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LUA AZUL (BLUE MOON)


SÉRIE: TRADUÇÕES 
BLUE MOON
Composição: Lorenz Hart & Richard Rodgers
Versão: Jaime Adilton

Lua azul,
Você me viu a sofrer
Sem sonhos no coração
Sem um amor pra valer!

Lua azul,
Você sabia o porquê
Daquela minha oração?...
Pedia um amor pra você!

E de repente diante de mim surgiu
Aquela que  meu coração pediu
Dizendo assim: "Me beije, por favor,"
E a lua azul em ouro se tornou!

Oh, oh, oh, Lua azul!

Não sofro mais deste mal...
Com sonhos no coração
Tenho um amor eternal!

Lua Azul!

by Léo Frederico de Las Vegas
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AMOR ÀS AVESSAS


Só falo de amor às avessas:
Uma abelha africana
Beijou-me os lábios!

by Jayme Lorenzini García
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CANÇÃO DA MOÇA NA PRAÇA


Moçoila que sonha
O amor verdadeiro
Vem sempre à Praça
João XXIII
Mostrar sua graça
A quem primeiro
Uns versos componha
À sua negra tez
Espera o Príncipe
Mas quem chega é o Sapo
Roubando-lhe um beijo
Com sofreguidão
E é tanto o desejo
Por este guapo
Que ela lhe entrega
O seu coração!

by Zennon Rodrigues Tavares
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CINZAS DA PAIXÃO



Busco em teus olhos
A luz do desejo
Mas já não a encontro
Porque teus olhos secaram-se
Transformando em cinzas
As chamas da paixão
Quando te foste, sem destino,
Pela estrada da vida,
E me deixaste abraçado
Com minha solidão!

by Olímpio José de Araújo
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ATÉ, QUEM SABE?, UM DIA!

Minha Eterna Bem-Amada,

Eu te amo
Mas me faltam palavras
Para expressar
Esse sentimento
Eu te amo
Mas não é tudo
Em si a expressão!
Eu te amo
E deve provar-te isto
Com o meu coração!...

Não consigo acreditar
Que em olhos onde antes
Brilhavam as chamas
Do mais puro amor
Hoje possam rolar
Abundantes lágrimas
De separação.
Mas é palpável esse teu sofrimento...
Os lábios que dizem:
Eu te amo
Também servem para cravar-te
Um punhal no coração
São uma flecha envenenada
Que te subtraem
A alegria de viver
E o coração que antes
Vibrou apaixonado
Hoje sangra de dor.

Essas palavras
Também machucam meu coração
E ele também sangra
À ideia de te perder...

No entanto,
Fui longe demais
Magoei-te
Em teu ponto mais sensível...
Mesmo sem querer,
Acredite,
Fui o algoz da tua alma!...

Levarei vida à fora a mágoa de ter sabido amar!

Quanto a você
Não se torture tanto assim
De forma alguma és uma inútil;
Eu, eu é que não aprendi
A te compreender
Não consegui ser tua alma gêmea!

Perdoa-me
Todas essas lágrimas
Todo esse sofrimento
Até mais, quem sabe?, um dia...
Porque
Não aprendi a dizer adeus!...

by Nuno Perez de Noronha
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UM MUNDO DE FANTASIA

Meu amor
Tu és o sonho
Que emoldura
Minhas noites de luar...
És a felicidade
Que bateu na porta
Do meu coração
E pra sempre
Tornou-se minha hóspede!
Obrigado por tudo
Por toda a alegria
Por ser no meu mundo
Um mundo de fantasia!

by Olímpio José de Araújo
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DEPOIS...



