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A MULHER MORENA



Ó Senhor, eu quero essa mulher morena.
Seus olhos castanhos são como o céu da tarde
Seus cabelos negros são como a noite serena
Seus lábios formosos como a rosa escarlate!

Sim! És muito linda, mulher morena,
Teus encantos me conquistam, e me namoras
Dentro de todos os instantes e de todas as horas!

Teu rosto redondo é como uma lua cheia,
Teu belo e constante sorriso me seduz.
Teu canto mavioso é o de uma sereia
E o teu olhar de ressaca é a minha luz!

Ó Senhor, eu quero essa mulher morena.
Seu dorso fresco e macio é como a alfombra
Do seu busto exala um cheiro de açucena
Meu desejo é descansar na sua sombra!

Tua beleza me encanta, mulher morena!
E por estares sempre de bem com a vida
Eu sempre te hei de amar, minha querida!

Tens um coração de ouro, mulher querida,
Não obstante ter sido ingrato o pólio com você.
No entanto, és a dona da tua própria vida
E sabes que a vida foi feita pra se viver!

Isso não te traz melancolia, morena linda,
Pois nunca te deixaste vencer pela tristeza.
Mas vives a vida sabendo que a vida ainda
Te reserva, morena linda, boas surpresas!

Sê feliz, linda morena, você merece!
Tudo de bom eu te desejo de coração.
Sei que Deus ouvirá a minha prece
E te há de cobrir com a sua bênção!

Oh, não! Não me odeies, linda menina,
Por causa deste poema. Se me odiares fujo...
Ó aceita mil e um beijos deste que se assina:
Jaime Adilton Marques de Araújo
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INDRISO VIGILANTE



Estou aguardando o amanhecer
De um novo tempo que possa alegrar
Minha tão entristecida poesia,

Pois percebo que estão a desaparecer
De minha sala - com quem podia contar -
As gentes e as fotos que esbanjavam alegria!

Vigilante, estou à espera do sinal

De que continuas vivo, amigo Docival!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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REALMENTE INFINITO



O meu amor por ti
É do tamanho do infinito
Vezes dez!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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AO MEU PAI NO SEU 64º ANIVERSÁRIO


Liricamente chegas à terceira idade!
Imagens do passado te assaltam
Notívagos desejos te despertam
O olhar embaciado pelas lágrimas de saudade!

Como eu quis ser teu clone, papai querido!
O teu perfeito alter ego... e seguir teus trilhos...
Reinventei teus dilemas, teus sonhos feridos,
Reuni-os num poema, mas não fui um bom filho!...
Êh!... Quero dizer em alto e bom som: és meu herói,
Amado mestre! Pai silente! Que saudade em meu peito dói

De termos sidos mais amigos (Filho & Pai)
Eternizados na canção que aqui vai...

Ainda é tempo de imaginar-me pirralho
Rua afora a brincar - distraído assim -
A ouvir - sem compreender - teus ralhos
Úteis que se tornaram em minha vida, enfim.
Juntos, eu e você, inda seremos com emoção
O mesmo tom - ré sustenido - de uma canção!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SOL COM CHUVA



Arco-íris
É sol com chuva
Sol com chuva
É arco-íris
Chuva, sol...
É arco-íris
Pelo arrebol!

Arco-íris
Sol com chuva
Sol com chuva
Arco-íris
Chuva, sol!
Arco-íris
No arrebol!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SAUDADE É AMOR



A saudade são os seios da Amada
Sob a pele ativando o vulcão
Que irrompe em notas musicais...

A saudade é carícia revelada
Pelos dedos longos, em erupção,
Daquela que nos ama sempre mais!

Saudade, essa palavra portuguesa,

É amor em avalanche, é fúria, correnteza!

by Léo Frederico de Las Vegas
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A MAIS PROFUNDA POESIA!



