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TERNA EVOCAÇÃO


De Aquém-Túmulo te homenageamos
Lembrando de teu gesto ressupino
Todos nós os que hoje e sempre te amamos
De todo o nosso coração, Venino!

Colherias mais uma primavera —
Não te houvesse roubado o olhar cordato
A Morte, essa indesejável Megera —
Hoje, sim! 30 de junho, Lobato!

Não te olvidamos o teu jeito sábio
De enfrentar serenamente o dia-a-dia…
Trazias o gosto do existir no lábio
E na alma um quê de ternura, Garcia!

Mas foste embora assim tão de repente
Mergulhando noss’alma em nostalgia
Deixando em nosso coração carente
Dores, Venino Lobato Garcia!

Só a saudade é tamanha em noss’alma
Que nos unge de uma viva esperança…
E nos abranda o peito em doce calma
Pois viverás sempre em nossa lembrança.

Melgaço, 30 de junho de 2002.

by Léo Frederico de Las Vegas
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UM SONETO AO AMIRALDO



Estamos gratos a Deus de coração
Por esta manhã tão radiosa
Em que Amiraldo Pereira de Souza
Completa anos! Que grande satisfação

É vê-lo sorridente, feliz; de bem com a vida!
Comemorando juntamente com os seus…
E tudo isto graças ao bom Deus
Que reservou-nos esta data tão querida!

Que continues sendo essa pessoa
Meiga, carinhosa, gentil, alegre e boa...
E que nosso exemplo sempre possas ser.

São os votos de todos da tua família:
Mãe, pai, irmãos, esposa, filhos, filhas…
Amiraldo querido, parabéns pra você!

by Léo Frederico de Las Vegas
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FLORBELA ESPANCA E EU

Flor bela espanca a mão que imprudente
A quer colher do roseiral da vida
(Irmã das nuvens, incompreendida!)
Com um frágil espinho iridescente!

Eu sou a mão que de modo inconseqüente
Tenta colher-te, ó alma dolorida…
Feres-me com doçura a alma perdida
E essa dor vou gozando docemente!

Como você eu também não tive norte,
Cometi vida afora, desatino…                                                                    
Restou-me tão-só o estertor da morte!

Envelhecido sou uma carranca.
Almas gêmeas, negou-nos o Destino
O encontro surreal, Florbela Espanca!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ACRÓSTICO PARA EDUARDA, NO DIA DE SEU NATALÍCIO












Es a minha linda e querida bebê
Deus te conserve sempre assim
Usufruindo o amor paterno
Amada e querida por todos nós.
Rindo de sua felicidade
Dando-nos muitas alegrias
Amor da minha vida, meu bebê!

Deus sempre esteja com você
Enquanto junto a nós aqui viver!

Ouvir as mensagens verdadeiras
Ler a vida com ternura
Isso deves fazer de forma prazenteira…
Viver em paz e harmonia
Enobrecer-te da mais pura poesia
Inserida em cada sorriso desabrochado…
Rindo da vitória conquistada
Amando e sendo amada, Eduarda!

by Jaime Adilton Marques de Araújo / Edílson Moraes de Lima
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NA SOLIDÃO DA NOITE MORTA




Na triste solidão da noite morta
Na hora extrema em que os espectros
Vagueiam tristes a tanger seus plectros
Bem-Querer bateu à minha porta!

Por que estava ali? Não me importa…
Porém, seu rosto tinha o aspecto
De quem da vida o fel sorveu e já provecto
Procura Amor que em outro cais aporta!…

Nada dissemos um ao outro. Nada
Há que se diga numa hora dessas
Senão chorar a má sorte desgraçada!

E ocultaram Bem-Querer sombras espessas.
E eu fiquei só a lamentar na Madrugada
A ausência de Amor e suas promessas…

by Léo Frederico de Las Vegas
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VERSOS DE AMOR À BEIRA DA MORTE



Ao pressentir que a hora extrema
Para o seu marido chegava
Uma senhora pensou num poema
Onde todo o seu amor expressava

Ao velhinho, paixão de sua vida.
Eram versos de uma paixão verdadeira
À moda ribeirinha, vivida,
No dia-a-dia, com cenas corriqueiras.

