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HAYKAI N° 26


Canta a natureza
Anunciando o inverno -
Chuva na janela!

by Jayme Lorenzini García
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POEMA PARA DOCIVAL...













Caro Docival,

Há terremotos
No Brasil...

É o tempo do fim
Percebes?!

Atesta-se
A veracidade
Dos antigos
Pergaminhos!

Estrelas cadentes
Se esfacelam
Borrifando
Os céus
De uma luz
Punjente
E tu, querido amigo,
Não estás aqui
Para rires
de meus devaneios!

A poesia
Está mais pobre
Sem as metáforas
De teu verso
Incandescente!

É o fim das rimas
É o fim dos verbos
É o fim dos tempos
É o fim do fim...

Só não é o fim
Dessa imensa saudade
Que tenho de ti!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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PÁSSARO ENGAIOLADO



Pássaro engaiolado,
Venho derramar meu canto,
Cinzentamente edulcorado
Pelo pincel sem acalanto

Da tristeza, do desencanto,
Do desalento amargurado...
Pássaro engaiolado,
Venho derramar meu canto

Aos ventos que têm sussurrado
O absinto desse amianto,
Desse estar entrincheirado
Que rouba todo o meu encanto:
Pássaro engaiolado!

by Manoel da Silva Botelho
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AO MEU VELHO E QUERIDO PAI




Louvo ao Deus Eterno que concede
Inda uma vez mais tu alcancares
Nova graça para então comemorares
Os teus 65 anos que chegam adrede!

Com leveza de coração, meu Pai,
O meu carinho venho externar
Realçando a alegria que me vai
Roçando na alma de te abraçar
Êh! Essa canção que fiz é pra dizer
Amo você, meu Pai, amo você!

Deus te conceda inda viveres muito mais
E que meus versos te ofereçam amor e paz!

Ainda é tempo de lembrar aqui
Risos e choros - tuas lições de vida -
Aulas de vivências que aprendi
Úteis conselhos pra esta alma combalida...
Jubiloso, pois, te oferto com emoção,
O meu terno carinho e gratidão!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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A LUA SORRIA EM QUARTO CRESCENTE



Cresce outra vez
No oásis do meu coração
A roseira da desilusão
Assim

Denso e carmim
Bem faceiro o quarto lunar
Cresce pra com sua luz consolar
A mim

Lamento à lua
Mas é inútil
A lua sorria
Tão-somente a lua alumia
Quem roubou meu sossego ao partir

Devo seguir
Com o olhar cabisbaixo, perdido,
A esperar que a traga Cupido
Pra mim!

by Jayme Lorenzini García
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O DRAMA DE UM MENOR ABANDONADO

 

Mãe, por que me abandonaste ao léu do Destino?...
Pai, por que me deixaste quando ainda menino?...
Pai, Mãe, respondam-me: eu tenho que saber o porquê!
Eu era simplesmente um indefeso quando vocês
Condenaram-me ao desprezo como se eu fosse um assassino...

Ah, meus pais! Fui condenado a dormir ao relento...
E, no lixão, todo santo dia procuro o meu alimento;
Vez ou outra, vou encontrá-lo no dinheiro que nos pedestres
Eu furto, sendo por este ato chamado de pivete...
Mas, nem isto basta para o meu sustento...

Clamo, mas por ninguém minha voz é ouvida;
Não há quem me queira dar guarida...
Cúmulo da injustiça, sou marginalizado,
Para os homens não sou mais que um menor abandonado
E um daqueles a quem foi negado o direito à Vida!

Essa é minha história!... A ponte é meu abrigo;
Sofro muito, mas ninguém, Deus meu, chega comigo,
E me convida pra em sua casa habitar
Ao contrário: nas grandes da prisão vou parar
Se para alguém eu representar perigo!

Minha vida é um dilema! Esta é minha triste sorte!
Das injúrias da sociedade sou o alvo forte...
E o combate com a polícia é meu último castigo;
Tomba um corpo ao chão! Nada, não! É dum mendigo...
Sou desprezado de todos até na minha morte!

by Olímpio José de Araújo
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ADOLESCENDO PARA O AMOR



Entre dois cajueiros
Minha rede balançava
E eu enternecido sonhava
Com o amor verdadeiro
O dia quente estava
E a brisa brejeira brincava
Com os caracóis do meu cabelo
Malandro, eu namorava
O corpo escultural da mulher que caminhava
Fagueira pelo jardim do meu sonho!

by Léo Frederico de Las Vegas
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HAYKAI N° 25


Sob sol escaldante
Homem vende cremozinho -
Cena melgacense!

by Jayme Lorenzini García
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ESTAÇÕES



Foi você
Que me trouxe a primavera
Foi você
Que me tirou dessa quimera
Foi você
E a luz do teu olhar
Que me tirou desse abandono
Da letargia desse outono
E me fez, enfim, te amar!

