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DELÍRIOS D'ALMA



À noite abro as janelas
Da alma
Para o murmúrio da fonte
Para o cintilar das estrelas
Para a balbúrdia dos insetos
Noturnos
Que tecem no ventre da Noite
O afã de um novo dia.

Sou feliz quando anoitece!

Fico a ouvir as estrelas
E tecer serenatas
E na contramão dos grilos e sapos
Torço pra que não amanheça
Porque sofro
Todo dia
A desventura de olhar
Pela janela
E ter lembranças
Dolorosas
Dos "erros" que cometi
E ter saudade pungente
De não me negar
Em essência
O direito constitucional
Humano
De ser quem sou!

by Gumercindo Dantas

You've Got A Friend
When you're down and trubledAnd you need some love and careAnd nothin', no nothin' is goin' rightJust close your eyes and think of meAnd soon I'll be there to brighten upYeah, even your darkest nightYou just call out my nameAnd you know, wherever I amI'll come a-runnin'To see you againChorus :Winter, spring, summer or fallAll you have to do is callAnd I'll be there, yeah I willYou've got a freind

When the sky above youGrows dark and full of cloudsAnd that old north windHe begins to blowHere's what you do babyKeep your head togetherAnd call my name out loudAnd soon you'll hear meKnockin' at your doorOh yes I will, yes I willYou just call out my nameAnd you know, wherever I amI'll come a-runnin'To see you again

Chorus

Ain't it good to knowThat you've got a freindPeople can be so coldThey'll hurt you and desert youAnd take your soul if you let themOh, don't let them

Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar,
E uma velha ternura de bulldog!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar.
E, se razão faltar-lhe pra chorar,
Volte, então, outro dia, bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É, procurar, em vão, na madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!...


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