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ELEGIA AO BRASIL DE CHICO ANYSIO









Ficarás para sempre na memória
Risonha e triste do povo brasileiro
A lembrar de tuas múltiplas estórias
Nunca sem um fundo crítico, verdadeiro!...
Centenas de personagens e tipos afins
Imaginaste e realizaste, tão cordato:
Santelmo, Valentino, Zé Tamborim,
Canavieira, Cisso Romão, Chiquitim,
Osvaldão, Professor Raimundo Nonato...

Aguçada era tua hilariante crítica social:
Não podias consertar nada, mas denunciavas tudo!
Yes!... E aliviavas de nossos ombros o mal
Sem cura de sermos um povo sofrido, sem estudo.
Imensa saudade me lacera o coração criança
Obumbrando de ternas lágrimas tua lembrança!

Deus te acompanhe e sempre te felicite
Em qualquer canto do universo Chico City!...

O Brasil perde, de uma só vez, 210 artistas.
Lembra, no entanto, de cada pormenor
Inventado por tua genialidade alquimista
Versátil em fazer sorrir, mesmo na dor.
Escultor da alegria, autor talentoso,
Inventivo, poeta, pintor, grande arteiro.
Relembramos com emoção e gesto garboso
Azambuja, Badé Mangaio, Bento Carneiro,

Padre Miguel, Painho, Pantaleão,
Alberto Roberto, Bozó, Capitão Trovão...
Uma gama de clowns saídos de tua lavra:
Lingote, Lobato, Dona Ilária, Dona Dedé,
Alfacinha, Delegado Matoso, Divino, Salomé!

Ficávamos - ante tuas performances - sem palavra...
Incomparável Chico, para sempre Anysio, gênio total!
Legendário comediante, artista completo, sem igual!
Hoje farias 81 primaveras de eterno brilho
Oh, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho!

by Jaime Adilton Marques de Araújo

Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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