Na poesia, o verdadeiro sentido
A senhora buscou, do amar...
Convidou o seu esposo querido
Para rimas e versos trocar.

O senhor, arquejando, aquiesceu
Ao pedido de sua bem-amada,
A qual lhe disse: primeiro digo o meu;
Depois você recita a sua quadra!

E, assim, inspirada no amor,
Que a vida inteira ao amado devotara
A velhinha com cuidado suspirou
Os seguintes versos, de forma bem clara:
- Gilberto, meu cravo roxo,
Gilberto, minha almofada,
Quando eu não te vejo
Eu não como, eu não bebo,
Eu não faço nada!
Emocionado com versos tão sentidos
Que lhe compungiram o coração
O velhinho disse: Teu poema é bonito...
Lá vai o meu, velha!...
(E mandou este refrão)
- Lá vai o sol se pondo,
Vermelho e quente;
Cabelo do meu cu, nega,
Pra palitar teu dente.
- Desgraçado do velho miserável -
A velhinha respondeu, desapontada.
- Mesmo morrendo esse irresponsável
Não deixa de fazer graça e piada.
E assim terminamos essa história
De um amor verdadeiro, singular...
E se você, caro leitor, pressente que é a hora,
Convide o seu bem para versos recitar...

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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SONETO À LUA



Ó lua, esse teu sorriso de neon
Faz a minha pobre alma divagar…
E te vejo aureolada de Drummond
Sonos e sonhos ceifando devagar.

Essa música que exalas, esse som,
Esse gorjeio de amor me faz sonhar!
Um arrepio me arrebata, um frisson…
É a Mulher fatal que vem me amar!

Uma Mulher que tem em seu colo a lua…
Mulher do povo, simpática, seminua,
Cujas curvas só eu posso percorrê-las…

Uma Mulher que se desmancha em sorriso
E que traz em seu ventre o Paraíso
E que é nascida do orgasmo das estrelas!

by Léo Frederico de Las Vegas
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PELA ENÉSIMA VEZ...



Pela enésima vez vou dizer que te adoro;
Pela enésima vez vou dizer que te quero;
Pela enésima vez vou cantar meu bolero;
Pela enésima vez, meu amor, te imploro:

Acredite em mim, nesse amor que é tão puro;
Nessa louca paixão que por ti eu proclamo…
Pela enésima vez, meu amor, eu te juro…
Pela enésima vez vou dizer que te amo!

Pela enésima vez esse meu grito mudo
Vai dizer-te, amor, que te amo demais…
Vai dizer-te, amor, que você é meu tudo!

Que sem você não sou nada e talvez
Já não seja de amar nenhum pouco capaz…
E é por isso que eu te amo pela enésima vez!

by Léo Frederico de Las Vegas
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… É MAIOR A GLÓRIA DE RESSUSCITAR!…

A Messias dos Santos Silva


Malgrado a vida ser-te tão ingrata
Elevavas um canto de amor à vida com alegria
Sempre lutando em busca de melhores dias
Somados às noites de paixão, luar e serenata!
Irmão das almas, por que foste nos deixar?…
Amigo afoito, mas que pressa em partir…
Saudades tantas temos nós de ti!

Desejaste despedir-te e abraçar
Os que te foram caros, de coração!…
Sofremos muito tua despedida, querido irmão!

Saudades foi o que nos restou quando resolveste
Atender, às pressas, o chamado de nosso Pai!
Não tiveste tempo, bem sabemos… e escolheste
Ter-nos à distância, nesse aperto que em noss’alma vai…
O coração, levaste-o cheio de amor e candura
Subindo o Azul! E então os anjos de receberam com ternura!

Sonhos! Tiveste-os muitos; nem todos realizados…
Inda assim foi muito, muito bom sonhar!
Lutaste incansavelmente!… Descansas, agora, sossegado!
Valeu amigo! E se “é grande a tristeza de morrer”
Ah! Sorria! Muito maior é “a glória de ressuscitar!”...

Capanema, 22 de junho de 2002.

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO DO ETERNO AMOR



Tenho um sentimento por anos alojado
No quênion ao lado esquerdo do meu peito
Que me ferve as veias e me deixa de um jeito
Tonto de ternura e de paixão inebriado.