Depois da aurora de teu corpo desnudo
Do entardecer de teu púbis moreno
Só resta quedar-me, patético e mudo,
(Depois das montanhas, do vale obsceno)

Ante o gozo completo (divino e terreno)
A sorver de meu verso o sumo, o tudo.
Depois da aurora de teu corpo desnudo
Do entardecer de teu púbis moreno

Só me resta, quedado, lembrar do veludo
Límpido e macio de teu ventre pequeno
E compreender em amável estudo,
O que há para além do rocio, do sereno,
Depois da aurora de teu corpo desnudo!

by Zennon Rodrigues Tavares
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AMOR CRESCENTE


Sob a imensa claridade
Do luar nosso amor nasceu.
Pequenino, é bem verdade,
Mas depois ele cresceu!

by Jayme Lorenzini García
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SOB A CHUVA!










Aprender a dançar sob a chuva
É meu sonho de paz e descanso
Tão afável qual mão sob a luva
À tormenta meus temores lanço...

(E se o verso exibe algum ranço
Relevai, que isso é culpa da uva!...)
Aprender a dançar sob a chuva
É meu sonho de paz e descanso!

Pois dançando encontro a viúva
Que nos sonhos almejar alcanço:
A senhora - gentil maranduva -
Que me faz em seu doce balanço
Aprender a dançar sob a chuva!

by Zennon Rodrigues Tavares
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SEM SAÍDA (TRIOLÉ)


Não há saída para as trevas noturnas
Nem para as traves desses grilhões
Que prendem as almas em cafurnas...
Não há saída para as traves noturnas
Desse mundo carcomido de ilusões
A engendrar às virgens puras tentações
Não há saída para as trevas noturnas
Porque não as querem sofridos corações!

by Zennon Rodrigues Tavares
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ASSIM COMO TU ÉS


O sol com seu brilho intenso,
A lua a refletir-se nas águas límpidas de um lago
E a multiplicar-se no agitado mar;
As estrelas que em forma de brilho me falam de amor,
O pássaro a cantar alegremente;
A cotovia a anunciar
Que Romeu e Julieta devem separar-se;
O bem-te-vi a dizer que já viu
Apenas um caso de amor assim...
Sim! Tudo isto a traduzir um paraíso
Só tem sentido ante a beleza do teu sorriso.
Amo-te pelo que és
Não pelo que me disseram.
Na terra, no mar, na amplidão anil
Eu sempre te amarei,
Mulher querida,.
Cartão Postal do meu Brasil!

by Jayme Lorenzini García
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ANDANÇAS


Andei na névoa entristecida
Por tuas lágrimas, teu carinho -
Verso branco sobre o breu
Do desencanto - turbante e talma -
Eu viajei por tua alma
E revelei tuas riquezas
Que a saudade corroeu!

by Léo Frederico de Las Vegas
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PROCISSÃO DE ANJOS


Noite silente
Ternura esparsa
Sonhos dolentes!

by Zennon Rodrigues Tavares
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APRENDIZADO...


Quero aprender
A fazer-te feliz!
-Ensinas-me?!

by Jayme Lorenzini García
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RONDEL DE LUA NOVA









Era preciso que a saudade transmutasse
A ternura que me resta inda no peito
Para o jardim dos sonhos onde nasce
A magnólia do amor mais que perfeito....

Era preciso que o amor, terno, insuspeito
O coração da Bem-Amada habitasse...
Era preciso que a saudade transmutasse
A ternura que me resta inda no peito

Em notas musicais de uma catarse
Em versos ao que da lua, insatisfeito,
Vaga, filo halo, na negra face
Do céu, ao amor rendendo preito:
- Era preciso que a saudade transmutasse!

by Zennon Rodrigues Tavares



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BRAÇOS DE AMOR


À ideia de uns longos braços
A me envolverem com carinho
Escrevo
Meus sentimentos
Numa folha de papel!
Fico tão comovido
Que o poema me brota assim
Tão natural
Como as águas de uma cachoeira

Cerro os olhos
Para ver tua imagem nítida
A exalar amor
Por todos os poros!

Sinto-me tão feliz
Que assalta-me, constantemente,
A tristeza de perder-te!...

São teus esses braços longos
Que me envolvem
Nesse momento de ternura
E contemplação.

