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AS NOVE FACES DE SILENE



Lua Nova, te quero sempre, ó lua antiga,
Trazendo o vigor para o meu ser.
Lua Crescente, Quarto Crescente! Amiga
Lua Gibosa, pra meu vazio preencher!

Lua Cheia, és doce olhar de rapariga,
Lua Balsâmica, curas meu sofrer;
Quarto Minguante, Lua Minguante, a briga
Minguas que me pudesse aborrecer!

Amo-te, pois, inteiramente, ó Diana!...
Com o teu vítreo olhar de porcelana
Ó Lua Negra, clareia a minha vida,

Pois admiro o teu porte majestoso...
Sou assim: noturno, lunar, viscoso
Cantando a ti, ó lua linda, lua querida!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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DEPOIS DE MUITAS LUAS...



Depois de muitas luas estou de volta
Para os teus braços molhados de sereno...
O mundo era áspero, vazio, pequeno
Para o amor que batera à minha porta

E eu fui seguindo em minha visão torta
À sombra de um gótico olhar romeno,
Aquela que minha vida encheu de pleno
Gozo, mas me deixou... revolta!...

Percebi, então, a ilusão que eu vivera
E senti a tua falta, a tua ausência,
E a descoberta mais fantástica eu fiz:

Que sem você já não existe primavera,
Que sem você sou um poço de carência...
Voltei depois de muitas luas... pra ser feliz!

by Jayme Lorenzini García
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PAIXÃO REMOTA





Ao acreditar no teu amor eu fui um idiota.
Ao pensar que me amavas fui um imbecil,
Pois, disto, o resultado foi um sofrimento vil
E tudo o que restou foi esta paixão remota!

O que eu sentia por ti era lindo e verdadeiro.
Mas foi com grande indiferença que você pagou
Esse lindo, maravilhoso e esplêndido amor
E no meu coração deste um golpe certeiro!

Agora, lamento e choro a minha desilusão
E seguindo minha sina, morto de paixão,
Sei que sempre vou te amar, ó ninfa dourada!

Ah, se quisesses aos meus braços voltar
Como pássaro sem asas que não pode voar
Cairia em tua rede, minha eterna e doce Amada!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SAUDADES...

Docival De Souza Gomes

Por quanto tempo ficam as saudades no peito
A choro, risos e lágrimas de primavera a regá-las
Se seu dono já não as reclama
Enternecido, afagado, acariciado pelo beijo da morte
Amorosamente com ela entrelaçado
No jazigo abandonado?

Hão de passar, pau-la-ti-na-men-te, como as nuvens
De uma tardezinha de verão
Que, sem pudor, nos privam da lua nova!?

Primeiro os gestos debochados:
Depois um certo jeito de sorrir,
A certeza de que Drummond era o maior,
A própria face inconfundível
Confundida com a explosão de uma supernova?!

(Saudade boa não comporta esquecimento..., never, never, never!)

Mas as lembranças do que foi e já não é,
Transformam-no, por fim, em adubo para as rosas...
Destino (inclusive) de todos nós, Docival!...

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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THE SWEET POISON OF THE SCORPION (O DOCE VENENO DO ESCORPIÃO)


Jamais conheci quem me despertasse tanto desejo,
Oh, suave symphony of sparrows, vulcão em erupção,
Soltando lavas de volúpia incandescente em tua libido!
Yes! Levando-te ao cerne do abismo de ternura
A expelir brasas em minha paixão vesuviana!
Nocauteado estou por tua visão inebriante,
Estonteante, provocante, noctívaga pantera!

Sou um escravo de tuas vontades dominantes!
Inundado estou do perfume de tuas entranhas -
Licor levemente salgado que sai de tua gruta! -
Vou perder-me, pirado, em tuas loucuras,
Ancorando meu veleiro no porto de tua solidão!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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SONETO DE NATAL


À Ir. Lucilene de Fátima Martins do Monte
... Mas ainda existe da humanidade
Uma parcela que feliz celebra
O Natal com alegria, paz, fraternidade...
E um canto de amor aos céus eleva

Agradecendo de Deus a humildade
Que na manjedoura de Belém se fez criança
Anunciando um tempo de prosperidade
A todos os homens enchendo-os de Esperança

Num futuro melhor, sem excluídos...
Onde todos num só rebanho reunidos
Ouvissem o som dos sinos da Matriz

A conclamar à paz, ao amor e ao perdão…
E todos, mãos dadas, em confraternização;
Cantassem, pois, felizes, Noite Feliz!

by Léo Frederico de Las Vegas
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A FASCINANTE LUA NOVA


É inigualável o fascínio que exerces
Em minha vida de poeta louco
No lusco-fusco do fim de tarde de Bandeira!

