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MENSAGEM AOS AMANTES DA POESIA




Aos amantes da Poesia dizer eu quero
Que é imensa a solidão do mundo…
Que há muito suicídio e desespero
E que a Paz e o Amor dormem um sono profundo!

Digo também aos espectadores da lua
Que uma dor oculta assola a Terra.
Que há milhões de meninos de rua
Cujo peito um mínimo de dignidade encerra…

Amigos, assassinaram a infância
Que geme pelas ruas seu grito incontido…
Contudo, enquanto houver no mundo esperança(!)
Que bom!… Nem tudo estará perdido!

Amantes da Poesia respondei-me com sinceridade:
Sabeis para onde caminha a humanidade?

by Léo Frederico de Las Vegas
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HOJE À NOITE TEM LUAR


Hoje a lua virá banhar minha saudade
E sem pudor mostrar-se-á nua no céu;
Esplendorosa seu brilho exceder não há de
Ao belo e intenso fulgor dos olhos teus…

Estás distante, amada minha, além dos montes!
Mas bem presente dentro do meu coração.
Trazes nos olhos outros ocultos horizontes
E a lareira que me aquece de paixão.

Hoje, quando no céu surgir a lua
Repousarei meu pensamento em teu olhar
Em teu corpo, na maciez da pele tua…

E, apaixonado, meu coração há de chorar.
Então, caminharei absorto pela rua
Embriagado da tua saudade e de luar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DESMAIO LUNAR...


Languidamente desmaiou hoje em meus braços
A lua – níveo cristal ambarizado!
Visão dos sonhos, senhora dos espaços,
Dona suprema do meu ser extasiado!

Em meus braços eu a tive desmaiada
Numa louca solidão de fim-de-tarde…
Estava bela e emergia lenta do mar de
Melgaço e de minha poesia maculada!

Quando me viu, poeta louco, à sua espera
Um doce frêmito percorreu-lhe o corpo todo
Feito de algas, poeira cósmica e quimera!

E num espasmo desmaiou. E o que restou do
Nosso encontro foi essa flor enluecida
Em minhas mãos tal como um poema à vida!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO PUNGENTE DE SAUDADE INFINDA



São sessenta dias sem o som de tua voz
Sem o doce sussurrar de teu sorriso
Sem tua afável companhia, sem o siso
Que tu punhas na minh’alma de albatroz!

Noites de insônia – síndrome de Narciso –
Ferida aberta, a dor permanece atroz
E a saudade aos poucos mata... fero algoz
De quem perdeu de sua vida o paraíso!

E a saudade dói pungente no meu peito
Vontade louca de ouvir-te ao telefone
De falar-te que és o verso mais perfeito

Do poema triste que vou compondo insone
Vida afora... Poema amargo, rarefeito,
Mas cheio do teu Mar, Cilene, meu ciclone!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO DE FRUSTRAÇÃO


A dor de não poder ser teu amante
E estreitar teu corpo exangue junto ao meu
Traz-me uma triste certeza lancinante:
És a minha Julieta, sou teu Romeu!

Por isso, eu, em versos loucos, doravante,
Cantarei o amor que não aconteceu,
Que mesmo antes de chegar ao apogeu
Finou-se, tristemente, num instante!

Vou cantar!... E, nos versos, eu direi
Desta minha beleza sem virtude
De te amar de forma louca e obtusa!

E direi ao mundo: a fundo e amiúde
Amei intensamente!… E então serei
Dos poetas quem mais amou a sua Musa!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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HOMENAGEM PÓSTUMA AO POETA SOLITÁRIO



Diga para mim, amigo Poeta,
(pois sabes que és meu amigo pra valer):
Onde estás nesse exato momento
em que a Indesejada, de forma tão covarde, beija teu meigo rosto?
Como foste abandonar este Vale de Lágrimas tão cedo,
uma vez que nem chegaste à tão aguardada casa dos "enta"?
Inda pulsa em minhas veias a verve de tua poesia intemerata,
poesia da gema, poesia sem firulas, que eu degustava embevecido,
Velando no obscuro de minha patética Solidão,
eterna e triste solidão dos que pitam e fazem poemas!
Ainda ontem lendo Vinícius: “Quantos somos, não sei... Somos um, talvez
dois; três, talvez, quatro; cinco, talvez nada...” lembrei teus versos
Liquefazendo a Saudade e o Amor para alimentar a Humanidade
com a exuberante seiva da Vida!