Ah, quem me dera
Ser minha poesia
Simples e espontânea
Que se diluísse em carícias
Para dizer-te
O quanto és importante para mim!

É verdade
Que me atormenta cotidianamente
O medo de que minha poesia seja apócrifa
De que encontres em outros poetas
Tudo aquilo que tenho a dizer-te!

Mesmo que eu não seja tão original
Quero que saibas
Que os meus versos estão impregnados
Do teu cheiro
De tua delicadeza
Do teu amor...

Sem você eu não seria nada;
Sem você minha poesia não teria razão de ser
Porque foste a mulher
Que transformou toda a minha melancolia
Em suave canção...

Embora eu tenha ainda tristeza no olhar
Prossigo o meu caminho
Braços dados contigo
Na certeza de que um dia
Alcançarei o transcendental!

Queria encontrar
Uma forma simples
Para dizer que te amo
Mas acontece que esse sentimentalismo exacerbado
Mancha teus olhos
E não podes visualizar
A poesia dos meus!

Sabes (sei que sabes)
Que temos um longo caminho a percorrer
Doces aventuras a viver
Sonhos e fantasias a tecer
Já não serei eu,
Não serás tu,
Seremos nós
A construir juntos
O mais belo poema de amor!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SOL E POESIA


O sol da manhã
Beijando as águas tranquilas
Infunde em minh'alma
A mais pura poesia!...

by Léo Frederico de Las Vegas
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MANHÃ RADIOSA




Mais uma manhã radiosa
De verão se inicia;
A aurora silenciosa
Um novo dia anuncia
Cheio de novidades,
De muitas realizações
De ternuras, felicidades
Para muitos corações!

Sobre pobres e ricos
O sol estende a sua luz.
Seus raios são profícuos
À terra que tudo produz.
Ele de nós se distancia,
Mesmo assim seu esplendor
A cada instante do dia
Nos atinge com fulgor!

Ah! as flores desabrocham
Nas esplêndidas manhãs
Os passarinhos cantam
Entoando uma canção
Alegrando corações
Com sua maviosa voz
Trazendo mil emoções
Para todos nós.

Uma canção melodiosa
Trinam os passarinhos.
Aves com maviosas
Vozes gorjeiam carinhos
agradecendo alegremente
Ao Eterno que as criou;
Elas cantam suavemente
Em coro encantador!

by Olímpio José de Araújo

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DELÍRIOS


De lírios
Eu faço
Meus versos
Diversos
Delírios
Gozando!

by Zennon Rodrigues Tavares
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Parar o tempo quem pode
Ou medindo-o, aprisioná-lo?
Se vai depressa, ligeiro,
No cantar azul do galo!

by Zennon Rodrigues Tavares
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A MUDA CANÇÃO



A muda canção do vento
Me faz lembrar o calor
Do antigo sentimento
Que em meu peito se instalou

Com fúria potente e ardor
Vividos sem ressentimento.
A muda canção do vento
Me faz lembrar o calor

Por que passei no momento
Em que te vi, meiga flor,
Tão linda, no galho, sorvendo
A música dos anjos - o amor -
Na muda canção do vento!

by Zennon Rodrigues Tavares
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DE REPENTE...



E de repente
Descobrimos
Que ninguém,
Absolutamente,
Está imune a ela.

Reis e sábios,
Ricos e pobres,
Grandes e pequenos,
Negros e brancos,
Mulatos e castiços
Todos por ela
Somos nivelados
Ao que realmente somos:
Pó e cinza!

by Olímpio José de Araújo
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QUARTO MINGUANTE



Esperei pelo quarto minguante
Pra falar de meu sonho perdido.
Uma nuvem, no entanto, flamante,
Ocultou-o do olhar pervertido

Deste poeta e seu verso sentido
Às panteras do sexo uivante.
Esperei pelo quarto minguante
Pra falar de meu sonho perdido.

