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OH, VEM AMOR


Mote:
Oh, vem amor calar este meu pranto,
Que me agoniza o peito em demasia.
Edith Maria Lobato
Oh, vem amor calar este meu pranto,
Que me agoniza o peito em demasia.
Vem devolver a paz para o meu canto
Vem me trazer um pouco de alegria!

Já definhando estou na letargia,
É que por ti tenho chorado tanto
Oh, vem amor calar este meu pranto,
Que me agoniza o peito em demasia.

Pois eu preciso de teu acalanto
Mais que o cego de ver a luz do dia,
Por isso choro esse desencanto
Nos tristes versos de minha poesia.
Oh, vem amor calar este meu pranto!..

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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HAYKAI N° 19



Baile da alegria! - 
Entre denso nevoeiro
O Crescente fértil!

by Jayme Lorenzini García
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O ADEUS DE UM ESTADISTA

 

Jubilosos os portais da eternidade
O brioso homem, receberam, sem igual.
Saudando-o, os anjos em festival,
És bem-vindo - lhe disseram - tenha bondade,

Assente-se e descanse só um pouco! [...]
Lamentamos essa perda irreparável
Em meio aos cacos de um mundo louco
No burburinho da noite inefável.
Cessem os hinos todos entoados
As glórias sem par dos mascarados
Resoluto, Alencar nos deixa órfãos!

Guardaremos no sótão da lembrança
O exemplo maior de honradez, bonança,
Melhor virtude, celestes órgãos!...
Em tristeza e pranto nos quedamos
Sol entre nuvens, oh!, piar de gaturamos!

Da coruja o algúrio impoluto
Anuncia que o Brasil está de luto!...

Seguindo em frente, já que a vida continua,
Imitemos o estadista, (levemos-lhe madressilva...)
Lutando pra que não haja mais crianças de rua
Vamos, Brasil, mostra tua cara nua e crua
Avante, por José Alencar Gomes da Silva!

by Jaime Adilton Marques de Araújo

Homenagem do poeta ao homem honrado, José Alencar, que adentrou os Portais da Eternidade, há um ano, em 29 de março de 2011. Eternas Saudades!!!
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DECISÃO




Não vou mais traduzir em versos loucos
Esse amor que trago aqui no peito
E que devora-me a carne e o viver.

A mim já bastam esses versos poucos.
Não quero mais saber o que é feito
Da antiga alegria de saber

Que me lias com ternura e nostalgia...

Vou naufragar no mar da poesia!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SAUDADE SEM CURA...



Saudade que dói não mata
Mas maltrata o coração
Só faz a gente chorar
Lamentar-se de paixão!

by Jayme Lorenzini García
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VIRELAI DE AMOR



Teu olhar diamante
Em meu olhar de amante
 - Intenso luar -
Me faz suspirar
Com voz sussurante
Que sempre te hei de amar!

E eis-me aqui a falar
Deste forte desejar
Que tenho - inebriante -
Em meu peito a solfejar
Poesias pelo ar
Que, de rubro, teu semblante

Tinjam num escaldante
Desejo mirabolante
De beijar
Tua boca e sugar
Num instante
O lábio alucinante
Que a mim vens entregar!
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SONETO DE AMOR & TÉDIO



É na ilusão da improdutividade
Que produzo as canções de amor e lua
Falando dessa dor que me invade
O peito que sangrando continua!

Chego a fingir que é pura verdade
Essa ausência que se não extenua
E me embriago de tristeza e saudade
Rimas esparsas jogando pela rua...

Oh, ócio que penetra minhas veias
Para só parasitar a minha alma,
Essa aranha temível e sem teias!

Quis um poema de amor, caluda!...
E eis aqui (calma meu estro, calma)
Só me saiu essa canção insossa e muda!

by Manoel da Silva Botelho
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INQUIETUDE 6.0

 Minha foto
Ao Itamar de Vasconcelos Ribeiro Júnior

Oh, intermináveis dias... Oh, noites sem fim...
Tateio no obscuro de minha triste alma e não há absolutamente
Nada que explique minha augusta solidão: Querubim
Maldito a mendigar a melodia gloriosa da minha amada e mágica aurora!...
Talvez a poesia me fosse alento, alimento e mais que isso: lenitivo,
Réstia de luz residual, sobra das migalhas trituradas das quais sobrevivo!...

