usou
E em se aproximando
O grande dia da eleição
Nos jingles das propagandas
As benesses da administração
Mostrou ao caro eleitor
Com esta declaração:
- Dar-te-ei todo este poder
De bandeja em tua mão
Pois a mim me foi entregue
Então o dou a quem quiser.
Terás boa-vida: lazer,
Muita farra e mulher
Portanto, tudo o que vês
Será teu se te aliares
A mim e abandonares
Esta besteira de dizer não.

Dizendo fitava o eleitor
Que - olhar distante -  refletia,
Mas o que via o eleitor
O patrão jamais veria.
O eleitor via a saúde
Na UTI dos hospitais
A clamar por dignidade,
Por respeito e muito mais.
Via as verbas desviadas
Para o bolso do patrão
E em tudo aquilo que via
Misteriosamente havia
As marcas de sua mão.
E o eleitor disse: Não!

- Loucura! – xingou o patrão
Não avalias o que te dou eu?
- Mentira! – disse o eleitor
Não podes dar-me o que é meu!

E uma consciência nasce
Dentro do seu coração
Uma consciência política
De parceria e união
Uma consciência cheia
De respeito ao cidadão
Uma consciência firme
Pra vencer a solidão
Uma consciência digna
De arraigar a maldição
Uma consciência honesta
Pra encontrar  a solução.
E o eleitor ouviu a voz
Dos eleitores, seus irmãos;
Daqueles que já morreram
Por outros que viverão
E então se agigantou
No poema e na canção
E, no grande dia, nas urnas,
Selou a sua decisão
De singelo eleitor esquecido
Decisão, porém, que fizera
Em eleitor construído
O eleitor em construção!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DESCALÇA VAI GABRIELA


Mote:

Descalça vai Gabriela
Banhar-se no chafariz
Vai alegre e bem feliz!

Voltas:

Descontraída, contente;
Nos lábios, belo sorriso;
Dos homens mexendo o juízo
Vai banhar-se displicente;
No olhar o flâmeo tridente
Tem-nos a vida num triz.
Vai alegre e bem feliz!

Até o padre da cidade
Se benze e tira o chapéu
Pra tanta beleza e mel
De pura sensualidade!
Há que curvar-se à verdade
Mesmo quem torce o nariz.
Vai alegre e bem feliz!

De corpo molhado é pura,
Doce, angélica visão;
Faz um bem ao coração
Ser-lhe escravo com ternura;
Cravo e canela, doçura,
Dançando na tarde gris.
Vai alegre e bem feliz!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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NOS DOMÍNIOS DA NOITE


Ébrios de sono
Os seres felizes
Dormem
Mal chega a noite.
Mas o poeta
Em sua desilusão
Vara a madrugada
Procurando um verso
Que lateja, latente,
No profundo de sua alma!
Enquanto,
Embriagados de sono,
Os demais seres dormem,
O poeta tece
Com o próprio sangue
As cores de um
Novo amanhecer!

by Olímpio José de Araújo
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HAYKAI Nº 34



Dia dos Animais -
Um cão uivando à lua
Pede atenção.

by Jayme Lorenzini García
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SORRISO ENFEITIÇADOR



Os galos já estão cantando
E o poeta está sonhando
Com a loira de sorriso branco
Que o está enfeitiçando!

by Olímpio José de Araújo
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HAYKAI Nº 33



O capim tremula -
Anúncios da primavera
Borboleteando!

by Jayme Lorenzini García
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LAMENTO



Eu preciso de carinho e ternura
Pra poder, de verdade, ser feliz.
Pois na vida só passei por desventura
O Destino fez de mim o que bem quis!

Fraturou-me os sonhos, e a cicatriz
Está aqui pra me lembrar dessa agrura.
Eu preciso de carinho e ternura
Pra poder, de verdade, ser feliz.

Ah, adentrar os palácios da Ventura
(Quem me dera) qual pequeno aprendiz!
Mas a vida não tratou-me com brandura
E o coração a soluçar lamenta e diz:
Eu preciso de carinho e ternura!

by Jayme Lorenzini García
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

Colaboradores

Tradução Simultânea

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