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LEMBRANÇAS DE UM AMOR


Era um mundo de sonho e fantasia
Que construímos sob o signo do amor
Se acabando na mais dura letargia
Deixando um vazio pontilhado de dor!

Foi olhando nos teus olhos
Que eu vi o brilho do nosso amor
Se apagar;
Ficou na memória
Lembranças de um sonho lindo
Que eu quis realizar!

Meu amor por ti é muito forte
Hei de amar-te nesta vida
E além da morte
Mesmo que tudo seja em vão!
Terei saudades
Dos momentos de alegria
Quando em singela poesia
Eu te dei meu coração!

Este mundo está cheio de desenganos
Só uma coisa é certa:
Eu te amo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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EM SONHOS TE HEI DE AMAR...



Vou sufocar o meu desejo
De te amar mais uma vez
Pra não ficar angustiado
Por não te ter a todo instante…

Não quero mais os teus carinhos
Não quero mais sonhar contigo
Nem imaginar-te floresta virgem
Com seus encantos e mistérios
A emaranhar-me
A me perder
Nos labirintos do teu corpo…

Meus olhos não te despirão
Inda que estejas apetitosa
E resistirei à tentação
Dos teus seios intumescidos.

Jamais te provocarei
Mesmo que esteja ao teu lado
E sinta a tentação
Dos teus lábios carnudos,
Da tua pele macia,
Do teu corpo quente…

Limitar-me-ei
A em silêncio contemplar
O brilho fascinante
Das estrelas
Em teu olhar…

E é assim que vou sufocar
(Ah! Mas como dói!…)
Esse intenso desejo de amar
Cada pedacinho teu!

É assim que vou esquecer
(Mas isto se não mais te ver!)
A tua encantadora presença,
A tua nostálgica ausência,
A saudade que vem de ti…

E em sonhos…
Em sonhos te hei de amar
Pois não posso
Nem quero
Esse amor imenso sufocar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE UMA RECUSA SENTIDA

Venha se perder nesse turbilhão.
Não se esqueça de fazer
Tudo o que pedir esse seu coração.

Toquinho / Lupicínio Rodrigues

VARIANTE I:

Perdão Vinícius, Toquinho, Lupicínio…
Mas não posso me perder no turbilhão
Do Amor; nem escutar meu coração
E nem viver essa paixão com tirocínio.

Triste de mim. A voz que ouço - o raciocínio –
Diz-me: Entoa, infeliz poeta, a canção
Enfeitiçada e transformada em vulcão
Que roubaste ao Poesia num escrutínio.

Entoa! Que ela há de ser tua companheira
Nos bares da vida. Talvez a saideira,
Talvez, quem sabe, a que te traga a alvorada!

Canta, ébrio de luz... (de)lírios... nostalgia...
O puro néctar da mais pura poesia:
O eterno amor da tua eterna Namorada!


VARIANTE II:

Perdão Vinícius, Toquinho, Marcilene…
Mas não posso me perder no turbilhão
Do Amor; nem escutar meu coração
E nem viver essa paixão que é perene!

Triste de mim. A voz que ouço é a da sirene
De Odisseu a entoar uma canção
Enfeitiçada, transformada em vulcão
Que me leva à doce Fonte de Hipocrene

Onde, ébrio, posso sorver com nostalgia
O puro néctar da mais pura poesia
E me enredar numa falsa liberdade!

Uma vez mais peço perdão aos meus queridos
Poetas e Musa; e que os meus versos sentidos
Esse amor celebrem pela Eternidade!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO À LUA



Lua sublime que a bailar no céu
Põe-me na alma um mar de comoções…
Lua soberana dos santos e dragões…
Lua de São Jorge e de São Miguel!

Lua que me faz vagar, vagar ao léu…
E que desperta o fogo santo das paixões!
Noctâmbula saudade a pairar nos corações,
A visitar a minh’alma – esse mudo escarcéu!