És, pra minh'alma, hóstia sagrada, na quermesse
Da indiferença que me tira do sufoco
E me faz renascer pra vida verdadeira!

Quisera tanto fazer-te uma alegre trova

Mas só saiu-me este indriso, ó lua nova!

by Jayme Lorenzini García
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SERENATA


Sinto uma saudade tua
Tão grande
Que não me cabe no peito
E me escorre pelos olhos
Em lágrimas!

Só há uma Lua Negra
Que espia
Nosso amor clandestino!...
Onde, pois, então,
Ser feliz
Se a própria vida me diz:
Não podes, ó poeta,
Desiste,
Não insiste?!

Só,
Estou tão só
Tenho um violão
E uma cachaça
Na noite escura
Em plena rua
Uma música
Pra você
Agora vou tecer
Em suave serenata!

by Manoel da Silva Botelho
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HAYKAI N° 11


Há canção no lago! -
Orquestra suave música
A rã de Bashô!

by Jaime Lorenzini García
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ELEGIA À AMADA QUE SE FOI

  
Ao Sr. Felinto Lobato García

Saudade é a palavra que define a dor desse momento
Eternizado nas cálidas lágrimas dos rostos abatidos
Muitas lágrimas que demonstram o sentimento
Ímpar daqueles cujos corações estão feridos
Rasgados, despedaçados, dilacerados,
A esvaírem-se nas pálidas pétalas da flor
Mimosa flor que foi colhida em campos nacarados
In memorian, lembrada sempre com muito amor:
Saudade, na eterna saudade que nos restou!

Como há de ser dos que te amavam tanto
A triste vida a partir de agora?
Resumir-se-á a um eterno pranto
De teu sorriso ansiando a aurora?
Ou prossigam talvez a caminhada
Sempre a lembrar-te tão cheia de vida?!
O amanhã como será sem ti, querida?!

Guardaremos teu afeto inefável
A cada instante que ainda nos restar
Reluzindo na lembrança adorável
Chama ardante que nunca apagará...
Imensamente vamos honrar dia após dia
A tua doce ternura, Semíramis Cardoso Garcia!

by Jaime Adilton Marques de Araújo

Por ocasião do falecimento, ocorrido ontem, 20 de dezembro de 2011, de D. Semíramis Cardoso Garcia, esposa do Sr. Felinto Lobato Garcia [Chiquito Garcia], e tia do poeta! Eternas saudades!


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NÃO VOU DEIXAR MEU CORAÇÃO ENVELHECER...


Não vou deixar meu coração envelhecer
Vou enganar o Tempo, a Morte, a Solidão
Eternizando em belos versos a canção
De amor à Vida! Quero, pois, enaltecer

A dádiva sem par de em paz viver
Da natureza a harmonia em irrisão;
Não vou deixar meu coração envelhecer
Vou enganar o Tempo, a Morte, a Solidão!

Vou deixar em meus versos transparecer
Todo o gozo que sinto, toda a emoção
De sentir-me feliz e venturoso ser;
Vou exaltar a vida em plena floração
Não vou deixar meu coração envelhecer!

by Jayme Lorenzini García
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O BEM MAIOR DA VIDA


Eu não quero que parem a cidade
Por minha causa quando eu morrer;
Quero que a vida continue a ser
A mesma com total simplicidade.

Quando eu me for (e espero que não há de
Ser tão breve, pois muito vou viver),
E então, sem mais nem menos, falecer
Quero que hajam com naturalidade.

E falem sobre a vã filosofia
De querer abraçar o mundo inteiro
Como a cousa mais ridícula que há.

Que junto à minha urna, com alegria,
Descubram  meu sorriso prazenteiro
E que o bem maior da vida é amar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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RONDEL DAS LÁGRIMAS TEIMOSAS


Talvez houvesse lágrimas teimosas
A escorrer-me pela triste face;
Talvez o coração atônito falasse
Do ingrato rubor das rubras rosas

Do poeta lunático, intrépido, loquace
Que as oferece à lua vã, cheirosas;
Talvez houvesse lágrimas teimosas
A escorrer-me pela triste face!

