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VIDA ALHEIA



Entre aspas levo a vida.
Não a que me foi dado viver
Mas a outra pela qual fui conhecido
Sem ter tido coragem de desmentir...
Pessoa e seus heterônimos
Sempre habitaram em mim!

by Jayme Lorenzini García
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QUARTO CRESCENTE



                                                     Fas-
                                                      cínio lu-
                                                       nar per-
                                                       corre a al- 
                                                        ma que sor-
                                                        ri, ao mundo,
                                                        prateada ante
                                                     a beleza lumino-
                                                    sa do Crescente
                                                 que de paz inunda
                                               os corações! Semen-
                                             tes - ternura e solidão -
                                           sonhos que precisam
                                         germinar; flores de ca-
                                         rinho a desabrochar!
                                       Cresce na alma a ur-
                                       gência de ser feliz, 
                                      tal como cresce
                                     na lira do poeta
                                   o desejo de ser
                                    grande, nefe-
                                     libata lua!

by Léo Frederico de Las Vegas

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O LADO OCULTO DA LUA



No lado oculto da lua
Vou plantar o meu jardim
Entregar minh'alma à tua!
No lado oculto da lua
De mãos dadas vou à rua
Com meu triste querubim
No lado oculto da lua
Vou plantar o meu jardim!

by Jayme Lorenzini García
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PILEQUE DE AMOR



Não devo chorar
Nem mais um pouquinho por você
És meu grande amor
Mas vou te esquecer
Tenho a alma louçã
Dizendo adeus
Sofro agora, muito embora
Seja feliz amanhã!

Você pisou sem dó
No peito murcho
Do poeta que te fez
Versos de amor

Um pileque homérico
Vou tomar curtindo a minha dor!

by Jayme Lorenzini García
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CUMPRIMENTOS D'AMOR



Bom dia,
Flor do dia
Que alegria
Tua companhia
Na poesia
Amanhecida!

Boa tarde,
Flor da tarde
Que sem alarde
Vieste tarde
Para o mar de
Minha vida!

Boa noite,
Flor da noite
Que traz o açoite
De pernoite
Desiludida!

Bom dia,
Flor do dia!...

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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CONECTADO

Ao Emanuel G. Matos,
autor de Nostalgia

O homem tem mais poder
De acordo com a invenção.
É possível com o tablet
Trazer o mundo à mão!

by Jayme Lorenzini García
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MINHA CABROCHA



Meu coração é um salão de dança
Esperando a moça de Alenquer
Que chega seduzindo e me lança
Um olhar que me faz enrubescer

Um olhar onde vai subjazer
Meu desejo de bem-aventurança
E que me faz sonhar, ter esperança,
De perder-me em seu corpo de mulher!

Mulata jovem, viçosa e feliz,
É a melhor definição que dá Aurélio
A quem é da minha vida imperatriz!

Por quem meu ser inteiro desabrocha
Ganhando antecipado qualquer prélio
Sou assim, porque és minha, ó cabrocha!

by Olímpio José de Araújo
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INFLORESCÊNCIAS DO AMOR



Essa cicatriz que vês em meu peito
Fala de um amor que resistiu ao tempo
Enfrentando as mais diversas intempéries

E se quedou silencioso aos teus pés!
Teu desejo foi mais forte e curou-me
Dessa ardente e doce chaga rubicunda

E eis-me aqui redivivo outra vez

Para florir meu amor em teu jardim!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SEM DIZER ADEUS



Não vislumbrei o gesto de adeus
Em teus olhos marejados de dor
Nem a triste névoa dos meus!
Não vislumbrei o gesto de adeus
Sob a luz dos olhos teus
Que iluminava o nosso amor
Não vislumbrei o gesto de adeus
Em teus olhos marejados de dor!

by Jayme Lorenzini García
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VERSO NOVO, LUA NOVA!










Preciso de um verso novo
Para acompanhar a lua
Que acaba de nascer.

Lua Nova, trazes renovo,
Varres a solidão da rua,
Fazes o poeta entender

Que és deusa encantada

Em tua áurea prateada!

by Léo Frederico de Las Vegas
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A SELVAGEM DA AMAZÔNIA


Estou a pensar na Amazônia
E na sua sina tristonha...
Mas o decote ousado
- Deixa-me pirado -
Da Índia causando-me insônia!

by Jayme Lorenzini García
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GRITOS DA SELVA



Nós, guerreiros da selva,
Filhos de Guaracy
Erguemos nossas vozes
E fazemos saber que

Quando a mãe natureza era nosso lar
Quando a noite estrelada nos velava o sono
Quando a lua - lampião pairando no alto -
Iluminava as nossas tabas
Quando éramos todos
Bravos guerreiros, mas irmanados
Quando nossas nações eram todas soberanas
Quando nosso viver era um poema de paz...

