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INQUIETAÇÃO

 

Estou no limiar do infinito
À espera de um verso que não vem,
Mas que lateja na postema de minh'alma

Que diga coisas de um jeito tão bonito
Mostrando à Namorada como a quero bem
Nos momentos perdidos de ternura e calma.

Eu preciso desse verso, eu preciso

Reencontrar através dele o Paraíso!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DESEJO



Mergulhar em teu rio profundo
Para dessedentar a minha sede!

by Léo Frederico de Las Vegas
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CANÇÃO DO ETERNO AMOR



Amor mais que perfeito
Invade o meu peito
Certeza de que hás de vir!
Relembro com inefável tormento
Aqueles indescritíveis momentos
Gostosos que ao teu lado vivi!

Sem despedir-se você foi embora
Emudecendo essa canção
Arrancando-me do coração
Resquícios da paz que outrora
Ostentava com orgulho e alegria.
Meu amor, você levou-me a poesia!

Agora com indizível delicadeza
Trago na alma essa tristeza
Requiescat dos meus pobres versos
Aguardo tua volta, linda princesa,
Ao aconchego do meu universo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SIMBIOSE



Uivando feito um doido noite à dentro
Sou lobo solitário à espreita
De uma dócil ovelha muito louca.

Encontro-a; e com os caninos entro
Em sua pele volúpica e estreita,
Sentindo sua doce carne em minha boca.

Como é gostoso banquetear-se assim:

Sentir você transfigurada em mim!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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O DOLOROSO DIA EM QUE EU TE DISSE: “ADEUS!”



Uma vela está queimando
Hoje é nosso aniversário
Está fazendo hoje um ano
Que você me disse adeus
Raul Seixas / Mauro Motta
O doloroso dia em que eu te disse: “Adeus!”
É daqueles que precisam ser varridos
Para sempre da memória e esquecidos
Quais ladrões que levaram os risos teus!

Foi tão triste ter que abrir os lábios meus
Pra mentir-te - os sentimentos constrangidos!...
E dizer-te, sem vontade alguma: “Adeus!”
O peito e a alma, estraçalhados, deprimidos...

Mas, eu te disse adeus em meio ao pranto
E também te (ou)vi chorando desolada
A vã tristeza de ter amado tanto!

E desde então a dor aguda estou sofrendo
De o amor renunciar da Bem-Amada
E de pesar pouco a pouco vou morrendo!

Pedro Paulo Barreto de Lima
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QUARTO MINGUANTE


by Léo Frederico de Las Vegas
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NOTURNO DO INTERIOR DO BRASIL



A lua espia tristemente
Por sobre os ombros das montanhas
De uma cidadezinha qualquer.

E a noite cai, bruscamente,
Trazendo uma solidão tamanha
Em forma de um corpo de mulher.

As coisas pairam no ar soturno.

É mais que nostalgia este noturno!

by Léo Frederico de Las Vegas
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A SOLIDÃO AMOROSA



Sou um velho lobo solitário
Campeando o amor da Bem-Amada
Nas branquicentas noites de luar.

À tira-colo o meu estradivário
Uma canção de amor desesperada
Vou pela noite trôpega a cantar.

São meus uivos ululantes os gemidos

Que despertam de tua fúria a libido!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SEMPRE EM MEU CORAÇÃO



Eu não posso violar teus sonhos
Por isso és livre, livre para amar
Quem de teus lábios merecer o beijo.

Como um cavalo de olhar tristonho
Vou seguindo minha sina a versejar
Estrelas esparzindo em teu desejo.

Pelo amor que se foi sem ter chegado

Vou levar-te em meu peito enluarado!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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O FABRICANTE DE ILUSÕES



Há quem fabrique bombas de hidrogênio.
Quanto a mim tenho uma fábrica de sonhos
Que hipnotiza os olhares mais tristonhos
Desde o começo das eras, do milênio.

Constantemente em meus versos mais risonhos
- Eu, que não tenho renome nem sou gênio,
Mas que pertenço à família dos Selênio -
Exorcizo meus pesares mais medonhos!