O teu corpo tem inumeráveis encantos
E com uma linguagem toda especial
Me convida ao amor...
- Como és bela, minha querida,
Por tudo quanto me tens feito,
Pela alegria que me tens proporcionado,
Por me fazer acreditar em mim mesmo.
Porque há em ti, Marta querida,
Toda a plenitude dessa beleza
A que os poetas chamam vida.
E, à noite, quando estou contigo,
Um profundo amor parece emanar dele
E eu sou feliz
Porque teu corpo
É para mim
A mais profunda poesia!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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MINGUANDO A SOLIDÃO: QUARTO MINGUANTE DE MAIO!


          Sumir
        Evanescer
      Esvair-se
    Minúsculo
  Opúsculo
 No crespús-
culo da imen-
dão sidérea!
Ponto ínfi-
mo na esfera
  Celeste! Lua
    Minguante
      Minguando
        Minhas
         Mágoas!

by  Pedro Paulo Barreto de Lima
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A CÃIBRA QUE MATA



                Soneto desentranhado de texto homônimo de Lurdinha In http://aulaslurdinha.blogspot.com/

Trabalhando de abril a novembro
Nos longes cinzentos dos canaviais
Ganhando apenas míseros três reais
Por tonelada de cana, manembro,

Alicerce da pirâmide, cembro
De usineiros que pra enriquecer mais
Não titubeiam e enterram ideais
O cortador de cana, embora membro

Da humanidade leva subumana
Vida trabalhando toda a semana
De sol a sol... Se descansou não lembra!...

Muitos, sob o peso do trabalho
Morrem e não resistem ao vergalho:
Nos tristes canaviais morrem de cãibra!

by Léo Frederico de Las Vegas
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QUEM SOU EU?


Soneto-Síntese

Quem sou eu?... É a pergunta que me faço
Há algum tempo, sem resposta adequada.
Sou a brisa nos olhos verdes da Amada,
Sou o crepúsculo entre o beijo e o abraço!

Sou a vara de condão da nívea fada,
Sou o círculo que descreve o compasso
Sou da dança o mais elegante passo,
O Cavaleiro da treva mascarada!

De um orgasmo inesperado o murmúrio,
Dos sortilégios lascivos o augúrio,
O toque impaciente de alguém na Porta.

Sou da canção as notas inaudíveis,
Do saltimbanco as piruetas invisíveis,
A tumba fria da namorada morta!

I

Quem sou eu?... É a pergunta que me faço
Nos momentos de paz e solidão
Pois não é fácil saber do coração
Que ama a vida sem nenhum baraço.

Algumas vezes em meditação
Passando minha vida a limpo passo
E de que não me conheço um só traço
Assalta-me, vez ou outra, a sensação!

Quem sou eu?... Deus do céu, quem poderia
Nesta hora triste compreender-me a alma
Que se esconde, em meu ser, angustiada?

Eis a pergunta que dia após dia
Venho tentando decifrar com calma
Há algum tempo, sem resposta adequada.

II

Há algum tempo, sem resposta adequada,
Tentando eu venho descobrir em vão
O que se passa no longe rincão
De minha fértil alma indecifrada.

E, assim, às vezes, penso dar vazão
À parte oculta de meu ser - guardada
No anverso de minh’alma atribulada -
Singrando a superfície da emoção!

Então começa a parte mais difícil:
Pintar em traços nítidos meu ser
E, qual Dibis, entregar-me à jornada

De revelar ao mundo, de ofício,
O que penso que sou. Pois bem, prazer:
Sou a brisa nos olhos verdes da Amada.

III

Sou a brisa nos olhos verdes da Amada
Soprando uma fragrância de saudade
Sutilmente e, quiçá, com brevidade,
Sobre minha vã ausência constatada,

Buscando na irreal realidade
Compreender a origem da lufada
Que deixa uma ternura deslumbrada
Na vida de quem me ama de verdade.

Sou a brisa suave e cálida em essência
Que nos cílios da Amada faz seu ninho
Envolvendo seu corpo num amasso.

Sou o arrepio procurando a carência
Que nela deve haver do meu carinho,
Sou o crepúsculo entre o beijo e o abraço!