É o sentimento de um amor perfeito
No mais recôndito de meu coração guardado
Que me deixa feliz, em transe, amalgamado
À tua epiderme e ao teu gozo rarefeito!

E por que és minha luz, meu céu, meu mar,
Meu chão, minha única certeza absoluta
E o ponto de equilíbrio do meu universo

É que me ponho, quase sempre, a cantar
As saudades desse infinito querer! – Escuta –
Sempre te hei de amar inda que seja só em versos!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO DO ANOITECER



Estou impregnado de uma doce calma!
Banhado em ouro o sol vai descansar...
Cai a noite. Uma paz me inunda a alma!
E contemplo extático o majestoso luar!

Que música suave a invadir meus tímpanos!
É a magia do luar dilacerando corações...
Sou um valente aventureiro que garimpa nos
Vales da vida um mundo rico de emoções!

A noite imensa me convida ao amor...
A noite com seus mistérios e encantos,
Põe comoção em minh’alma de poeta!

Vozes noturnas a dizer-me quem eu sou:
Sou aquele que se desmancha em prantos
Ao saber-se a obra inacabada de um esteta!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ALMA FERIDA



Trevas se abatem sobre mim;
Melancolia e tristeza me invadem;
Meu coração derrama-se em pranto;
Tenho medo de não agüentar…
O tic-tac do relógio
É devastadoramente pausado e monótono!
Cada minuto nesse desespero
É um século que não acaba mais.

Estou com o peito ferido
E o coração sangrando
Meu verso tem sabor de morte!!!

Desfiz uma ilusão
Machuquei meu coração
Mas escapei com vida!

Resolvi destemidamente
Assumir minha verdadeira identidade:
Sou diferente!

Mas ao fazer notória essa decisão
Fui ferida mortalmente
Por toda uma sociedade
De valores decadentes…

E eis-me aqui acabrunhada,
Sorrindo minha tristeza
Tendo que suportar o mundo
E sufocar o meu gemido.

Ah! Que vontade de dizer a todos:
- Queridos, eu também sou vossa irmã!
Discriminar alguém por causa da raça, sexo ou coisa afim...
Tenho certeza é a coisa mais vã.

Eu vim ao mundo com uma missão:
As dores da humanidade minimizar.
Não é a pólio quem vai me impedir, não!
Devo o fraterno amor a todos levar!

Sou olhada obliquamente;
Sou alvo de muito preconceito.
Mas tenho orgulho de ser diferente:
É um poema de amor o meu defeito…

Já está alegre o meu coração
Estou com forças pra prosseguir
Hei de levar da vida a água e o pão
Àqueles que estão a sucumbir!

Ó deixai-me solidariedar-me convosco pobres de espírito
Meu amor provém de Jesus Cristo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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UMA MULHER ME AMA



Uma mulher me ama loucamente
Uma mulher vestida de luar
Me ama, incondicionalmente,
De um jeito simples, faceiro, singular!

Uma mulher que é toda ternura
Expressa todo o seu amor por mim
No castanho de seus olhos, na doçura
De sua voz, na sua pele carmesim!

Uma mulher que nasceu só para amar
A um poeta desvairado feito eu
Grita aos quatro ventos que me ama...

E eu, poeta, inebriado de sonhar
Passo a querê-la em festivo himeneu:
- Desejo de fazê-la fêmea em minha cama!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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A LUA QUE NOS FAZ SONHAR



Hão de chorar, quando chegar a noite,
Sim, por ela, chorar todas as virgens!
Porque o seu grande amor feito vertigem
Crava em meu peito seu punhal e açoite!

Ela então há de ouvir os meus anseios
E as sinceras juras de amor eterno.
E me fará dormir entre os seus seios
Aquecendo-me durante todo o inverno!

E no céu a lua antiga de alabastro
Bendirá, venturosa, o nosso amor,
Tornando-o o mais luminoso astro!