Docival, Civaldo, Valdoci... Por que nome devo chamar-te
neste estranho, e único, e indelével momento
Em que o gracejo de minha alma angustiada busca a fonte de amor
que de ti tão abundantemente jorrava?

Ser, ah, quem me dera, um simples verme que chafurdasse
na lama luarescida por tua presença luminosa!
O pária que fosse explicado na sempre inconclusa poesia social,
que realizavas tão facilmente, tão naturalmente!
Um grito de “Meu Deus!” à la Drummond,
ante a miséria estampada nos rostos mestiços dos Marajós...
Zarabatana, zagaia envenenada, cambão de aquariquara a pescar
os dociamargos frutos do imenso e denso rio-mar;
A vida, enfim, que aos borbotões, por rios e igarapés
desse tão sofrido Marajó se insinua!...

Guerreiro estelar, por onde voas agora?... Por que estás imóvel, emudecido,
tu que a pouco rias da Vida, zombavas da Morte, enaltecias o Caos?!...
O Grande Mistério apresentou-se-te e nem nos deste um aviso, seu sacana,
nenhum silvo sequer no ranger do velho portão do Casarão Abandonado...
Mas, quanto aos outros, (que somos muitos, milhares talvez),
sim, quanto aos outros poetas, teus irmãos, a lamentar tua Perda
Estamos quedados, emurchecidos, inertes, insones, chorando tua Ausência
que era a mais luminosa presença de um autêntico amante da Poesia!
Sossega em paz amigo poeta, pois os que ficamos, continuaremos lutando,
gritando versos de amor ao luar para honrar tua prodigiosa lembrança!...

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SEU DESEJO É UMA ORDEM...




Vá agora ao banheiro e... se masturbe
Lembrando o nosso pega-pra-valer...
Tínhamos que ser um do outro – maktub! –
Vivendo um pornográfico prazer!...

Deslize a mão caliente por sua vulva...
E, grite!, num gemido alucinado;
Contraia o clitóris e que a face fulva
Demonstre que o orgasmo é chegado!

Pense em mim com um líquido desejo
De lambermo-nos (pênis e vagina)
E em meus testículos deixar seu beijo...

Que ao fazer este poema (nossa imagem!)
Penso em seus grandes lábios, pequenina,
E me masturbo em sua homenagem!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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EPITÁFIO


Paráfrase de Gil Vicente
O Juízo Final esperando
Jazo aqui nesta morada
Também da vida cansada
Em inaudita paz descansando.

Perguntas-me quem fui eu.
Peço-te bastante atenção
Porque já fui como tu. E então
Um dia hás de ser como eu.

Se queres, portanto, seguir
Caro leitor meu conselho
Toma-me por teu espelho:
Olha-me! E hás de ver a ti!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SAUDADES DE VINÍCIUS DE MORAES


I
Oh! Quanto prazer eu sinto quando leio
Os belos sonetos, as elegias liriais
Do lírico Poetinha Vinícius de Moraes
Que sempre bebeu da fonte do devaneio!

Encantado com o meu próprio enleio
Sei muito bem que eu não verei jamais
Outro poeta como Vinícius de Moraes
E de beber dessa fonte tenho receio…

Não obstante, eu bebo dessa fonte
Cuja nascente fica em um alto monte
E ao beber me chega a mim a nostalgia…

Vejo então que eu sou todo saudade
E a todos falo esta minha verdade:
“Sou aprendiz do bucólico Poesia!”


II
Uma coisa estranha o meu peito invade
Neste momento de excelsa meditação…
É que eu sinto uma tão grande saudade
De você, Vinícius, meu caro irmão!

Sei que não sou o único poeta que há de
Em alguns versos dar-te uma saudação
Sei muito bem, com muita originalidade
Outros poetas também te cantarão.

Então transbordo de intensa emoção
Que estes versos com toda sinceridade
Me saltam assim do nobre coração!

És, Vinícius, a minha perdida mocidade...
E tens a pérola da sublime inspiração
Que de lirismo contagia a humanidade!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DA INDIFERENÇA



Por que você se esquiva indiferente
Às juras de eterno amor que eu te faço;
Ao meu todo apaixonado, ao meu abraço...
Que te dedica o meu carinho ardente?