Sei que tenho um coração nefelibata,
Sei que é triste minha sina de poeta
Mas sei também que é preciso construir

Uma ponte de amizade cor-de-prata
Entre os homens!... Tudo bem não sou profeta
Mas um reinado de paz está por vir!

by Olímpio José de Araújo
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SOU



Sou.
Sou ninguém.
Sou o nada que existe no nada de cada um.
Sou um coração esfacelado que se desmancha em sorrisos destinados a quem o feriu…
Sou talvez o último grão de areia perdido na imensidão da praia!
Sou um viajante em meio ao deserto!
Imenso deserto da vida!
Serei eu grande, imensamente grande?
Maior que o deserto, deserto e solitário?
Ah! Sou nada!
Irremediavelmente nada!
Sou feliz?
Talvez poeta?
Nada sei.
Apenas sou.

by Léo Frederico de Las Vegas
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DEFINIÇÃO DE LÁGRIMA E SAUDADE



Lágrima: gota de líquido salgado
Segregado por glândulas sob as pálpebras
Eis o que diz o Aurélio. Mas minhas álgebras
Dizem ser a expressão de um apaixonado

Coração que triturado pelas térebras
Do amor deixou-se ser, assim, enleado,
E mostra-se inteiramente lacerado
Vertendo por olhos murchos tristes cólebras!

Saudade: dor nostálgica de verdade,
Lembrança de quem passou por nossas vidas
Luzindo-a, amenizando a solidão...

Lágrima é o transbordar de uma saudade
Saudade, límpidas lágrimas vertidas
Dos olhos d'alma alegrando o coração!

by Olímpio José de Araújo
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LUA CHEIA


by Léo Frederico de Las Vegas
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A VISITA DE CALÍOPE



Se o verso me vem em decassílabo
Provavelmente há de ser soneto
Mas, se vem saltitando, nem me meto,
Pois da canção, geralmente, é discípulo.

Então busco em seu olhar imparissílado
Perceber qual a forma do poemeto
Para cantar corretamente o coreto
E encantar o uirapuru e o piscículo.

E é assim que vou espalhando o meu canto
Pelo dorso suave da floresta
Que ao mundo me deu e que amo tanto!

Pois ser poeta é viver a festa
Da Vida e sempre amedrontar o pranto
Dedicando ao Amor uma seresta!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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CANTO MATINAL



No começo da matina
Galo canta esperançoso
De despertar o sol!

by Olímpio José de Araújo
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SONETO DE ARVERS


Felix - Alexis Arvers (1806-1850)
Em minh’alma um segredo e na vida um mistério
Guardo, de um grande amor que nasceu num momento.
É uma queixa sem par, um mal sem refrigério
E a que deu causa a isto nem ouve o meu lamento.

Ai!... Passo-lhe despercebido – despautério! -
Sim, ela nem sabe quem sou! E o meu sofrimento
Hei de levá-lo até ao desenlace funéreo.
Mas, posso ter seu amor se nem pedir eu tento?

Quanto a ela, seguirá com carinho e doçura
O traçado por Deus, qual meiga criatura,
E meus murmúrios de amor sequer ouvirá...

E, assim, fiel ao dever que a faz pura e bela
Indagará lendo estes versos plenos dela:
“Que mulher será esta?!” E não compreenderá!

by Léo Frederico de Las Vegas
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MÚLTIPLA INSPIRAÇÃO



A musa do poeta não tem nome
Não tem raça, nem cor e não tem sexo
Ele pode num virtual amplexo
Chamá-la poesia ou outro codinome

Que o inspirar-se do poeta é complexo
Seja ele menestrel ou de renome
Seja bem abastado ou passe fome
Faça um poema côncavo ou convexo!

Ele é quem tira vida das palavras
Mais ordinárias de seu cotidiano
E burila-as, e cultiva-as, e lavra-as!

E faz erguer-se com forças incríveis
O poema de um provençal palaciano
A encantar todas as almas sensíveis!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SEM SERVIÇO



Esgotaram-se todas as paciências
E nas consciências há esta verdade torta:
A VIVO está morta!

by Olímpio José de Araújo
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AFRODITE DIANTE DO ESPELHO



Se refletes só verdades
Por que falsificas meu semblante
E me mostras venturosa e feliz?

by Olímpio José de Araújo
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QUARTO CRESCENTE


by Léo Frederico de Las Vegas
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SIMPLESMENTE SOLIDÃO



Você
Fugiu
De mim

Fiquei
Sofrendo
Assim

Lamento

Ao vento!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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NO SILÊNCIO DA NOITE...



No silêncio da noite gritei o teu nome.
O eco esgueirou-se nos muros da lua
E depois se perdeu nas límpidas águas
Do alvoroçado mar de meu coração!

No meio da noite eu de ti senti fome
E em tua busca perdida fui para a rua,
No peito resquícios de múltiplas mágoas,
E a tua presença amedrontando a solidão!