Lua dos impuros, astro dos apaixonados;
Mais que um satélite, uma deusa louca,
Enlouquecendo de paixão seu pobre súdito…

Ah, que vontade insana de sorver-te a boca...
E mergulhar em teus mistérios nacarados
E amar-te, ó lua, em orgástico decúbito…

by Léo Frederico de Las Vegas
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INGRATA DISTÂNCIA


São más as horas em que estás distante,
Mui distante de mim, meu terno amor!
Mas são bons os momentos, são delirantes
Os instantes em que a teu lado estou.

És mui linda, linda Mulher! És sorridente!
É evidente que tua beleza é singular.
Se estou só ouço teus passos lentamente
E de repente você vem me consolar!

Do teu olhar, mulher morena, vem minha vida!
Mulher querida és a dona do meu amor.
Teu doce pólen é um veneno, ó Margarida,
Que minha vida tira sem causar-me dor!

Vem alegrar os meus dias, mulher amada!
Sê minha trágica e lírica namorada!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DA LIRA EMUDECIDA


A minha lira já não me obedece!
No entanto, fico extático a esperar
Por esse verso que não aparece,
Mas se oculta no mágico luar!

A minha alma de luz se enternece
E um belo hino começa a cantar...
O meu ser emocionado estremece
Qual triste estrela no céu a cintilar!

Ah, esse verso que não chega nunca,
Esse verso... O que mesmo quer dizer?…
Esse verso com a sua garra adunca

Faz uma enorme ferida em meu ser!
Esse verso, faca cega e afiada
Diz-me: “Perdeste, infeliz, a tua Amada!”

by Léo Frederico de Las Vegas
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PHOTOGRAPHIA



“Ao vovô e vovó
Um beijão da netinha Sabrina.”
Pela ação do tempo amarelada
Aguarda na Central dos Correios para ser resgatada
A fotografia da menina
Faceira de cabelos curtos e lisos
Que aos avós dedica seu melhor sorriso…
Ah! Mas que dó!…
Guardada cuidadosamente
Numa carteira perdida ou roubada
A foto de Sabrina é apenas uma entre
As milhares que jazem arquivadas
Nos velhos depósitos da Agência Postal
Onde também se encontram lembranças
De pessoas que mantêm viva a esperança
Num novo arrebol, num feliz amanhã.
Gente capaz de esquecer a vida ferina,
Vivida às vezes de forma vã
Dedicando um sorriso a alguém especial
Como o fez a nossa meiga Sabrina.

by Léo Frederico de Las Vegas
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LUAR TÃO BELO!



Há dias que não vejo um luar assim tão belo!
Mas não é porque não tem havido luar assim tão belo.
Senão porque virei um pequeno burguês conservador
E deixei de reparar em um luar assim tão belo!
Então minh'alma burguesa e pequenina
Não mais tem a lua por sua menina.
Entretanto e apesar de
O luar continua escandalosamente belo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ACRÓSTICO POR OCASIÃO DOS 500 ANOS DO BRASIL



Brasil, Pérola Ímpar do Universo,
Recontar eu quero nestes versos
A beleza selvagem de tuas matas,
Serranias, cachoeiras e cascatas;
Impregnando-me desse luxo varonil
Lembrar que és o meu tesouro, meu Brasil!

Quedas d’água, riachos, ribanceiras,
Uma avalanche de luz e poesia
Incendiando em cada peito, altaneira,
Nossa paixão por ti, com alegria!
Hoje, Brasil querido, país gigante,
Eu quero neste canto delirante
Nossa ternura incontida revelar:
Terra à vista! — gritou Cabral — emocionado…
O grito ecoa das distâncias do passado
Saudando a Terra Brasilis d’Aquém-Mar!

Acorda desse berço esplêndido e mostra o teu valor,
Nossos votos, Brasil, são estes com muito amor!
O meu canto deseja, garboso e juvenil,
Saudar-te em doce aquarela, meu Brasil!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE UMA TRÁGICA TRISTEZA

Por ocasião do falecimento da tia Rosa



Chove torrencialmente no Rio Preto!
É o choro das crianças deserdadas
Do carinho de sua mãe e orfanadas
Em cujas vidas cravou a morte seu duro espeto!