IV

Sou o crepúsculo entre o beijo e o abraço
Inaugurando a noite misteriosa
A aspirar o cheiro de rubra rosa
Da Amada na cadência de seu passo

Que me faz perceber, de vaporosa,
O quanto pode ter, sem embaraço,
A Visão que a esvair-se pelo espaço
Noturnamente beija-me ditosa!

Entre o abraço e o beijo sou o crepúsculo
A desenhar no céu lindos matizes
Para a noite nupcial, abençoada,

Onde havemos de viver lindo opúsculo
Eu e a minha deusa sempre felizes:
Sou a vara de condão da nívea fada!

V

Sou a vara de condão da nívea fada
Que transforma abóbora em carruagem
Trazendo na translúcida viagem
A minha eternamente Bem-Amada.

Sim, por ela eu me tomo de coragem
E transponho os portais da madrugada
Erguendo um brinde à iluminada
Estrela que devora qual voragem

Os meus insaciáveis pensamentos
Que transitam pela alma feminina
Envolvendo-a no meu sincero abraço.

Sim, da mulher são os meus sentimentos
E sou dela o que nela mais fascina:
Sou o círculo que descreve o compasso!

VI

Sou o círculo que descreve o compasso
Da alma que vagando enternecida
Procura, sim, alhures, pela vida
Viver da harmonia o descompasso!

E nessa busca levo de vencida
A solidão que quer tolher-me o traço
Que procura perpetuar o laço
Profundo laço que me une à vida!

E assim ao som sublime de uma valsa
Vou procurando decifrar meu ego
Em versos tristes que depois refaço

E, sonhadora, enfim, minh’alma alça
Voo às regiões sidéreas! Sim não nego:
Sou da dança o mais elegante passo.

VII

Sou da dança o mais elegante passo.
Por isso vibro intenso na cadência
Da música a soar sem reticência
Reboando inebriante pelo espaço

A ferir da Bem-Amada a tumescência
Dos seios que aconchego num abraço
E prossigo estreitando-a em um laço
De ternura do amor na inflorescência!

Oh, que imagem de esplêndida beleza
Formamos no valsar tranqüilo e lépido
A canção de glória e paz da alvorada!

Muda, queda-se em gozo a Natureza
Pois sabe quem sou: o valente, o intrépido,
O Cavaleiro da treva mascarada!

VIII

O Cavaleiro da treva mascarada
Que procura o favor de sua Dama
- A mulher a quem realmente ama
E que entre todas é a sua Bem-Amada! –

E a faz gozar muito além da cama
Os prazeres da jovem madrugada
Do céu iluminado na Alvorada
O belo plenilúnio, o panorama...

O jovem revoar dos passarinhos
E dos galos o canto matinal
Que anuncia de um novo dia o augúrio.

Sim! Tais belezas vou, pelos caminhos,
Mostrando à Amada, pois sou, afinal,
De um orgasmo inesperado o murmúrio.

IX

De um orgasmo inesperado o murmúrio
- Gemido arfante entre lençóis de seda -
Da jovem Bem-Amada que me enreda
Com as finas teias de gentil antúrio.

A amante de minh’alma muito leda
Sabendo que não tenho amor perjúrio
Cativa-me com o seu olhar telúrio
Reacendendo a vulcana labareda

Da paixão que marcou a minha vida
Com sutis e indeléveis cicatrizes
De um sentimento que eu julgara espúrio!

Ah, sou à flor de sua triste margarida
Prognóstico de seus dias felizes,
Dos sortilégios lascivos o augúrio!

X

Dos sortilégios lascivos o augúrio
Que anuncia chuva forte, trovoada
Dizendo que a eterna Namorada
Tem sentimento infiel, perjúrio!

Mas eu não creio do vento na lufada
E faço então aqui o meu dejúrio:
Quero que sejas, pois, o meu tugúrio,
E ser feliz contigo, ó Bem-Amada!

Pois que estás impregnada na minh’alma
De uma forma tal que desconfio
Que és do meu coração a linda aorta

Mas, eu quem sou? Talvez a talma
Que te cobre o busto... Ou o cicio...
O toque impaciente de alguém na Porta.

XI

O toque impaciente de alguém na Porta
Anunciando que chegou o dia
De desnudar-se d’alma a nostalgia
Que a alma dos poetas reconforta!