Foi você
Que me trouxe o verão
Foi você
Que me atirou nessa paixão
Foi você
E a ternura desse olhar
Que vindo manso, meigo e terno
Mandou embora o inverno
Só pra eu poder te amar!

Foi você
E a placidez do teu olhar
Que me arrancou do meu sossego
Me fez vagar à toa, a esmo,
Só para te reencontrar...

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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AMOR & PRAZER



Ontem à noite sonhei com teus lábios
Teus pequenos lábios em minha boca
E eu reinventei a canção desesperada
De Pabro Neruda e seus sequazes.
Ontem, sob o ardente frêmito
De minha língua em chamas
Gemias palavras desconexas
E gozavas um agridoce mel
Com a fúria de uma leoa
Faminta de amor
E eu te dei prazer
E eu te dei amor!!!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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TÉDIO E DESASSOSSEGO



Na janela do meu tédio
Macaquinhos descascam bananas
Do desassossego!

by Manoel da Silva Botelho
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INTERROGANDO A LUA NOVA



Ah,
Lua nova de maio
Porque me feres os olhos
Com teu fino halo prateado,
Com tua inocente  luminescência de um sol nascente?
Porque me acalantas o sonho
De poeta bêbado e moribundo
Que é por vezes esquecido de Calíope
No calabouço fétido de um mundo
Mergulhado no oceano da ignorância?
Onde a esperança, lua nova,
Vai pousar suas asas,
Se a atmosfera terrestre
Está tomada pelo gás carbônico
Da insensatez humana?
Onde o espaço para o lúdico
De teu benfazejo recomeço?!

by Olímpio José de Araújo
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INADIÁVEL ADEUS...



O pêndulo do relógio
Para cá e para lá
Não marca a hora
Do triste adeus
A dolorosa hora
Do prematuro adeus
No entanto, é preciso,
No entanto, é necessário,
É imprescindível
Dizer adeus!
Adeus!

by Olímpio José de Araújo
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FELICIDADE E QUIETUDE



Vou construir imensas mocoócas
Para estancar da alma o sentimento
De caboclo das matas que a contento
Ama o verde cinza das tabocas.

Vou proteger meu amor das muriçocas
E tirá-lo dos regos do tormento
Pra que ele possa fluir no barlavento
E explodir em belas pororocas!

Hei de viver meu idílio ribeirinho
Na tapera escondida lá na mata,
Longe do olhar invejoso, escarninho

Dos que querem roubar minha mulata.
Quero ficar em paz com a natura
E bem feliz gozar dessa ventura!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE SONHO E NUVEM



Eu quero a claridez do teu olhar
Pra que meu dia não seja nebuloso
Eu quero a fluidez do teu falar
Pra que meu verbo seja mais garboso!

Eu quero teu destino venturoso
Entrelaçado ao meu! E o palpitar
Do leve coração feliz, ditoso,
Pra que eu não veja o tempo passar

E deixe-me a sós sonhar contigo
O brilho fosco da luz da alvorada.
Quero que sejas meu seguro abrigo,

O oásis de minh'alma conturbada.
Se estivesses, pois, aqui comigo,
Tudo isso eu teria, ó Bem-Amada!

by Pedro Paulo de Lima Barreto
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HAYKAI N° 24


Sorriso nos lábios
Oh, suprema liberdade -
Rabiola ao vento!

by Jayme Lorenzini García
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SE ESTIVESSES AQUI...



Marta,
Minha saudade é imensa,
É devastadora dentro de mim
É um olhar apaixonado
Dirigido silenciosamente ao luar!

Ó minha amada,
Como eu quisera que neste momento
Estivesses aqui comigo!

No mortal silêncio desta noite silenciosa
Imagino você a meu lado...
Ah! Que vontade de acariciar-te,
De tocar cada detalhe do teu corpo
E através das minhas carícias
Expressar todo o meu amor por ti!