Então, ébrios de luz, pela Via-Láctea,
Ir-nos-emos espargindo o langor
De nossa louca paixão intemerata!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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A UM CORAÇÃO APAIXONADO



Sei, numa terra mui distante,
Muito, muito além do horizonte,
Um coração bate por mim!
Tiquetaqueia, ó coração amado,
Pois o meu também está apaixonado
Pela mulher que me fascina
E com o seu olhar me ilumina
E ainda é a dona de ti!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE UM LOUCO AMOR



É hora de parir um verso louco
De um poema informe, ensangüentado,
Que me resgate à vida, pouco a pouco,
E me leve ao jardim enluarado

Onde me espera a minha musa louca
Que traz na fronte uma rosa ensangüentada
E uma fúria de amar esta vida pouca
E cuja vida é uma flor enluarada.

É hora de gozar essa loucura
E acompanhar o orgasmo das estrelas
Que se embebem de carinho e ternura

E se amam pela Via-Láctea e pelas
Outras galáxias nos longes dos anis:
- Quem assim ama é que pode ser feliz!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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ÊXTASE LUNAR



Ó Marta!
Marta das martas
Marta dos meus sonhos
E dos meus pesadelos também!

De aurora a arrebol
E de arrebol a aurora
Decifro, impregnadas no ar
As mais exóticas formas de amar!

A silente quietude desta cidade
E o esplendoroso pôr-do-sol
Que dá um tom majestoso à paisagem
Vêm falar da poética mensagem
Provinda dos misteriosos encantos do luar
E inunda a minh’alma de saudade!

Que maravilha!
O luar
A embriagar o infinito
E a abençoar
O nosso amor
Que é tão sincero
E tão bonito!

Que belo
O reflexo da lua
Nas límpidas e plácidas águas do Mar!

Ah, como eu quero
Afagar a face tua
E te afogar no meu beijar!!!

Quero gozar a liberdade
Do gonçalvino sabiá
Cuja feliz hilaridade
É esse meigo amor cantar —
Amor que é feito de saudade
E enfeitiçado pelo luar!

Que maravilha!
O luar
A embriagar o infinito
E a abençoar
O nosso amor
Que é tão sincero
Quanto bonito!

Oh, que instante de paz e nostalgia!
Sobe do mar uma impávida sereia
E, levitando, beija feliz a lua cheia,
Segredo místico da minha poesia!

Amor da minha vida! És a sereia
A borrifar poesia pelo céu…
Te vejo branca de amor; te vejo cheia
De felicidade a correr pra os braços meus!

Sim! És meiga e sensual
Te vejo despudoradamente nua…
E te amo qual animal —
Te amo tragicamente, ó minha querida lua!

Tudo tão belo!
Eu e você, lua querida!
A nos amar
Infinitamente por toda a vida…

by Léo Frederico de Las Vegas
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POEMA PARA UM CORPO ESCULTURAL



O teu corpo tem inumeráveis encantos
E com uma linguagem toda especial
Convida-me ao amor…

Como és bela, querida minha,
Por tudo quanto me tens feito;
Pela alegria que me tens proporcionado
Por me fazer acreditar em mim mesmo.
Por que há em ti, minha querida,
Toda a plenitude dessa beleza
A que os poetas chamam vida.

E, à noite, quanto estou contigo,
Um profundo amor parece emanar dele
E então sou feliz
Porque teu corpo
É para mim
A mais profunda poesia!

by Léo Frederico de Las Vegas
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NÃO ME DIGAS ADEUS!



Não me digas adeus, minha querida,
Pois inda ouço a cadência dos teus passos
Te afastando dos meus longos abraços
Levando embora toda a minha vida!

Não me digas adeus! Traz-me teus braços
Pra que neles possa encontrar guarida;
E as fontes dos teus lábios incendida
Para os meus beijos que pelos espaços

Te procuram, amor, inutilmente…
Já não estás… e então sofro tua ausência,
Pois grande é a falta dos carinhos teus!…

Ah, sem ti, sou como um espectro doente
E minha cura é tua volta em essência…
- Não me digas, então, teu triste adeus!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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HOMENAGEM A TIM LOPES



Não foi apenas mais um corpo que tombou
No íngrime chão da lúgubre favela.
Foi a Voz dos oprimidos que calou;
Voz impávida, destemida e singela!

Não é apenas a tristeza estampada
No rosto enfermo dos que não têm voz
Essa tênue luz no seio da alvorada…
Não! Mas é sua saudade entre nós!