Sou o tom esverdeado da alegria
Que a beleza do amor transporta
A um mundo surreal! Sim, importa
Que seja assim: sonhos e fantasia!

Quem me dera saber quem sou de fato!
A tênue luz de vela enfraquecida
Que desenha pelo ar seres incríveis?!

Quem eu sou? Um poeta insensato?...
Não! Mas eu sou um alguém que ama a vida,
Sou da canção as notas inaudíveis!

XII

Sou da canção as notas inaudíveis
Ouvidas só pelos apaixonados
Que se deixam à toa ser levados
Por toadas românticas, sensíveis!

(Ah! O riso sem par dos namorados
Lembrando os momentos imperdíveis
E vividos a dois - indivisíveis -
Momentos para sempre partilhados!

Instantes que pra sempre na lembrança
Ficam visto que são instantes raros
E por ser raros são inesquecíveis!)

Da canção a partitura d’esperança
Sou! E do palhaço sou os risos claros,
Do saltimbanco as piruetas invisíveis!

XIII

Do saltimbanco as piruetas invisíveis
Feitas para agradar o bem-querer
Que sedento da fonte vem beber
De Calíope versos imperecíveis...

Ah! Quem me dera um artista ser
Para falar em versos implausíveis
Coisas bonitas às almas sensíveis
Que, porventura, me quisessem ler!

Mas sou indigno! Eu não sou Pessoa,
Nem Camões, Vinícius ou Quintana;
Meus parcos versos nem lhes vêm à porta!

Sou um pássaro sem asas que não voa,
Sou a paz tumular provinciana,
A tumba fria da namorada morta!

XIV

A tumba fria da Namorada morta.
Entretanto eu nem tenho Namorada!
Volta, pois, à estaca zero, a empreitada
De biografar a minha alma torta.

Já corri quase metade da estrada
E agora conhecer-me pouco importa...
Na vida um verso triste me conforta:
Sem poesia não vi nada dar em nada!

Quem sou eu, pois? Essa é a pergunta
Que não quer calar de forma alguma
E ecoa, infinitamente, pelo espaço...

Quem sou eu?... A Poesia vem, se junta
Ao Tempo, mas  resposta não há nenhuma...
Quem sou eu?... É a pergunta que me faço.

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO DE UM FINO CRESCENTE VESPERTINO



Num fino crescente vespertino
Com a Lua em Gêmeos eu nasci.
A uma da manhã berrei, menino,
No primeiro vagido eu sofri

A angústia dos poetas: ser divino
Sendo humano e dúbio então cresci
Lunático, e louco, e messalino
E uma estrada torta percorri...

Porém, vos ofereço o meu canto
Que no lado oculto andei colhendo
Da lua, minha amiga e companheira,

E espalhei por aí por algum canto
Desse vasto mundo em que vivendo
Vou u'a paixão lunar e verdadeira!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO DE MAIO



Maio, o mês das noivas e de Maria.
Entre todos o mais privilegiado
No tributo à Mãe do Cristo Encarnado
E no preito às esponsais da alegria!

Maio! Sou desse mês! Eu nasci no dia
Vinte e um! O céu noturno estrelado
Anunciava que chegava conturbado
Mais um alguém pelos braços da Poesia!

Fui separado à Calíope desde menino
Já na infância compus os primeiros versos
Que se perderam da vida pela estrada.

Não sei se sou geminiano ou taurino
Mas sou muitos, múltiplos, diversos,
Cantando o amor pela eterna Bem-Amada!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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BÊBADO DE AMOR E DE LUAR!




Bem-Amada,

Embriago-me de luar.
Volto bêbado para casa.
A poesia de teu corpo
Palpita forte em meu coração
Fazendo ferver em meu sangue
Os mistérios do verdadeiro amor!

Ah! Que vontade louca
De ver-te poeticamente enlouquecida
Ao ler este poema!

Vontade de percorrer
Todos os caminhos do teu corpo
E neles me perder
E nele me encontrar!