Chove! E o vento traz fortes lufadas
De um estertor que percorre pelo peito
Dos infantes irrequietos que não veem jeito
De outra vez ter entre as suas as mãos surradas

De sua mãe que por elas dera a vida...
Chove! E não há dor maior que esta
De olhar inerte o rosto meigo que sorria.

Oh, noite de insônia! Oh, prolongado dia!
Tristeza de fechar os olhos negros da mãe querida!
Chuva de lágrimas se esparrama pela floresta!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO A PALOMA



Eu gosto muito de fazer poesia
Eu gosto muito de onde haja alegria
Eu gosto muito de falar de amor
E de encantar-me com a beleza da flor.

Eu gosto muito do silêncio do dia
Da paz perfeita e da doce harmonia;
Eu gosto de tudo o que Deus criou
Pois tudo denuncia seu poder criador.

Gosto de amar-te, fazer-te mulher!
Quero ver-te assim, eterna qual Roma.
Tu és minha deusa, minha crença e fé!

És também a minha deusa do aroma
E por seres formosa, aurora rosicler,
Dedico-te este poema, ó querida Paloma!

by Léo Frederico de Las Vegas
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QUEM COMEMORA O DIA DO ÍNDIO?*

*Poema desentranhado de um editorial jornalístico


19 de Abril. O branco vai pintar a cara
E lembrar(?) daquele povo de olhos puxados.
Mas o Índio vai continuar na angústia, é claro,
De ver tudo quanto é seu sendo tomado.

O que o Índio tem a comemorar se a malária
E um dos tristes saldos que lhes deixa o branco?
Se quem deveria protege-los aos latifundiários
Entrega suas terras demarcando-as aos trancos?

Se no rosto de seus irmãos vê a fome e a magreza
A doença e a morte… a miséria e a pobreza…
E o branco como sempre suas riquezas depredar?

Acordai, autoridades, atentai pra este aviso:
Ou fazeis cumprir o que aos índios for preciso
Ou então… nada teremos a co-me-mo-rar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ELEGIA DE UMA DOR QUE NÃO TEM CURA

À titia Rosalina Corrêa Xavier (in memorian)


Rosalina, rosa linda, misteriosa!
O teu perfume me inebria, me deixa em êxtase
Sempre a lembrar de que foste maravilhosa
A amar da vida as coisas simples com toda ênfase…
Lembrando a angústia, a despedida dolorosa,
Inevitável e amarga, a te furtar antes da ênclise,
Não pude ir ver-te não por que te não amasse,
Antes quis o riso, lembrar-te, meigo na face...

Creio que assim a dor se torna mais suportável,
O sofrimento de tua ausência, intolerável,
Restando a dor no peito imensa da saudade
Revivendo o nosso triste sofrer profundo -
Êxtase dorido que maior não há no mundo -
A dizer-te: “Em vida te amamos de verdade!”

Xácara nenhuma ou mesmo alegre canção
A dizer-nos: "Tu queres que eu seja somente fiel...”
Vão consolar nosso entristecido coração
Inda que te saibamos dormindo no céu...
Elegia de uma dor que não tem cura
Resta-nos cantar-te, doce e pequena criatura!

Melgaço, 18 de abril de 2010.

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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POEMA SENTIMENTAL AOS ÍNDIOS



Índios
Éreis felizes
Quando esta terra vos pertencia
Boa comida Tupã vos dava
Todos os dias.
O sol, a lua e as estrelas
Eram vossos irmãos
Vivíeis felizes cada índio na sua Nação!
Mas chegaram os brancos
E vos trataram com humilhação!
Quase que vossa cultura desapareceu
Pois dizimados fostes pelo homem europeu
Fostes expulsos das vossas terras. Que horror!
Com vil ganância o homem branco
Quais animais irracionais vos tratou…
Contudo, sois ainda,
O lindo cocar, a glória do meu Brasil.
Salve o Dia do Índio
19 de Abril!

by Léo Frederico de Las Vegas
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FILHOS DO SOL!