Nos becos da noite teu eco em meu peito
Nos meandros da dor a dor de tua ausência
Tua marca presente no silêncio lunar!

Quando sangrar-me a alma, quando não houver jeito
E for grande demais em mim tua carência
No silêncio da noite, enfim, vou te amar!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SÚBITA ALEGRIA



Um SMS traz-me a certeza
De que não me esqueceste:
Volto, pois, a sorrir!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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A TENTAÇÃO MORA AO LADO





A nudez da vizinha me fascina
Quando vem tomar banho de luar
De top less à beira da piscina
E de soslaio põe-se a me provocar!

Sem pudores seu charme me alucina
E passo cheio de ternura a cantar
Em verso e prosa sua aura de menina
Pra que ela possa seu amor me entregar.

Mas a minha vizinha é só promessas
Desconfio que ela é do clube dessas
Que provocam, mas que na hora H somem.

Mas qual! Minha vizinha toda charme
Já cansada de apenas provocar-me
Quer ser minha Mulher, e me faz seu Homem!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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EU SABIA QUE TU VINHAS...



Eu já adivinhava a tua presença
Na cadência dos versos corroídos
Puídos pelo tempo qual doença
Na inflorescência dos amores idos!

Eu já adivinhava os teus gemidos
Saídos de tua alma sem detença
Na tumescência dos seios transidos
Oferecidos a mim por recompensa!

Por isso, eu vim, sem mais tardança,
Com pujança oferecer-te o meu cantar
Pra te enlear e ser o dono de teu ser.

Para viver essa bem-aventurança
Na esperança de que possa te amar
Sob o luar até o dia amanhecer!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SAUDADE E SOLIDÃO



A noite caiu velozmente
Nos tristes braços da solidão:
Saudade pungente de você!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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AMOR, FAMINTO AMOR



Lúbrica, em meus braços, a sorrir
Te entregas ao meu olhar faminto:
Que pena tenho de tua lingerie!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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LUA NOVA


by Léo Frederico de Las Vegas
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POEMA DE AMOR PARA A MINHA AVÓ PATERNA










Com lágrimas nos olhos e n'alma uma tristeza
A você dedico minha sincera homenagem
Sem nunca tê-la visto; contudo, tua imagem
Sempre acompanhou-me, vida à fora, sem aspereza!
Inalo o perfume das roseiras na ramagem
Meditando em como seria bom, com certeza,
Ir sorvê-lo junto a ti gozando a natureza
Risonha de teu rosto escondendo a traquinagem,
A peraltice do neto que não conheceste!

Como me faz falta o carinho que não me deste -
O beijo agridoce de minha triste avó! -
Resta-me, como consolo entoar esta cantiga
Resoluto, onde por ti expresse o meu amor e diga o
Êxtase de tua ausência quando me vejo só!
Ah, mas não é somente isso, não! Em mim existe

Dentro d'alma alguma coisa que me deixa triste
E creio que seja o desejo de te encontrar

Além da saudade que me punge! E vou buscar
Respostas nas mil gotas de orvalho dos teus olhos
A dizer que também queres minha companhia -
Últimos instantes de minha triste elegia -
Juro que de minh'alma na restinga de abrolhos
O teu perfil de avó carinhosa vou traçar!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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EU NADA TE PEDI – OUSEI APENAS!



Eu nada te pedi – ousei apenas
Sugar-te os mamilos palpitantes…
Então te entregaste-me, morena,
Uivando, qual louca, nesse instante!

No céu, desmaiada, a branca lua
Contorcia-se de gozo e espasmo…
E, na terra, inteiramente nua,
Suplicavas-me, doida, um orgasmo.

E eu te fiz Mulher intensamente!
Bebi os teus gemidos e o teu cio
Numa paixão explosiva e serena!

… Fizeste-me Homem, felinamente!
Deste-me orgasmos e calafrios…
- Mas, eu nada te pedi – ousei apensas!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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MARCO ZERO



No meio do mundo só há paz e esperança,
No meio do mundo não há desilusão.
No meio do mundo (quem tem fé alcança),
No meio do mundo está meu coração!

No meio do mundo eu sinto solidão.
No meio do mundo choro feito criança...
No meio do mundo (oh, que dor, que aflição!)
No meio do mundo procuro bonança!

No meio do mundo... Bem no meio do mundo
Está o equador, está o marco zero
Cheios de enigma e mistério profundo!...

Também está a Moça que eu amo, venero,
Mulher que me encanta e que muito quero.
No meio do mundo... Bem no meio do mundo!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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