Quando passas por mim vejo teu passo
Levar-me toda a alegria e, indigente,
Mendigo um gesto do teu olhar contente;
Uma doce carícia do teu braço!

Então meus lábios chamam por teu nome;
E te lanço um olhar tão suplicante
Maior que esta paixão que me consome!

Nada disso percebes, minha ingrata,
E me torturas, sim, a cada instante,
E em vão derramo lágrimas de prata!

by Léo Frederico de Las Vegas
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O QUE É POESIA?



É tudo aquilo
Que me faz sorrir e chorar…
É o salto livre de um esquilo,
Uma canção ecoando no ar!
Poesia
É o meu grande bem-querer
É o lenitivo
Que me ajuda a viver!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ADUBO DE ROSAS


A Docival de Souza Gomes
I
Já não cabem mais os versos ao luar
Nem para a bem-amada as serenatas;
Sem seu cantor ficaram as cascatas
E as cachoeiras sem seu doce ciciar...

Ele se foi para nunca mais voltar
Levando suas canções intemeratas.
De Mozart e Beethoven as sonatas
Ouvir além e em doce paz sonhar.

Ele se foi deixando em mim sua vontade
De uivar versos loucos e uma saudade
Que abrandem as feridas dolorosas

Que a vida nos inflige. Todavia,
Ele, para nosso consolo e alegria,
Transformou-se em adubo para as rosas!

Docival Gomes, no Centro de Treinamento Java Caellum, RJ/RJ.
II
É o que seremos, todos nós, um dia
Quando o sol sucumbir ao horizonte
E dessedentados virmos à fonte
Somente para sorver-lhe a poesia...

Quando a noite lugubremente fria
Pousar a sua forte mão em nossa fronte
E ao outro lado nos transpor da ponte
Entraremos nas mansões da nostalgia

E seremos o olhar triste da estrela
Ou a fúnebre canção que alguém entoa
Lá nos longes sombrios das catedrais

Ou a luz fria que teima em voltar à vela
Quando já palma nenhuma mais ressoa
E o aniversariante não existe mais!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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LÁGRIMAS QUE ROLAM…



Lágrimas que rolam…
Pessoas que se vão
E esse buraco negro
Em meu coração…
Solidão da alma
Cinzas pelo chão
Nesse abandono
Meus dias se vão.
Marta… Em que lugar
Te escondes
Do meu coração?

by Léo Frederico de Las Vegas
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UM BARCO EM MEIO AO OCEANO



Sou como um barco que em alto mar
Navega sem rumo certo, sem direção.
No Mar da Vida eu vou sempre a navegar
Ora para a Felicidade, ora para a Ilusão!

Perdido em meio às ondas do Mar da Vida
Vou deslizando nesse aquático deserto;
Sou como um barco que ao ponto de partida
Volta, porém, pensando que seu rumo é certo!

Assim a minha vida passa, se vão meus anos!
Neles regresso e… eis-me agora uma criança!…
Sou como um barco que navega no oceano
E ancora ao contornar o Cabo da Boa Esperança!

by Léo Frederico de Las Vegas
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NOTURNO



Sinto enovelar-se em mim a solidão noturna
E ouço o coaxar dos sapos
Na treva.
Na treva estou à espera de um milagre…
E de repente vejo-a surgir
Faceira
Dissipando de minh’alma a penumbra!
Então nos enlaçamos
Para a mais-que-perfeita
Conjugação do verbo amar
E a solidão já não existe.
A luminosidade de seu intenso olhar
Acarinha minha tristeza
E inebriado fico a sugar
Avidamente o clitóris lunar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ESTRELA GUIA


Querida, você é a minha estrela guia
A indicar-me o caminho, o rumo certo!
E se estou perdido em meio ao deserto
Só você é quem me faz companhia!

Eu amo tanto você minha querida
Que querer não há maior que o meu…
És meu último suspiro, minha vida
Que pela vida serei somente seu!

Ah, como eu amo demais o teu amor...
É teu somente, querida, meu coração!
Dá-me o teu perfume, ó singela flor!

Vem e me naufraga no mar de tua paixão!
Você a minha querida estrela guia;
Fonte suprema da minha frágil poesia!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO SÓ PARA SAMUEL MARQUES




“Viajarei com a Aurora” para estar contigo
Na hora exata em que Érato te abraçar
Para fruir de teu êxtase, amigo,
E ver teu rosto transfigurado de luar!