À minha Amada em tardes suntuosas
Talvez minha ternura acarinhasse
Levando-a a sentir a brisa volumosa
De minha doce canção... E em minha face
Talvez houvesse lágrimas teimosas!

by Jayme Lorenzini García
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ÚLTIMA LUA MINGUANTE DO ANO


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FUMAÇA

     
Ao meu amigo Zack, para que saiba quem é

Fui olhar-me ao espelho e estremeci:
Quanto tempo perdido em devaneio!
Incrédulo, vi um fantasma meio
Que triste!... Eu não me reconheci

No amargo rosto refletido! Receio
Que faz tempo que eu me perdi.
Quantas ilusões, fantasias, bloqueio
De tudo quanto belo eu não vivi!

Mas a imagem refletida é fidedigna.
Essa máscara hipócrita, maligna
Que vejo é tudo o que de mim restou!

Eu, que pensei ser dia e primavera
Vejo que (oh, martírio, oh, quimera!)
Não sou nada. E... eu nem sei quem sou!

by Manoel da Silva Botelho
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VOU CANTAR O MEU AMOR


Vou cantar o meu amor
Numa bonita cadência
Destacar-lhe a aparência
Revelar o seu valor
Dizer com grande fulgor
Que no peito essa paixão
Arde tal qual um vulcão
E que versos vou tecendo
E através deles dizendo
Que dele é o meu coração!

by Jayme Lorenzini García
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FLORES DO ANTIGO LÁCIO


À l'ombre 
Do ombro
Del hombre

Riposo
Tranquil lament
În pace!

by Jayme Lorenzini García
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SONETO DE TERNURA À MAMÃE


Fui por ti gerado e fui criado
Como um sonho nos ninhos do amor
Por teus braços de seda cativado
Fui peralta e do sete o pintor.

Pintado de chão brincava. O calor
De teu sorriso de mel inebriado
Me deixava, água levando o ardor
Do sol, teus braços de chuva... molhado!

Era a tua proteção sempre presente...
Mesmo hoje já crescido, teu "bebê"
Usufrui teu aconchego nunca ausente!

De que tamanho é, mãe, teu coração?
Não sei! Mas, se um erro eu cometer
Sei que será menor que o teu perdão!

by Itamar de Vasconcelos R. Jr.
    &
by Yara Cínthya Marcondes da Silveira
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BUSCANDO A TERNURA DE TEU NOME


A ternura de teu nome docemente
Fere-me; e auxílio para a minha dor
Peço aos deuses cuja vida simplesmente
Foi inteira devotada ao amor!

Mas, ninguém vem ouvir o meu clamor
E não há nenhuma ajuda evidente
A ternura de teu nome docemente
Fere-me; e auxílio para a minha dor

Busco em teu nome lamentavelmente
Que me soa aos ouvidos com dulçor
Vou seguindo a esmo, alma doente
Procurando onde quer que for
A ternura de teu nome docemente!

by Jayme Lorenzini García
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SONETO DE TERNURA À ILHA DA MARACANÃ











Onde estão as revoadas de araras,
Papagaios, maracanãs, periquitos?...
Ao visitante de hoje - mosquitos
E mutucas... e nada de aves raras!

Árvores belas tornadas caiçaras
Praias submersas, quadros precitos
De belas paisagens, mortos em ritos
Caititus, jacarés e outras embiaras!

Quando Mamede te exaltou no Hino
Que enobrece soberbo, ressupino
Meu torrão natal, de alma louçã,

Eras mais que uma ilha tão-somente:
Cartão postal, eras do céu o presente
Pra Melgaço, ó Ilha da Maracanã!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SOB O ESPLENDOR DA LUA CHEIA



Sob o esplendor da lua cheia
Cumpres um romântico ritual:
Entregar-te toda, à mancheia
Ao sublime amor puro e total!

No olhar, um desejo sem igual
Nos lábios, um canto de sereia
Sob o esplendor da lua cheia
Cumpres um romântico ritual

Que me seduz, encanta, enleia,
É meu prazer, meu bem, meu mal
A conduzir-me em tua teia
Ao gozo pleno e surreal,
Sob o esplendor da lua cheia!

by Jayme Lorenzini García
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AMOR PRA TODA HORA


O meu amor não é abstração
É latente, real, bate em meu peito
Na sintonia do prazer, desfeito
Em lágrimas que regam o coração!

O meu amor é mais que emoção
É uma áspera carícia, é um jeito
Especial de buscar o ar, refeito
Que se está da súbita paixão.