Ó Deus dos desgraçados! Onde estás que não respondes
Meu grito de socorro?!... Por que te escondes?...

Ó vinde e vindicai-me a Vós, e valei-me, nessa hora, Vos peço, ó verdadeiro Senhor,
Que sou desgarrada ovelha, sem aprisco e sem pastor!...
Sonâmbulo e acabrunhado vejo trevas espessas
Caminharem certa, cuidadosa, clara, cândida, cálida e tranquilamente,
Passos sóbrios, sincronizados, cadenciados,
No horrendo, fétido e imundo bueiro do submundo de profunda desilusão dos menestréis!
Oh, céus! Estou, com certeza, crivado de dúvidas, perdido nas selvas cruentas desse desencanto,
Emaranhado por vãs filosofias: estórias dos encantados pelos encantos de Sophia!...
Lembro, ó laureada lady e Dama da Noite, da louca lucidez da lua -  tua espádua nua,
O rocio sobre teus mamilos eriçados
A serpear sorrateiro por teu sôfrego ventre rumo à selva serena de teu sexo!

Ríamos amorosa e claramente sem parar das bobagens mais puras e simples:
Inexistia a metafísica complexa que angustia a alma!...
Não obstante a brisa brejeira dessa boa recordação... (Basta! Isso foi há bastante tempo...)
Mas, enquanto estou aqui pensando nos verdes olhos de Christina
Vou inalando a intragável e imensa solidão que trago imersa nesse trago de cigarro
A roer as entranhas ruminantes  da Noite fria e tenebrosa:
Obumbrantes obstáculos inescrupulosos de minha doce paz!...

Jubiloso, junto a vocês quero estar, sem jaça,  ó Jussara, ó Jacira, ó Maria Janice,
Ser merecedor único de vossa unívoca, umbilical, inequívoca, única e inesquecível atenção;
Ser ninado, nanado, acalantado por vossos numerosos braços de pelúcia,
Sutil inocência que me falta no limiar deste escuro cinzento!...
Aonde andará o gozo dos poetas?
Triste de uma ternura mórbida verbalizo: oh, raios! Quando terei, sossegado, minha lápide?!...

by Manoel da Silva Botelho
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LUA NOVA, OUTRA VEZ!...



...E a lua prateando a estrada
de meus sonhos tornou-se nova,
Nova outra vez!...

by Yara Cínthya Marcondes da Silveira
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PARA SABERES DE FATO O QUE É SAUDADE...




Para saberes de fato o que é saudade
Hás que sentir a sua falta ao teu lado
E o silêncio de sua voz que te invade
Deixando o dito e o não dito no passado.

Para sentires a dor de estar calado
E emudecido qual na alva a cidade
Para saberes de fato o que é saudade
Hás que sentir a sua falta ao teu lado.

E é uma ausência dorida, de verdade,
Que magoa o coração já magoado
Que o estimava com sinceridade.
Só não podia esse torpor desesperado
Para saberes de fato o que é saudade!

by Jayme Lorenzini García
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HAYKAI N° 18

SÉRIE: ESTAÇÕES

Próximo ao equador
O poeta canta, indeciso:
Primavera? Outono?

by Jayme Lorenzini García
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BUSCO-TE, ETERNO E GRANDE AMOR!




Busco-te na gota de orvalho
Que embriaga a flor
Na borboleta que
Saindo da crisálida
Ensaia seu primeiro voo!

Busco-te nos suspiros
De Romeu e Julieta
Nos botões de uma rosa
Envaidecidos de serem
O pouso de uma borboleta!

Busco-te no perfume das rosas
Que encantam meu jardim
No cálido beijo do sol
Que feliz, faceiro,
Vem acordar a mim!

Busco-te, porque és
Meu céu, meu paraíso!
Tu és tudo em meu sonho
És o eterno e grande amor
Que eu preciso!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO DE DOR E DE DESESPERO...




O meu sonho perdeu-se no banzeiro
Que causaste passando em minha vida
Qual Mãe D'água levando de vencida
Na triste igara o índio sem roteiro.

Não comportou meu sonhar tua partida
E por isso eu divago o dia inteiro
Na selva da paixão - grande guerreiro -
A buscar a tua graça imerecida.