Índios, bravos guerreiros, Filhos do Sol!
Fostes pelo branco europeu escravizados
Pois ele destruiu os vossos verdes prados
E não tendes mais o esplendoroso arrebol

Que na quietude de vossas tardes outrora
Tingia de ouro puro o vosso céu azul!
Por que veio o europeu que logo sem demora
Devastou as vossas terras de norte a sul…

Assim foram sugadas as vossas riquezas…
E no vosso coração (creio) só há tristeza,
Pois o futuro que tínheis se desmoronou

No momento que em busca do Eldorado
E não vendo o seu sonho ser realizado
O homem branco cruelmente vos tratou…

by Léo Frederico de Las Vegas
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BREVE HISTÓRIA DE AMOR



Estava escrito o teu nome na areia
Junto à nossa história de amor
Mas veio na onda uma incauta sereia
E nome e história a um só tempo apagou…

Meu coração que estava tão cheio
Do teu amor quis a história salvar…
Mas perdeu-se em um emaranhado enleio
Pra nossa lua de mel em fel transformar!…

Gritos de minh’alma solitária
Ecoam pelos desvãos da madrugada
Contagiando meu ser de intensa nostalgia!

Dói-me no peito essa saudade vária
Dos nossos belos momentos, ó minha amada,
Onde fluíam paz, amor e alegria!

by Léo Frederico de Las Vegas
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AMOR ANIMAL



Este teu cheiro de cadela no cio
Faz-me sonhar
Múltiplas possibilidades
De te levar à cama
E te amar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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JASMIM DOURADO



Jasmim mui querido… Tens lindas cores liriais…
Ama com todo o teu carinho a plena paz;
Cultiva, peço-te, com prazer e intenso fulgor
Ilusões, fantasias deslumbrantes, amor!
Do amor de duas pessoas foi que você nasceu.
Ama também a Deus e a poesia das cores
Lembra-te que fazendo assim da vida os labores
Virão para você, mas hão de ser bonançosos,
Amenos, suaves, refrescantes, ditosos…

by Léo Frederico de Las Vegas
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À VELHA COMPANHEIRA DOS POETAS



Se anular bastasse a criatura
E daí não mais restasse nenhum frisson
De certo eu concebera essa idéia pura,
E a concretizaria como o quis Drummond.

Mas é que ainda existe lá no céu a lua
E toda a quintessência por ela despertada
Embora tenham-na exposta, no espaço, nua,
E de uma vil tristeza humanizada.

Persiste, todavia, o seu sutil encanto,
E o seu “velho segredo de melancolia”
Flutua, absorto, num mar de amianto.

Então ao “astro dos loucos e enamorados”
Dedico o meu tesouro: essa sempre nostalgia
De fagulha luarescida do meu verso apaixonado!

by Léo Frederico de Las Vegas
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NADA QUISESTE…



Eu queria ofertar-te o meu amor verdadeiro
E amar-te como à linda Julieta amou Romeu…
Eu queria ser (do teu coração) o prisioneiro
E unir as nossas vidas nos laços do himeneu.

Eu queria possuir teu lindo corpo por inteiro,
E dar-te toda a minha ternura, o carinho meu…
Queria tanto ser também o mancebo que primeiro
Houvesse com muito amor beijado o lábio teu.

Quis dar-te o meu sonho e o meu coração alado;
E que fosses muito felizes no meu país encantado,
Onde censuras não houvesse para o nosso amor…

Mas nada quiseste… E o lindo castelo dourado
Dos meus sonhos infindos ontem foi desmoronado
E hoje choro essa ruína com amargo dissabor…

by Léo Frederico de Las Vegas
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ENCANTO



Posso ver na beleza das flores
No suave cantar dos passarinhos
No gorjeio feliz dos canarinhos
Os meus mais sublimes amores.

Posso rever em minha lembrança
Aqueles insólitos momentos
Em que expressei meus sentimentos
A você, meu amor, minha criança!