Pra onde iremos com tanta violência?
Por que o grito calar dos excluídos?
Por que a voz sufocar-lhe sem clemência?…

Não o calaram!… Os sinos em leves toques
Anunciam: Onde tudo parecer perdido
Ecoará a voz sublime de Tim Lopes!

Melgaço, 11 de junho de 2002.

by Léo Frederico de Las Vegas
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ROMEU & JULIETA


Não sou
Nem pretendo ser o deus do meu destino
Por isso me deixo ficar, abandonado,
Ao sabor das gigantescas ondas
Dos mares tumultuosos da paixão
Que dilaceram as veias de minha impura poesia
E reabrem as cicatrizes de um sentimento
Que o tempo não conseguiu derrotar...
Dizem os poetas todos
(E aqui descubro que não sou poeta,
Pois não o digo)
Que o tempo é o senhor da vida
E que tudo passa
E que o seu passar é o remédio para todos os males.
Entretanto, não obstante a passagem do tempo
O meu amor continua aqui, comigo,
Vivo, latejando em meu peito,
Qual ferida, entreaberta, sufocando
As rimas de um poema que não aconteceu.
Triste história de amor
Sem beijos, sem abraços, sem afagos!
Ah, Amada de minh’alma,
Minha inacessível Rapunzel,
Cinderela a fugir de meu contato antes de findar-se o encanto,
Bela Adormecida de meus sonhos esquecidos...
Que dor no peito, que lágrimas, que solidão!!!
Seria amor se não fosse loucura, se não fosse paixão!...
Sei não, (se és primavera, verão, outono, inverno...)
Mas desconfio que estamos reeditando
Romeu & Julieta dos tempos modernos!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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EU TAMBÉM QUERO


A Carlos Drummond de Andrade


Quero a todos os 365 dias do ano
A todos os instantes da vida
Hora após hora
Minuto após minuto
De 15 em 15 segundos
De eternidade em eternidade
Dizer-te: Eu te amo!

Quando digo: Eu te amo!
Sinto que meu coração
Explode de tanto amor.
Vejo teus olhos brilharem
E no céu trilhões de estrelas
Enfeitam a noite do nosso amor.

Sinto-me inundado
Por uma força estranha
Que paira no ar
E pelo brilho dos teus olhos
Sei-me amado.

Então paira sobre nós
Um cúmplice luar.
E nos enlaçamos
À sua doce magia!

Quero repetir ao pé do teu ouvido
Infinitamente:
Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!

Quero teus lábios ardentes
Pois ao dize-te: Eu te amo!
Cheia de contentamento
Te entregas a mim por inteiro
E és para sempre minha
Eterna musa do meu coração
No momento mágico do amor.

Não! Não quero palavras.
Quero, isso sim,
Apenas o silêncio do teu sorriso
O brilho enluarado dos teus olhos
O gemido farfalhante do teu coração...

Eis tudo o que exijo:
Isto, infinitamente isto,
Nada mais que isto!

Quero amar-te em atos e palavras
Pois de outra maneira não sei expressar
Esse sentimento que me brota d’alma
E que me faz teu ser inteiro desejar
Quero amar-te
Como o mais puro amor
Amor
Sem nenhum outro mistério
Que o sonoro
E mágico mistério da palavra amor.

Amor paixão nacional
Saltando da alma
Para a partilha do pão e do carinho
Liebe, Love, Amore, L’amour
Mas
Sempre Amor
A curar as dores causadas pelos espinhos
Da vida!

Quanto não te digo:
Eu te amo
Sinto-me irremediavelmente perdido
E arremessado
Aos abismos do Nada.
Sinto queimar em mim a palavra mágica
E meu coração mergulhado em ânsias
Num baticum desesperado
Te procura para amar
E ao encontrar-te
Digo então sem cessar:
Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!
Amo, amo, amo, amo, amo…

Então nossos lábios se beijam
Nossos olhos se embebedam de ternura
Nossas mãos são barquinhos em alto-mar
Nossos corações melodiosas cantigas de ninar
E nossos corpos finalmente se procuram
E se doam para a concretização do amor!

by Léo Frederico de Las Vegas
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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