E ele veio - alfange elegante
E ele veio - já desmilinguido
Qual sorriso de paz triunfante
Que me vi a dizer, embevecido:
Esperei-te, ó quarto minguante!...

by Zennon Tavares
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OLHOS E LÁBIOS E UM SONETO DE AMOR



Meu mundo dark onde um dia, outrora,
Eu vivia em penumbra e solidão
Esfacelou-se - já não existe, não! -
Pois inundado estou da luz da aurora!

Essa luz que brilha mais que um clarão
E o meu ser combalido revigora
É o brilho de vosso olhar, Senhora,
Que preenche de paz meu coração!

Já não vivo recluso em ressábios
E me livrei das dores dos tropismos
Mergulhando do amor nos alfarrábios.

Deixei mágoas, tristezas, cataclismos:
Eu me desfiz de todos os abismos
Para a aurora beijar de vossos lábios!

by Jayme Lorenzini García
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NO APAGAR DAS LUZES...



À meia-noite, na cidade, à esmo,
Enquanto mentes medianas sonham flores,
Ele se esgueira no abismo de si mesmo
E canta ao mundo seus dilemas, suas dores!

Já nem se lembra dos carinhos, dos amores,
E da ternura de antanho têm  o sesmo.
À meia-noite, na cidade, à esmo,
Enquanto mentes medianas sonham flores,

Ele amputa de sua alma o peridesmo
Que inda o prendia à vida com ardores
E então renasce sem ser mais o mesmo:
Anjo triste, ele vaga em dissabores,
À meia-noite, na cidade, à esmo!

by Manoel da Silva Botelho
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De todas as cores
Meu quadro é repleto:
Eleitor consciente,
Meu voto é secreto!

by Jayme Lorenzini García
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INDRISO DA ALMA ESTILHAÇADA


Nos meandros escabrosos
D'alma triste a vagar
Em completo devaneio

Encontrei minha outra face
No milésimo pedaço
Do espelho que se partiu

Impossível recompor-me:

Os outros cacos não refletem o meu rosto!

by Jayme Lorenzini García
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SONETO DE NINGUÉM E TODO MUNDO



Uma parte de mim é todo mundo
- Ferreiragullarmente matutando -
Indo vazio após vazio acumulando
Cisterna, cacimba, poço sem fundo!

Sendo outro que não eu sou mais profundo
Diverso de quem me está admirando
No espelho - escaravelho penetrando
A carne púbere do verso imundo!

Um  amigo que ousasse traduzir-me:
O que sou e minhas múltiplas facetas
Muito além da humana e cinza tarde...

... E eu estaria livre para repartir-me
Em mil sonhos, mil cores, borboletas
A voar pela vida em grande alarde!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO DA INDESTRUTÍVEL SAUDADE



Simplesmente demoliram a Sede Grande
E soterraram os meus sonhos de criança
Que meus olhos marejam, tristes, à lembrança
Do que um dia fora dos meus planos estande!

Embora a alma angustiada aos ventos brande
Já não resta nem mais um pouco de esperança:
Só há escombros onde outrora havia dança,
Amargas lágrimas, onde fluía doce cande!

Veio o progresso... e 'tombou' teu patrimônio
Deixando-te, ó São Miguel, desabrigado,
Ao pé das luzes - ao relento - de neônio!

Mas as marretas não destróem o que guardado
Está no peito melgacense - aquilônio -
A Sede Grande e seu esplêndido passado!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ALMA ESFACELADA




A minha alma quebrou-se em mil cacos:
Vidros, vidrilhos - pobres diamantes!...
Sinto a vida, às vezes, um pé-no-saco
E uma aventura assaz dilacerante.

(Inda que eu seja um servo vil de Baco
E de Calígula um dos mil amantes
Há de haver sempre um vazio - buraco
A corroer-me sem dó a todo instante!)

A minha alma quebrou-se: isto é fato!
Mil pedaços de um ser estupefacto
Ante a angústia sem par do existir!

Peço vênia à vida, peço penico:
Cada vez que me quebro, multiplico
E cicatrizo uma dor que não senti!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


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