Na lembrança suave e na beleza
Das pétalas das perfumadas rosas…
Sim, nos encantos da Mãe-Natureza

Relembro aquela tarde silenciosa
Quando eu inteiramente delicadeza
Beijei teus lábios, tua boca formosa!

by Léo Frederico de Las Vegas
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UMA DOR CHAMADA SAUDADE


Não! Não foi porque eu haja te esquecido
Que te deixei de ir ver na extrema hora.
Amizade assim de anos não vai embora
Tão fácil. Foi o dejavù, o repetido...

Dos adeuses sem regresso - transido -
Tenho medo... A covardia me apavora,
Mas fui covarde!... A alma, porém, chora,
Deixando o sentimento ressequido!

Perdão, te peço, pela inesperada
Falta, mas a ver-te co'a Indesejada
Preferi, antes, o teu sorriso antigo...

E eu fiquei lembrando tuas peripécias
Filosóficas e tuas controvérsias,
Docival de Souza Gomes, meu amigo!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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COINCIDÊNCIA DOURADA



À prateada luz do luar da madrugada
Você me escreveu uma carta amorosa
Cujas palavras alegres, meigas, ditosas
Falavam-me de tua paixão, ó minha Amada!

No silêncio daquela noite misteriosa
A relva verde macia e orvalhada
Testemunhou a coincidência dourada
Que marcou nossa amizade gostosa.

Porque eu aqui tão distante, acordado,
Como que por um sublime amor tomado
Escrevia-te embevecido com aquele luar

Enquanto você no mesmo instante acordada
Admirando a natureza enluarada
Uma linda carta resolveu me enviar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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AMOR SINGULAR


O sol, a lua e as estrelas
Nunca viram história mais bela
Que a de Julieta e Romeu
Cujo amor separando-os na terra
Os uniu para sempre no céu…
As famílias inimigas uniram-se
Pela tragricidade do romance final
Vence a morte o amor verdadeiro
Vence tudo o amor sem igual!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ENCANTOS DE MELGAÇO



Cidade querida, Melgaço!
Lugar de gente hospitaleira…
Com a Praia do Jambeiro qual regaço
A abrigar lindas morenas faceiras!…

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE AMOR PERENE



Deixarei que morra em mim esse desejo
De buscar-te nos orvalhos das manhãs
De procurar nos morangos e maçãs
Aquilo tudo que em ti eu mais almejo!

Deixarei que o sentimento benfazejo
Leve o gosto adocicado das romãs
E o calor das intensas febres terçãs
Para o teu corpo e te inebrie num solfejo

Pois eu preciso te amar naturalmente
Com um amor presto, calmo (e)ternamente
Na hora mágica do sacrílego luar

Da madrugada que me traz tua lembrança
E a vontade de reviver a esperança
De pela minha vida inteira te amar!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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CANÇÃO DE NINAR



Dorme, querido bebê!
Que eu velo por você
Dorme, dorme, ó bebê!
Dorme, dorme que papai...
Está velando por você!

Dorme, querido bebê!
Que eu velo por você
Dorme, dorme, ó bebê!
Dorme, dorme que mamãe...
Está velando por você!

Dorme, querido bebê!
Que nós velamos por você
Dorme, dorme, ó bebê!
Que papai e mamãe velamos
O soninho pra você!

Dorme, querido bebê!
Que mamãe e papai velamos
O soninho de você!

by Léo Frederico de Las Vegas
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MORTO PARA A VIDA



Triste dizer
Mas estou morto para a vida
Não exatamente
Para a vida
Mas para o que
Ela tem
De desencantos e ilusões!

by Léo Frederico de Las Vegas
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BELEZAS RARAS


É fim-de-tarde. Sim, mas que beleza!
Ocaso assim nunca vi outro igual!
Canta em doce sinfonia a Natureza
A canção que traduz paz vesperal!

Tem a paisagem matizes siderais.
Cinco sóis vêm beijar as framboesas…
Os encantos dos fins-de-tarde outonais
Dos corações extirpam as tristezas!

O pôr-do-sol me inunda de amor…
Chega a noite. Cintilam as estrelas.
Surge a lua em todo o seu resplendor

A dizer: Na rubra aurora haverá
Outra mais rara atração e mais singela:
O apaixonante ocaso lunar!


by Léo Frederico de Las Vegas
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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