Vontade de beijar-te a boca,
Sugar-te a língua
E levar-te até a lua louca
Entre gemidos de prazer!

Que vontade de tirar tuas roupas -
Ainda que seja apenas com o olhar -
E acariciar-te, afagar-te, amar-te,
Na explosão evanescente do amor!

Vontade de - após despir-te -
Tocar suavemente os pomos
Dos teus seios; escalar as montanhas
Dos mamilos e sugá-los!
Vontade de beijar teus lábios,
Teu pescoço, teus lóbulos e tua sensualidade!

Vontade de acariciar-te os cabelos
E penetrar na noite infinda
Do prazer!
Vontade de quedar-me
Em muda contemplação
Ante a tua completa nudez!
E acarinhar em tua epiderme
O momento exato do prazer!

Vontade de lamber teu umbigo,
Afogar-me em tuas ancas,
Perder-me em teus quadris
Acariciar-te os volumosos seios
Palpitantes de desejo!

Vontade de penetrar a penugem
De tuas coxas através da carne
E com a minha mão
Percorrer os escuros caminhos
Dessa floresta encantada
E consumir-me nesse fogo!

Ah! Que desejo imenso
De possuir-te em plena rua
Neste incorpóreo luar
E gritar a todos
Que és a minha Bem-Amada!

Sim! Vontade de ouvir-te
Soltando um oh! de exclamação
Enlouquecida na mais ardente excitação!

Vontade de beijar-te a nuca,
Afagar-te o pescoço,
Morder-te os lóbulos
E ouvir teus gemidos de prazer!

Vontade de - através do ventre -
Embriagar-me de todo o teu perfume
E, chegando aos pequenos lábios,
Sugá-los e acariciá-los
Vendo-te contorcer-se de paixão!

Depois chamar-te carinhosamente
Com o meu jeito poético de ser
Para o mundo louco da excitação
E fazer carinhosamente a penetração
E copular.
Seguir contigo, então, braços dados,
Pelos caminhos da vida
Sob o mais romântico luar!

Vontade de - de espasmo a espasmo -
Ancorarmos no porto do mais autêntico orgasmo
Sob o triunfo do nosso amor!

Vontade de mordiscar tuas nádedas,
Apertar-te os seios opulantes
O ventre em chamas
Sentir tuas mãos enlouquecidas
No desejo de acariciarem freneticamente
O meu pênis rijo,
Enlouquecido de possuir-te!

Vontade de perceber-te indomada,
Incontrolável no universo da paixão.
Vontade de arrancar-te os mais
Longos suspiros,
Os mais loucos desejos
As mais fantasiosas aventuras!

Vontade de ouvir-te pedir
Que eternize esse momento
Numa canção de amor
Que murmure ao luar
Tudo quanto hei murmurado
Ao teu ouvido
E que - não raro -
Leva-te ao mundo lunar!

Vontade de ver-te inteiramente possuída
Contorcendo-se de gozo
A dizer: "Parece que surgiste do nada
Para colorir de paixão
As minhas (agora nossas) noites de amor!"

Sei que ao ler este poema-desejo-de-possuír-te-inteiramente
Hás de querer sentir-te despida -
Sentir-te-ás amada, Bem-Amada,
Talvez te molhes de tesão...
Estarei bem perto disfarçado
Nesse calafrio, nessa brisa
Que há de percorrer teu corpo.
É o milagre da Poesia,
É nosso amor explodindo
Em fogo de intensa paixão
Deixando dentro de nós
Essa gostoso sentimento
Chamado Saudade!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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AMANTE DA NOITE



Propícia ao amor
A noite é uma criança
Que sempre me encantou
Com seu meigo sorriso,
Sua poesia, pura dança!

by Léo Frederico de Las Vegas
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POEMA DE AMOR À LUA CHEIA

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ÉGUA PAI D'ÉGUA (AMOR & SEXO)



Amo a sutil elegância de tuas ancas
Quando em rompância de sensualidade
A mim te entregas tão completamente!

Amo o teu porte esbelto de potranca
A deliciar-se com total voracidade
Dos meus amores tão ardentemente!