Pois, na ânsia de novos horizontes,
Tu partiste e nem sequer olhaste
Para trás a ver quem, esfacelado,

Ficara a chorar no cais, nas pontes:
De dor - porque meu pranto provocaste;
De desespero - pois fui abandonado!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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TRIOLÉ DE CIO E DE ÓCIO

 

No cio das horas
Consumo meu ócio
Enquanto demoras!
No cio das horas
Meu pranto deploras
Molhando teu bócio
No cio das horas
Consumo meu ócio!

by Jayme Lorenzini García
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VELHO E ETERNO TEMA



Vou voltar ao tema
Do meu cancioneiro
Revelar todo o dilema
Que marcou o amor primeiro.

Vou falar dos sonhos
Que ninguém colheu
De um amor calmo, risonho,
Que jamais envelheceu.

O tempo
Ou a distância
As asas
Da fantasia
Nada conterá a ânsia
De eu amar-te com alegria!

O tempo
Ou a distância
As asas
Da fantasia
Nada conterá a ânsia
De eu amar-te noite e dia!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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INTERMINÁVEIS DIAS...

 

ao Zack Itamar Vasconcelos
Há dias que me sinto cansado
Há dias que me sinto tristonho
Há dias que de tão desolado
Nenhum triste verso componho.

Há dias que me roubam a noite
Há dias que sufocam minh'alma
Que se esquiva do fero açoite
Da Megera que me tira a calma...

Há dias que um grande vazio
Se instala na minha vida
E a corrói fio após fio!

Há dias que de tão combalida
Minh'alma no ócio do cio
Chafurda, na lama, perdida!

by Manoel da Silva Botelho
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LA LUNA MENGUANTE...


Quando a dor de meu peito minguar
Quando a lua no céu não florir
Quando a dor da saudade apertar
Quando a lua à ternura fundir

O carinho que eu sinto por ti
À vontade de sempre te amar
Quando a dor de meu peito minguar
Quando a lua no céu não florir...

Como sempre aqui vou estar
Pra não ver-te outra vez partir
Pra que a seta do teu doce olhar
Não mais fira o meu a sorrir
Quando a dor de meu peito minguar!

by Jayme Lorenzini García
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UM CANTO AO AMOR



Vou cantar o meu amor
Numa rima diferente
Desejo daqui pra frente
Entoar em seu louvor
Versos com muito primor
Versos que façam sentido
Pois muito tenho sofrido
Essa paixão tão ingrata
Que me dilacera e mata
Nos Dez De Queixo Caído!

by Jayme Lorenzini García
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ÚLTIMA SOMBRA



Quem és tu, sombra antiga e companheira
Que nem ao menos foste Namorada,
Mas do poeta a sempre Bem-Amada
Musa inspiradora, única e primeira?!

Por que vens na minha hora derradeira
Beijar-me a face triste e cansada,
Se - inclemente - o tempo pela calçada
Expôs ao vento a minha vida inteira?!

Por que vens atiçar-me o fogo extinto
E acender-me o braseiro por instinto
Se me falta o vigor da juventude?!

Oh, anjo louco! Pra quê todo esse alarde
Se chegas já, pra minha vida, tarde?...
Por que não vieste quando amar eu pude?!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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BUARQUEANO

 

Impregnado em teu corpo
Feito tatuagem
Vou te degustar!

by Jayme Lorenzini García
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A VIDA, APESAR DE TUDO!


Uma gaivota passeia no céu da tarde
E ele não está mais aqui
Para registrar acontecimento tão banal...
Uns filhotinhos de leão
Recebem de sua mãe
As lições de como conquistar a vida
E ele não mais aqui está
Para achar isso estupendo
E estupidamente poético.
A vida continua acontecendo
A seu bel-prazer!

Ele, agora, transformado em humus
Faz parte da vida
Em sua morte silenciosa
E prematura
Cheia de adeuses e flores...

Ele é a própria seiva
vital que nos anima
Nesta tarde tão cinzenta!

Que saudades,
Que dores,
Que saudades...

A vida acontece
Apesar de tudo...

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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LUA CHEIA EM FORMATO DE MULHER



A lua que brota do flanco de teu ventre
É mais antiga que o primevo odor de Eva
Que ensandecia a luxúria de Adão por entre
As folhagens do Paraíso rumo à Treva!