Então os homens brancos chegaram!...

Eles deveriam ter ficado contentes
Por encontrar nos mares do Sul
Gente como eles - heróis em seus feitos!

Contudo, seu contentamento foi diferente
E nos soou aos ouvidos como silvos de morte.

Assim que o primeiro barco caravela chegou ao Brasil
E o branco contaminou com seus pés nosso solo selvagem
Começou o nosso sofrimento.

Com fome sanguinária e aurífera
Pregando a vida que provém da Cruz,
Mas trazendo a morte em seu seio
O homem branco através de terríveis massacres
Procurou destruir nossos costumes
Impondo-nos modos de vida que não queríamos
Nem podíamos assimilar.

Fomos classificados como seres irracionais,
Embora tivéssemos cultura própria...
Fomos transformados em escravos
Nós, que dantes éramos os bravos Filhos do Sol!

Tentaram, mas não nos eliminaram de todo!
Somos poucos, é verdade,
Mas estamos cônscios de que somos
A cultura prima da terra e céu
Por mais que tentem nos ignorar
Sobreviveremos
Pois, acima de tudo,
Somos filhos de Deus!

by Léo Frederico de Las Vegas
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CICLO VICIOSO DE TRISTEZA E SOLIDÃO


Mote:
Na tristeza de um adeus, a solidão
Buscará a essência, e a perfeição de um sonho!
Izaura N. Soares

Na tristeza de um adeus, a solidão
Buscará a essência, e a perfeição de um sonho!
(Porque todo adeus é ingratidão
De quem se vai a quem fica, olhar pidonho!)

E o que há de encontrar? Jogral risonho
A embalar seus infortúnios na canção?!...
Na tristeza de um adeus, a solidão
Buscará a essência, e a perfeição de um sonho!

Talvez, no entanto, nada encontre senão
Desabafos, flores mortas, bisonho
Desalento nas pálpebras do mundo cão
Que buscando amor só encontra, tristonho,
Na tristeza de um adeus, a solidão!

by Jayme Lorenzini García
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HAYKAI N° 23



Pêssego maduro
Oferecendo-se à gula
Dos meus olhos!

by Jayme Lorenzini García
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INCOMPLETUDE













Descobri faltar vocábulos
No dicionário poético
Para descrever as fábulas
De um amor dietético!

by Jayme Lorenzini García
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AMOR VAZIO



Esse vazio que persiste cá no peito,
Essa vontade imensa de chorar
É fruto de um amor que foi desfeito -
Triste estrela que feneceu no ar!

Amargurado e impedido de sonhar
O poeta, se queda, insatisfeito!
Esse vazio que persiste cá no peito,
Essa vontade imensa de chorar

Mostra que não há nenhum proveito
Em amar sem ser amado. E não há
Quem haja, seguindo esse preceito,
Se dado bem sem que venha a lamentar
O vazio que persiste em seu peito!

by Manoel da Silva Botelho
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O AMOR E O TEMPO






Quero escrever em tua pele meu destino
Com o ardente conta-gotas da paixão;
E as tintas rubras usar do coração
Pra expressar minha libido em desatino.

(Quero voltar no tempo e ser menino
E, assim, fruir a doce satisfação
De enlaçar entre as minhas a tua mão
E trazê-la do meu peito ao torvelino...)

O meu querer, no entanto, é tolido
Pelo espaço-tempo que me devora
Os muitos sonhos qual se fosse uma áspide!...

Ó Cibely, não sei porque hei sofrido,
Mas sei que a angústia cruel me apavora
Do tempo que a tudo encerra em sua lápide!

by Olímpio José de Araújo
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SILENE VAGA, PELO CÉU, MINGUANDO...



Logo após o apogeu de lua cheia
Silene vaga, pelo céu, minguando,
Tal qual a solidão que se alteia
Um corcel de estrelas cavalgando!

E o coração que firme segue amando
Serenamente de lírios se incendeia.
Logo após o apogeu de lua cheia
Silene vaga, pelo céu, minguando.

Enquanto lágrimas revoltas na areia
Um amor proibido vão regando
Rimas de luz injetam-se na veia
Do poeta cujo amor vai declinando
Logo após o apogeu de lua cheia!

by Jayme Lorenzini García
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ELEGIA AO BRASIL DE CHICO ANYSIO









Ficarás para sempre na memória
Risonha e triste do povo brasileiro
A lembrar de tuas múltiplas estórias
Nunca sem um fundo crítico, verdadeiro!...
Centenas de personagens e tipos afins
Imaginaste e realizaste, tão cordato:
Santelmo, Valentino, Zé Tamborim,
Canavieira, Cisso Romão, Chiquitim,
Osvaldão, Professor Raimundo Nonato...