O meu amor é essa brisa leve
Que sopra em teu cabelo as luzes
Que o tempo teima em te coroar...

O meu amor sempre contigo esteve
Ajudando-te a levar as cruzes
Que nos impõem por, simplesmente, amar!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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DESABAFO...


Baleia fora d'água, buchudo e outros impropérios
Unicamente proferidos com o intuito de humilhar
Levam-me, na maioria das vezes, ao desespero,
Lesando meu orgulho próprio a ponto de me odiar!...
Yes! Oh, not! Não vou mais ouvir tais vitupérios
Na hora certa a sangue frio me hei de vingar:
Gorda é a mãe, ouviu?!... Eu também vou bulinar!

by Manoel da Silva Botelho
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A INDESEJADA DE TODAS AS GENTES...


O hálito podre da Morte me apavora
E sou alérgico ao seu terrífico estertor;
Mas sinto-o n'alma a corroer desde agora
Os quadros mais belos que a vida me pintou!

Sinto-o, numa fome voraz que me devora,
A deixar em minha boca a nâusea,  o amargor
Dos longos anos que vivi em vão, embora
Seja o retrato em preto e branco do que sou!

Tal como o verme infame que faminto espreita
A carne pútrida que se destina a ser
Seu lauto banquete na interminável noite

A Morte sem firulas ao meu lado deita
Bafejando horrores a me estremecer...
E eu, me entrego, louco, ao sibilar do açoite...

by Manoel da Silva Botelho
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A DOR DESSA SAUDADE


Essa dor em meu peito é saudade
É saudade que não para de sangrar
Que me faz pensar que inda há esp'rança
De que um dia eu possa te amar!

Essa dor em meu peito é nostalgia
É nostalgia de teu beijo, teu olhar,
Que me faz imaginar que sem tardança
Eu possa um dia meu amor te entregar!

Ah, se fosse essa dor erradicada
E nosso amor feito, enfim, realidade
Desse vida às flores mortas da sacada

Eu não pediria nada mais que essa verdade:
Saber-te sempre minha musa, minha Amada...
E eu sufocaria a dor dessa saudade!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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CUMULONIMBUS

Thunderstorm anvil - NOAA.jpg

Em síntese a noite sussura
O choro das nuvens complexas.
Dolente, a minha alma urra
Sílabas de dor desconexas.

E eu sou essa noite escura
E eu sou essas nuvens espessas;
E eu teço em sutil urdidura
Tua volta, agora, às pressas!

Pois senão o carinho perece,
Pois senão a candura fenece,
Na incerteza de tua presença.

E eu invento teu nome, teu gosto,
E uma beleza sem par, de dar gosto...
E te cultuo na minha descrença!

by Manoel da Silva Botelho
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SONETO DE AMOR E CIÚME


Surpreendi a poesia há pouco
Tecendo rimas em teus cabelos;
E eu fiquei triste em meus zelos
Enciumado feito um louco

Que desdobrei-me em desvelos...
Calíope nem percebeu - tampouco -
Será que tem o ouvido mouco?
Não vê que meus violoncelos

É que te tocam, ó Bem-Amada,
E em doce paz transfigurada
Te fazem ser feliz assim?!

Tenho ciúmes de mãos impuras
Que te afagam, ó deusa pura!...
Quero-te, inteira, só pra mim!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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À MARTA MORAES GARCIA



Uma saudade
Uma lembrança
Uma verdade
Uma esperança!

Uma pessoa
No mundo nascida
De índole boa
E dona da vida!

Quis a implacável sina
Sua roupa rasgada
E, desde menina,
Sua alma dilacerada!

Não obstante o sofrer
Ela é forte, feliz e querida
E por nada há de querer
Desistir da vida!

Ela é uma rara pepita
A mais valiosa turquesa!
Sei, ninguém acredita,
Mas ela é a minha princesa!

Dia-a-dia me consome
Uma nostálgica alegria
Que se traduz em um nome:
Marta Moraes Garcia!

Uma saudade
Uma lembrança
Uma verdade
Uma esperança

De seja aqui ou onde for
Com ela ser feliz em nome do amor!

by Léo Frederico de Las Vegas
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VONTADE DE SER FELIZ! (QUARTO CRESCENTE)

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DEZEMBRO, OUTRA VEZ...


Dezembro, outra vez,
Vem de mansinho,
Avisar-me que o ano
Envelheceu!

by Manoel da Silva Botelho
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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