É a mais romântica e triste lua dentre
Todas as que já vi! Lúbrica, maleva,
Que inebria todos os meus sentidos, mentre
Na ara do prazer minha alma seva!

A lua que brota em meio às tuas pernas
Tem o cheiro estonteante das luzernas...
Intumescida de prazer é doce íngua!

A lua cheia que ilumina lobos e lóris
É tua vulva luxuriosa, é teu clitóris,
Que se entregam à fome de minha língua!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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A LUA SOU EU...



Se a lua adentrar devagarinho
Os desvãos de tua alma solitária
Sou eu iluminando teu caminho!
Se a lua adentrar devagarinho
No silêncio da noite procelária
Estarei ao teu lado, secretária,
Se a lua adentrar devagarinho
Os desvãos de tua alma solitária!

by Jayme Lorenzini García
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O CÂNTICO DOS CÂNTICOS



Teus mamilos encantam meu olhar
E me fazem vibrar o corpo inteiro...
Paira uma réstia de luz sublunar
Sobre as maçãs de teu rosto faceiro!

E esse encanto prossegue verdadeiro
Trazendo-me de volta o doce lar
Uma névoa, deixando, sorrateiro
De saudade, teu sorriso a pratear!

E me seduz teu canto de sereia
E me envolvem os teus braços de giz
E as tuas doces carícias de areia

Que me lembram o quanto fui feliz,
Quando sob o esplendor da lua cheia
Eu fui teu Salomão, minha Belquis!!!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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UM SONETO AO PORTO SOLIDÃO


Ao Zeca Bahia, ao Ginko
e ao inesquecível Jessé

Nenhum veleiro repousou na palma
Da minha mão frustando o sentimento
Que não soprei e que se foi com o vento
Perder-se nos meandros de minh'alma

Junto ao meu coração, mar violento,
Açoitado pelas ondas - sem trauma -
Guardando versos que têm o acento
Dos meus poetas mortos em doce calma!

Segredos de amores naufragados
Que o tempo não pôde destruir
No fogo da paixão sacramentados...

Nenhum veleiro! Nada! Tudo é Não!...
E eis-me só, tão sozinho a ouvir
Os lamentos do Porto Solidão!

by Jayme Lorenzini García
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O RAIAR DE UM NOVO DIA


Mote:
O sol brilhou no infinito do meu olhar
Lentamente o universo se despojou!
Izaura N. Soares
O sol brilhou no infinito do meu olhar
Lentamente o universo se despojou
Da melancolia que havia em meu penar
E o medo de viver então se dissipou


Nas notas da canção que o pássaro cantou
Em doce harmonia que me fez sonhar
O sol brilhou no infinito do meu olhar
Lentamente o universo se despojou!


Sim, despojou-se da austeridade do luar
Que de luzes difusas a terra inundou
E a noite escura se foi e eu vi raiar
um novo dia estival, que enfim, chegou:

O sol brilhou no infinito do meu olhar!

Jayme Lorenzini García
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MENSAGEM À SANTINA



Seja sempre essa meiga mulher
Amada por todos os corações
Não permita que lembranças quaisquer
Tristezas ou mesmo solidão
Insultem a tua vontade e o teu querer.
Nos momentos de soledade trágica
Amor será a palavra mágica

Da qual sempre te hás de lembrar
E em todos os instantes ela estará

Sempre pronta a apontar-te
O caminho que deves seguir.
Um beija-flor ao encontrar-te
Zumbirá bem juntinho a ti
Amorosas palavras de doce consolação!

Meu amor - ele dirá, sem restrições -
Eu te amo mais que tudo nesta vida;
Não consigo viver sem você, não!
Doce amada minha! Minha querida!
Em teu sorriso um eterno amor esplendes,
Sereníssima Santina de Souza Mendes...

by Olímpio José de Araújo
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AMOR AMADURECIDO



Impossível reiventar a adolescência:
Meu amor, agora, está maduro.
Como a rima que engastada na cadência
Do verso torna-o diamante puro!

Vou degustando com o meu olhar impuro
De teus mamilos a doce inflorescência.
Impossível reiventar a adolescência:
Meu amor, agora, está maduro!

E, por maduro, entenda-se, com urgência,
Um amor do passado e com futuro.
Um amor que não vive de clemência,
Mas de um ardor intrépido, seguro.
Impossível reiventar a adolescência!

by Jayme Lorenzini García
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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