Aguçada era tua hilariante crítica social:
Não podias consertar nada, mas denunciavas tudo!
Yes!... E aliviavas de nossos ombros o mal
Sem cura de sermos um povo sofrido, sem estudo.
Imensa saudade me lacera o coração criança
Obumbrando de ternas lágrimas tua lembrança!

Deus te acompanhe e sempre te felicite
Em qualquer canto do universo Chico City!...

O Brasil perde, de uma só vez, 210 artistas.
Lembra, no entanto, de cada pormenor
Inventado por tua genialidade alquimista
Versátil em fazer sorrir, mesmo na dor.
Escultor da alegria, autor talentoso,
Inventivo, poeta, pintor, grande arteiro.
Relembramos com emoção e gesto garboso
Azambuja, Badé Mangaio, Bento Carneiro,

Padre Miguel, Painho, Pantaleão,
Alberto Roberto, Bozó, Capitão Trovão...
Uma gama de clowns saídos de tua lavra:
Lingote, Lobato, Dona Ilária, Dona Dedé,
Alfacinha, Delegado Matoso, Divino, Salomé!

Ficávamos - ante tuas performances - sem palavra...
Incomparável Chico, para sempre Anysio, gênio total!
Legendário comediante, artista completo, sem igual!
Hoje farias 81 primaveras de eterno brilho
Oh, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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DIVAGAÇÕES




Mergulhado na penumbra da madrugada sem estrelas
Ouvindo o silvo moribundo do silêncio
Um pensamento quebra meus devaneios
E, com o tablet em minhas mãos,
Testo o touchscreen de minha poesia!

A folha em branco é um desafio:
Que hei eu de escrever
Se não me ocorre nenhuma ideia
De galanteios, floreios românticos,
De paixonite aguda,
De sofrimento sem quê nem pra quê?

Que há de expressar o leve toque
Que imprimo à superficie serena do tablet
Se esqueci as lições de métrica
Que eram meu alento em criança?

Que rimas hão de florir meus sentimentos
Se o que sinto está impregnado
Do bafejo selvagem e solto
Da poesia pós 1922?

Na jovem madrugada sem estrelas,
Mergulhado na mais sombria penumbra
Meus dedos nervosos escrevem
Na superfície (in) sensível do tablet
Os versos que cortam o silêncio
Que se esfacela, moribundo,
Na íris do horizonte plúmbeo.

Mergulhados, na madrugada sem luz,
Meus dedos fabricam
O meu dormido pão diário!

by Manoel da Silva Botelho
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HAYKAI N° 22


Tarde de outono –
E no céu azul profundo
Vênus a luzir!

by Jayme Lorenzini García
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BRINCANDO EM TEU OLHAR!



A poesia veio brincar em teu olhar
E mostrou seus dentes brancos para mim
Desde então não fui mais eu. Posto a sonhar
Deixei-me solto, cabelo ao vento, sorrir assim!

Doce surpresa, gota de orvalho no alecrim,
Relva macia na brisa leve a se encrespar
A poesia veio brincar em teu olhar
E mostrou seus dentes brancos para mim!

Então passei a ver sentido no luar,
Na escura noite, no raiar do dia, enfim,
Porque meu dia se inundou do teu pensar
E quando tudo em minha vida chegava ao fim
A poesia veio brincar em teu olhar!

by Jayme Lorenzini García
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ANTES QUE O DIA SE VÁ...



Antes que o brilho triste
De teus olhos tontos
Apague a chama da esperança
Que há nos meus
Antes que te envolvam
Trevas espessas do desencanto
Deixa que eu me vá, amor,
Embora pra os seios teus!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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MUITO MAIS QUE PALAVRAS...



