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SONETO DE UMA RECUSA SENTIDA

Venha se perder nesse turbilhão.
Não se esqueça de fazer
Tudo o que pedir esse seu coração.

Toquinho / Lupicínio Rodrigues

VARIANTE I:

Perdão Vinícius, Toquinho, Lupicínio…
Mas não posso me perder no turbilhão
Do Amor; nem escutar meu coração
E nem viver essa paixão com tirocínio.

Triste de mim. A voz que ouço - o raciocínio –
Diz-me: Entoa, infeliz poeta, a canção
Enfeitiçada e transformada em vulcão
Que roubaste ao Poesia num escrutínio.

Entoa! Que ela há de ser tua companheira
Nos bares da vida. Talvez a saideira,
Talvez, quem sabe, a que te traga a alvorada!

Canta, ébrio de luz... (de)lírios... nostalgia...
O puro néctar da mais pura poesia:
O eterno amor da tua eterna Namorada!


VARIANTE II:

Perdão Vinícius, Toquinho, Marcilene…
Mas não posso me perder no turbilhão
Do Amor; nem escutar meu coração
E nem viver essa paixão que é perene!

Triste de mim. A voz que ouço é a da sirene
De Odisseu a entoar uma canção
Enfeitiçada, transformada em vulcão
Que me leva à doce Fonte de Hipocrene

Onde, ébrio, posso sorver com nostalgia
O puro néctar da mais pura poesia
E me enredar numa falsa liberdade!

Uma vez mais peço perdão aos meus queridos
Poetas e Musa; e que os meus versos sentidos
Esse amor celebrem pela Eternidade!

by Pedro Paulo Barreto de Lima

Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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