Amo, enfim, a tua volúpia de égua

Que me ama muitas vezes sem trégua!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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SONHO MARAVILHOSO



Dormi pensando em você
E num sonho maravilhoso
Eu te beijava com carinho,
Um beijo tão gostoso!
Eu me envolvia nesse sonho
Totalmente com você
E louca a mim te entregavas
E eu então te dava
Todo o meu prazer...

Minha encantada sereia,
Musa dos meus sonhos dourados.
Quando eu penso em você
O meu coração palpita acelerado!

Você é a protagonista
Da minha telenovela
Quando entras em cena
Eu te faço mais fêmea,
Adormecida Bela!...

Assim é que eu te amo
E te chamo
E te faço mulher!
Nós somos dois corações
Pulsando na mesma emoção
És minha crença,
Sou tua fé!

Ó minha Musa,
Eu te amo muito
E sem perceber
Já estou acordado
Relembrando gostoso
Os momentos que passei
Ao teu lado!

by Léo Frederico de Las Vegas
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TOTALMENTE DEMAIS



Teus olhos de gueixa
Teus lábios de índia
Teus seios americanos
Teu ventre espanhol
Teu sexo africano
Tuas coxas holandesas
Tuas pernas suíças
Tuas panturrilhas gregas
Teus pés escandinavos
São demais para o meu
Caminhãozinho
De bóia-fria ribeirinho!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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TRISTEZA


Meu coração está de luto
Com saudades de você!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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ÁRVORE



Pra que rimar
A encantatória palavra árvore
Com a austera
E implacável palavra mármore?
A rima certa -
Já o sabe o poeta -
É ar purificado
Vida mais saudável
Fragrância de puro amor!

Plantar é contribuir
Para que a vida
Seja melhor;
O mundo mais limpo
E as crianças tenham
A cada desabrochar da aurora
Esperança em um viver feliz!

O ato de plantar
Integra o homem à natureza
Tornando-os amigos
Na simbiose do bem-querer!

Árvore, ó árvore!
Eu te amo
Porque em tua sombra
Costumo descansar
Quando o mundo
Quer me enlear
Num labirinto de desenganos.

Contribuis, árvore querida,
Para o amenizar de minha sede.
Contigo a vida é mais vida;
Mais esperança o macio verde!

Amigo!
Defenda a natureza
Das mãos assassinas
Dos que em nome da riqueza
Espalham carnificina
Em nossas esmeraldinas
Matas!
Defenda um rio cor-de-prata
Um amor com cheiro de amor
Em cujo horizonte se esmalta
O arco-íris multicor!
Defenda, defenda a vida
Efemerizada em uma singela flor!

Se não escreveste um livro
Ou não fizeste um filho…
Sorria! Planta uma árvore!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DOCE QUERER



Amiga,
Não quero ser em sua vida
O começo do fim
E nem o fim do começo
Mas quero ser um começo sem fim
Quero te dar não um amor fingido,
Mas um amor verdadeiro
Que já contagiou o meu ser.
Te amo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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QUARTO CRESCENTE, DESEJO FREMENTE!



Tuas nádegas
Em perfil:
Lua Crescente
A fascinar
e Despertar
Minha libido
Deixando-me
Em polvorosa
Num intrigante
Escarcéu!

Alfádegas
Em buril:
Sigo contente
A te amar
Te amarfanhar
Desinibido
Sugando-te
Do sexo a rosa
Escaldante
Sétimo céu!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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NAS CURVAS SINUOSAS DE TEU CORPO



Nas curvas sinuosas de teu corpo
Busco refúgio para as minhas dores
Profundas cicatrizes que o Tempo
Deixou na minha alma de poeta.

Nas curvas sinuosas de teu corpo
Encontro, enfim, os mais finos sabores
Dos manjares jogados ao relento
Aos cães raivosos da manhã secreta.

Em teus jardins ocultos, Ó Mulher,
Deliro com a escada de Jacó
E ouço ao longe uma música qualquer.

Faço então a tristonha oração do Horto
Por que me sinto tão perdido e só
Nas curvas sinuosas de teu corpo!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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