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UM ENCONTRO MARCADO PELO TEMPO


Rogo ao Pai das luzes que me ajude
A aceitar a distância de teu rosto,
A ausência de teu jeito soberbo de sultana
Vestida pra matar tão simplesmente!

Que morra em mim o desejo de querer
O gosto doce de teus lábios de mel
Mas que nunca, jamais me vença o tempo,
Essa mestre sem par do esquecimento.

Não sei se vieste tarde
Ou se eu parti cedo demais...

Mas sei que trouxeste em tua bagagem
Um grande amor que não pôde ser vivido!

Duas almas gêmeas
Encontraram-se
Na contra-mão da vida
E foi apenas isto...

Mas isto foi tudo
E assim o destino marcou
As nossas vidas
Com a marca indelével
De um grande amor,
O nosso amor!

E essa história é tão comovente
Que me ponho a chorar,
Simplesmente chorar
E agradecer a vida
Por ter posto você
Em meu caminho
Ainda que por um breve momento,
Por uma chuva friorenta de inverno!

Desde então vivo alucinado
Sob o efeito de uma droga
Chamada amor eterno!


by Pedro Paulo Barreto de Lima

Felicidade não se empresta, não se compra, não se vende.
Não se pode ser tomada.
Ela não tem peso e nem medida.
Não é material e não resiste a cálculos.
Felicidade não é falsa, se for é ilusão.
Ela é confiança, sabedoria e esperança
É alegria, vontade de sorrir, de ir e vir, de ficar, de viver.
Felicidade não se ostenta e não depende de dinheiro, de poder, de luxo ou de saúde.
É sentir o cheiro das rosas, de ver as estrelas e o luar.
É estar com amigos e com eles poder contar.
Ela vem devagar, não se pode ter pressa. Felicidade não é cobiça é desprendimento. Só é feliz quem suporta perder, sofrer e perdoar. Só é feliz quem sabe AMAR.

Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar,
E uma velha ternura de bulldog!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar.
E, se razão faltar-lhe pra chorar,
Volte, então, outro dia, bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É, procurar, em vão, na madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!...


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