Se estivesses aqui
Sem querer querendo
Ousaria tocar-te
Para não perder a suave emoção
Quando minhas rudes mãos
Penetram-te numa deliciosa carícia!
Ousaria tocar-te
Para não perder o íntimo contato
Do teu indelével carinho!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SER MÃE*


* uma releitura do soneto "Ser Mãe" de Coelho Neto

Ser mãe é ter um coração que vibra
Pelo inocente que lhe suga o seio;
Vencendo obstáculos sem receio
Ser mãe é ser uma mulher de fibra!

É ser um anjo bom que se equilibra
Na corda bamba da vida no anseio
De o desejo realizar alheio
Do ser que em sua terna mão se libra!

É ter nos olhos tristes novo brilho;
Ser mãe é negar-se: ter tudo ou nada
Tanto faz! O que importa é o bem do filho!

É ter sempre nos lábios um sorriso
É sentir-se a mais bem-aventurada:
Ser mãe é ser no mundo o Paraíso!

by Jayme Lorenzini García
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CANÇÃO ÀS MÃES: HOMENAGEM EM TRÊS ATOS




I
Nesta humilde canção
Quero homenagear mães queridas
A vós que, por alguma razão,
Fostes do mundo esquecidas.

Esta humilde canção
Mães queridas quer homenageá-las
Através deste ramalhete
Que perfumes exala!

Nesta humilde canção
De todo o coração vos dizemos:
Obrigado, ó mães,
Pela dedicação
Que de vós recebemos!

Essa humilde homenagem
Se estende também às mães mortas
Que deram sua vida
Na hora dolorosa do parto!

Ó mães queridas
Cuidai de nós
Que pertencemos
A vós!
Ó mães queridas
Cuidai de nós
Que pertencemos
A vós!

II

A pobreza implacável
Faz você, mãe querida, ir pra rua
Pra ganhares o pão que alimenta
Toda a prole tua!

No pão de cada dia
Sentimos o gosto da tua labuta;
Mãe, assim és sofrida,
Mas ainda continuas na luta!

Nesta humilde canção
Eu te digo: Aprendi, mãe querida,
Que o teu meigo amor
É o maior que eu tenho na vida

Que não há nada mais lindo
Que o estalido do teu doce beijo
E,por isso, ó mãe,
Felicidades de coração eu te desejo!

Ó mãe querida
Cuida de mim
Que eu pertenço
A ti!
Ó mãe querida
Cuida de mim
Que eu pertenço
A ti!

III

Mães
Homenageamo-vos
Porque trazeis na alma
O carinho de que o mundo precisa!

Ofertamo-vos estas flores
Pois seu perfume tem o encanto
De cicatrizar as feridas causadas
Pelos espinhos da vida!

Parabenizamo-vos
Porque tendes a magia de transformar
Um pequenino lugar em ninho de amor,
Ternura e paz!

Porque abrigais em vosso seio
A beleza do Universo
Traduzida na transcendência
Ritmada de um verso!

Mães
A vós que abrigais o aconchego e o calor
E estais impregnadas
Da oceânica mansidão do amor,
O nosso muito obrigado!

Mães
A nossa homenagem
A vocês que morreram
Privando assim
Vossos filhos do materno afago!

A vocês todas que fostes
Esquecidas da sociedade
E injustiçadas!

Sim, a vocês, mães,
A nossa mais terna gratidão!

by Léo Frederico de Las Vegas
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QUARTO MINGUANTE DE TRISTEZAS


No afã de ouvir o silêncio da noite
A trafegar em seu cavalo negro
Esmaguei meu anjo da guarda
Que saiu sem rumo, tateando no escuro
Em busca de um colchão de espumas
Prateadas refletindo a lâmina d'água
De um triste quarto minguante
Em sono lunar minguam as tristezas
Que os querubins um dia
Cultivaram em meu coração

by Jayme Lorenzini García
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LAMENTO & SOLIDÃO



A lagarta
A crisálida
O menino
A gargalhada
O estilingue
Os estilhaços
Do casulo...