As palavras por mais que sejam belas
Não expressam nem traduzem fielmente
O sentimento que tenho por ti.
Tenho algo guardado a sete chaves
Dentro do coração e que pertence somente a ti.
Tenta ler nos meus olhos toda a nossa história
De amor e depois me diz se tudo
Em mim não expressa essa nostalgia
Que faz parte do amor que te tenho. É algo misterioso
Porque não posso explicar. Não sei porque te amo,
Apenas amo e... Como eu quisera que isto bastasse!
...Tu, tão-somente tu, em minha vida
E eu voltei a sorrir outra vez!
Com este teu jeito meigo de ser,
De encarar a vida sem temer o futuro,
De provar pra si mesma
Não obstante os problemas,
Que deve e pode ser feliz,
Fizeste-me sair da beira de um precipício que me conduzia à morte.
Tenho vontade de beijar-te continuamente
Porque tenho medo de perder teu delicioso beijo
Tenho vontade de abraçar-te e acariciar-te,
De provar que te amo, porque és minha ilusão,
Minha doce morena, minha paixão.
E na minha vida, hás de estar sempre em meu coração!

by Léo Frederico de Las Vegas
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HAYKAI Nº 21



Vencendo obstáculos
- Negra cortina de nuvens -
A Lua Cheia surge!

by Jayme Lorenzini García
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JAMAIS ME ESQUECEREI DO NOSSO IDÍLIO


Nesta hora de total ternura e desprendimento
Esmaga-me violentamente
A tua saudade, meu amor!
Sinto saudades do nosso primeiro beijo
Beijo que me fez te amar.
Da doce surpresa que me fez estremecer
E entregar-me, sem reservas, ao teu amor.
Bem sabes que eu não via mais beleza na vida;
Para mim o amor tinha um gosto amargo;
Entretanto, apareceste na minha vida
Deixando marcas profundas que nem o tempo
Conseguirá apagar.
Cicatrizaste todas as minhas feridas
E me fizeste feliz.

É difícil acreditar,
Pois o que vivo é lindo demais
Para ser verdade.
Vivo mais um dia de intensa felicidade
Porque te amo!
Porque descobri belezas que outrora, por falta
De amor, não enxergava.

Presentemente têm mais encanto
As noites estreladas
Trazem-me uma graça indizível
As esplendorosas noites de luar...
O cântico dos pássaros não me soa monótono
Aos ouvidos, mas me trazem a melodia do amor!
E é justamente isso que me faz feliz,
Pois se sou capaz de sonhar
Sou também capaz de tornar meus sonhos realidade.

Talvez não acredites, mas hoje acordei feliz.

E como se fosse um sonho, ouvi a amiga cotovia
Entoar suas mais alegres notas musicais
E pensei na impossível possibilidade de ser um pássaro,
Um beija-flor cuja suprema felicidade nesta vida
Fosse beijar continuamente a linda flor dos lábios teus!...

... E o alegre canto da cotovia
Anunciava que já a madrugada cedia seu lugar
A um dia cheio de ternura e amor.
Levantei alegremente. Os versos começaram a
Surgir em meus pensamentos. Peguei caneta e papel
E... Eis-me aqui... Traduzindo em palavras
A chama desse amor que me consome,
Escrevendo esta mensagem cujo teor
É a expressa linguagem do meu coração
A te falar de um amor que já toma conta de mim.

Não sei qual será meu destino,
Pois a vida nos reserva surpresas,
Mas, sejam elas quais forem
Fica no ar uma certeza:
Jamais me esquecerei do nosso idílio!

by Léo Frederico de Las Vegas
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INVENÇÃO










Introduzo a felicidade
No frágil frasco da vida
Para, sem fatalidade,
Amar-te, minha querida!

by Léo Frederico de Las Vegas
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FASCÍNIO & DESEJO...



A castidade me fascina
Em teu olhar de menina
Tigresa, mulher,
Que vejo nascer
Em tua voz serafina
O princípio do prazer.

Pois me fazes enlouquecer
De desejo embevecer
Ó meiga taurina
Que dir-se-ia não haver
No mundo outro ser
Com tamanha pantomina.

Ser que viva na surdina
Inebriando com a retina
A quem quiser...
Quanto a mim esse querer
Transbordou, virou rotina
E nesse olhar de turmalina
Hei de meu corpo aquecer!

by Jayme Lorenzini García
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REFÚGIO



Filho da lua, trago na alma vestígios
De um canto edulcorado no pincel da solidão...
Pássaro sem asas, mergulho até o Estige
E roubo aos vampiros esta lúgubre canção!

Noite à fora, inalo, com tal sofreguidão
A vida, meu consolo - que estou sem remígios -
E espalho sem medo meu canto em precaução
Apesar do assédio impuro da Estrige

Que me levou a fé, e a alegria , e a sombra
E me deixou angustiado, desnudo, sem paz
E sem esperança e sua verde alfombra!

Pois meu canto é refúgio à margem dos medos,
É o mais popular de meus antigos segredos
É um verso no qual o meu ser se compraz!

by Léo Frederico de Las Vegas
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HAYKAI Nº 20



 
Domingo de ramos -
As verdes palmas saúdam
O Rei e Senhor!

by Jayme Lorenzini García
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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