“Viajarei num corcel feito de lírios”
Pra ver tuas líricas mãos a rabiscar
O instante em que a Deusa os teus delírios
Em poesia sempiterna transformar.

E com os olhos embebidos de ternura
Devorarei tua poesia intemerata
E teus poemas prenhes de candura!…

Mas ah! Talvez tudo seja ilusão!
Culpa da Lua, essa deusa cor-de-prata
Que nos deixa bêbados, caro irmão!
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SONETO À KARINA


Queria que a minha palavra fluísse
Mansa e espontânea como as águas do mar
Para dizer-te tudo o que me vai na alma…

Pelo pouco tempo em que convivemos
Tenho certeza, atou-se um laço
De profunda amizade em nossas vidas…

Obrigado pelos momentos de compreensão
Ou até mesmo por alguns espinhos
Que magoando momentaneamente o coração
Nos encheram, contudo, de carinho…

E que possas seguir pelo mundo tua sina!
(Digo-te em nome de todos os colegas)
Tua saudade ficas, nossas saudades levas
Em teu doce coração, querida Karina!

by Léo Frederico de Las Vegas
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YESHUA



Jovem,
Este é o
Seu
Único
Salvador!

Creste na sua
Ressurreição
Imaculaste tua alma no
Sangue do Cordeiro?
Terás então um lugar no céu
Onde há gozo e paz com Yahweh, Deus Verdadeiro!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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LUA



És inesgotável
Lua querida!
Eu amo tanto
Teu resplendor…
Quantos poetas
Já se encantaram
Ao verem-te caminhar
Faceira pelo céu.
És um enigma
A bailar no firmamento,
O mistério do amor!
És minha fonte
De inspiração
E sou qual tu
Cheio de vida
De amor e paz!

by Léo Frederico de Las Vegas
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CORAÇÃO DILACERADO



Coração dilacerado
Por que o teu cruel passado
Te deixa assim amargurado
Sofrendo essa terrível dor?

Se por ninguém foste amado
Por que chorar desesperado?
Por que ficar angustiado
Se ninguém quer o teu amor?

Sai dessa, coração!
E deixa que a mais pura emoção
Te enxugue o pranto derramado!

Sai dos domínios da solidão,
Acaba de vez com essa aflição
Coração dilacerado!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONHO REAL



Sonhei com você
Um sonho real podes ver:
Eu em frente ao altar
Esperando você!
O tempo passando
E você nada de aparecer
Toda a Igreja me olhando
Na expectativa do que ia acontecer.

Foi quando então a marcha nupcial tocou
Oh! Como bateu forte o meu coração
Eu te declarei o meu mais puro amor
E o pastor materializou a nossa união!

Quando entraste na Igreja
Eu sei que me realizei
Teu enxoval tão bonito
Me apaixonei!
A tristeza de antes
Se foi para onde não sei
Mas ao ouvir o teu sim
Mui apaixonado eu te beijei!

Creia, assim tão lindo foi o nosso amor
Ah! Pudesse eu ter mil corações
Com os mil te amaria minha singela flor,
Dona do meu ser, das minhas emoções!

De repente acordei
E eis-me nesse grande vazio
Sozinho neste quarto
Morro de frio!
A tua saudade
É grande demais como um rio
Que devora os náufragos do amor – esse navio!

Foi quando então eu caí na real
Ah! Como eu sinto tua falta nesta solidão…
Relembrar as cenas deste sonho real
E fazer feliz meu coração!

by Léo Frederico de Las Vegas
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ONDE ESTÁS?



Onde estão teus olhos cheios de desejos
Mais negros que uma noite sem luar
E tua alma inquieta e louca a vagar
E os teus lábios febris para os meus beijos?

Onde é que está de tua nuca o arrepio
E os teus risos alegres e tranquilos
E a doce embriaguez de teus mamilos
E a brancura de teu ventre macio?

Onde é que está de teu corpo o sacrário
Violão plangente, estranho estradivário
A gemer uma música qualquer?

Dos teus carinhos a serenidade
Onde posso encontrá-la? Onde?... Quem há de
Dizer-me onde tu estás, meiga Mulher?!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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