Lamento
E solidão
Do que
Seria
Um dia
Uma
Borboleta
Azul!

by Olímpio José de Araújo
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Atire a primeira pedra
Quem puder, quem não tiver
Grudada à cara hipócrita
Uma máscara qualquer!

by Manoel da Silva Botelho
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SONETO DE MELANCOLIA



Sinto saudade de algo que nunca tive
É nostalgia sem dó a me afligir
Que sonho estar sempre a possuir
O que nunca foi meu! Quero, inclusive,

Alçar voo muito além do ir e vir.
Viajar em mim mesmo, e no aclive
De minha alma subir, e no declive
De minhas tristes entranhas sucumbir!

Essa busca incessante nunca pára
Estou perdido no tosco labirinto
De meus velhos preconceitos, no Saara

De minhas ilusões e, então, pressinto
Que ou venço meus temores, minha tara,
Ou mergulho de vez nesse absinto!

by Manoel da Silva Botelho
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A LUA MAIS BELA DO MUNDO...


A lua mais bonita do mundo
Paira sobre o céu melgacense
E toca-me, n'alma, profundo!
A lua mais linda do mundo
Me deixa faceiro, jocundo,
Não é a lua parisiense...
A lua mais bela do mundo
Páira sobre o céu melgacense!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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IRMÃ GÊMEA DA SAUDADE



A nostalgia é irmã gêmea da saudade:
Ambas fazem sangrar o coração
Ao lembrar dos tempos de felicidade
Que se foram esvaindo na ilusão

De que tudo duraria uma eternidade
E que a vida seria sempre floração.
A nostalgia é irmã gêmea da saudade
Ambas fazem sangrar o coração!

Fui venturoso em minha mocidade:
Gozei cada instante com emoção!
No entanto, a sutil fugacidade
Levando tudo ensinou-me essa lição:
A nostalgia é irmã gêmea da saudade!

by Jayme Lorenzini García
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O MISTÉRIO DA LUA


Sabes por que hoje está mais luminosa
A lua do que em outro dia qualquer?
É o apogeu - alguns dirão - e majestosa
A lua fica, por, enfim, aparecer

Mais próxima à terra! (Dadivosa
É a noite em que acontece esse mister)
E os poetas dirão: Ela está radiosa
Porque hoje um verso livre vai nascer.

Mais só eu sei por que a lua venturosa
'Stá de um brilho que a faz embevecer
Deixando-a mais faceira e graciosa!

A lua hoje não está bonita porque quer:
Ela está assim feliz e esplendorosa
Porque emprestou o teu brilho de Mulher!

by Jayme Lorenzini García
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Eu vivi de nostalgia
'Té que um dia acordei
Pra viver no meu presente
Co'a mulher que mais amei!

by Jayme Lorenzini García
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INSTANTE FUGAZ



Viver cada instante sem desperdiçá-lo.
Ser na vida suserano e não vassalo.
Sorver no vinho o tempo que passa.
Do amanhã nada sei... e então calo!

by Jayme Lorenzini García

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PARTITURA









Dolorosa e autêntica poesia
Repentinamente paira nos versos
Minguados que me brotam d'alma
Fazendo um escarcéu na emoção,
Soletrando sílabas amargas,
Lamúrias de paz e solidão
Sintonizando o silêncio
Dolente que teima em escapar-se-me!

by Manoel da Silva Botelho
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ATRÁS DO MURO



Ainda que eu soubesse te dizer
Dos devaneios sonhados no escuro
E teus sonhos me fizesses compreender
Que teríamos um com o outro? - O futuro!?!

O futuro talvez atrás do muro
Carcomendo filósofos a morrer.
Ainda que eu soubesse te dizer
Dos devaneios sonhados no escuro

Que isso importa? Ser
Ou não ser!... Quão inseguro
É o pensamento que jaz a fenecer...
Que verso eu te diria, obscuro,
Ainda que eu soubesse te dizer?...

by Jayme Lorenzini García
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RESSACA



Enquanto eu dormia
Contigo a sonhar
A alma enternecia
Sozinha a divagar...
O mundo acontecendo
Do muro muito além
O sol amanhecendo
E eu... nesse desdém!

Depois eu acordava
Da doce ilusão
E mais triste ficava
Rebelde sem razão
O peito cá aberto
Clamando por carinho
Se fez então deserto
Perdido, sem caminho...

Ruiu um mundo; o sonho
De ser feliz ruiu
E a rima que componho
É o amor que me explodiu!

by Manoel da Silva Botelho
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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