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POEMA SÓ PARA MARTA GARCIA


Metamorfosear em lírica poesia o sentimento
Anelando expressar o teor do inexprimível;
Reunir as fagulhas luarescidas do momento
Trazê-las para a moldura do verso insubmergível
Aqui eis a tarefa a que me proponho para meu desespero...

Guiar as sensações aos labirintos do inefável
Ao crepitar de carícias em vulcanizado destempero
Redescobrindo a aurora inaugural do anjo amável!
Caminhar num feixe de luz para as regiões sidéreas
Inimagináveis ao mais comum dos mortais;
Amar e expressar sinceras sílabas etéreas

Ditadas pelo coração que de amor entende mais!...
Enamorado coração que vive em estado de paz!

Amar é sentir a dor aguda e pungente da saudade
Resumida num grito: "Ah, quem me dera estar com você!"
Amar é sentir-se só na multidão e, mesmo na intensidade,
Único e só, lutar por uma só razão de ser:
Jamais renunciar o amor da Bem-Amada diva,
O amor, sublime amor, ainda que mais de cem anos se viva!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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MEU GRANDE AMOR



Meu grande amor
É lembrança
É saudade
Que vem e invade
O meu coração!

Meu grande amor
Tem um sabor
Proibido
Romance escondido
Em uma imensa paixão!

Meu grande amor
Razão do meu viver
Não quero jamais te perder!

Amor da minha vida
Com você
Eu quero pra sempre
Ser feliz.

Meu grande amor!

Meu grande amor
É mistério
É sincero
É a paz que eu quero
Para o meu viver

Meu grande amor
Doce encanto
Estou te amando tanto!

Sem você
Minha vida é um eterno sofrer!…

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO ENLUARADO


A lua está parindo essa tristeza
Que me invade, amor, o coração!
A lua está dançando com leveza
No deserto da minha solidão.

Essa lua me deixa comovido!…
Qual fruto doce no pomar do céu
Bebo-lhe o néctar e, embevecido,
Volto bêbado, amor, pros braços teus.

Soberana, da abóbada celeste
A lua desce pra beijar o mar
Depois se vai. A lua que me deste

Deixa um enigma a pairar no ar
É o cheirinho bom com que nasceste
Que a minh’alma faz inebriar!
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POEMA PARA A BEM-AMADA


Amada minha,
És a expressão máxima da minha poesia…
Motivo maior da minha alegria
E por isso eu te amo!

Ah! Se eu pudesse ter-te em meus braços
Nas noites de infinito luar
Faria os versos mais bonitos
Da poesia universal!

Me dói muito ter que passar
Um terço de todos os meus dias sem você.

Queria tanto ao acordar
Ter você junto a mim
Para poder afagar-te
E dizer-te suavemente
Todas as mais belas palavras
Do meu romântico repertório poético.

Imagine, Bem-Amada,
Quando acordares no meio da noite
Que eu durmo sonhando com você!
Deixa-te então afagar por essa brisa
Que sorrateiramente invade teu quarto…

Sentes?! Ela acaricia teu rosto
Depositando em tua face o meu mais
Ardente beijo de amor!
Essa brisa agora vem descendo
Pelo vale montanhoso de teus seios
Faz pousada em teu umbigo
E… oh! mas o que era brisa agora é ventania
E te percebes sem calcinha,
Pelinhos esvoaçantes tonta de amor e lúbrica paixão!

Percebes?! Agora a brisa que se fez ventania
Metamorfoseia-se em ser humano…
Sim! Sou eu que te faço amor
Que te enlouqueço
Apresentando-te entre delírios
Um mundo lúbrico, lírico e musical!
Te afogando num oceano de carinhos
Acima das estrelas, na órbita lunar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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PÁGINA EM BRANCO



Nesta pequena página em branco
Fica um pouquinho de mim:
Queria poder retribuir
Tudo o que recebo na medida certa.
Beijar o teu beijo
Acariciar-te do teu modo
Brincar da tua maneira
Ser tua alma gêmea
Ser o homem que você sonhou!
Ah! Queria também
Marcar presença em tua vida
Ser uma lembrança gostosa
Um carinho estremecido!

Queria descobrir teus pensamentos
Viajar por teus desejos
Ser livre para agir…

Na verdade ser um pouco
Como você
E com você ser feliz!

Mas se meu caminho é triste
Deixa-me então beber
Beber dessa tristeza!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DE POETAS E DE POESIA



Muitos são os poetas
Mas poucos os que vivem em estado de graça!
São muitos os poetas
Mas poucos os que vêem na fumaça
O símbolo augusto da vida
Que passa…

by Léo Frederico de Las Vegas
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SOLIDÃO

 

Eu estou sofrendo
Com a separação
E não agüento mais
Viver na solidão…
Você foi embora
Disse-me um adeus.
Já não posso olhar
Dentro dos olhos teus
Porque você está distante
E eu sofrendo por você.
Chorando o destino cruel
Eu sou como réu
Destinado a morrer…
Diga onde você se esconde
Diga que ainda me ama
Volte outra vez pra mim
Pois sempre estou aqui
Esperando-te em minha cama. 
Ah! Se resolveres voltar…
Estou de braços abertos
Pra te abraçar com carinho
Afagar-te com afeto…
Sei que sou um sofredor
Com o coração dilacerado.
Sofro muito e por teu amor
Estou morrendo apaixonado!
 by Léo Frederico de Las Vegas
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VAGO LUAR!


Numa noite de vago luar
Dei a conhecer ao mundo este suspiro:
“Ah! Que vontade de amar como os animais
Sem sofrimento algum. Apenas amar!”
Entretanto, a vontade que eu tive realmente
Foi de ter tido você em meus braços nessa noite
Para ouvir meus paupérrimos poemas
Entanto impregnados da mais rica poesia: o amor!
Sim, vontade de suspirar-te
Três palavras
Em cujo seio se resume
Toda a alegria dos filhos de Adão:
Eu te amo!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO AO INCÊNDIO



“Incêndio: leão ruivo ensangüentado!”
Destruindo em sua fúria gigantesca
Várzeas, planícies, campos e cerrados...
Disseminando a dor pela floresta.

Quem te despertou de teu sono sossegado
- Verso soberbo de canção trovadoresca -
E te incitou a espalhar por estes prados
A maldição da morte insana, fria e lesta?

Quiseras mesmo era semear o amor
E nas lufadas do vento viajar
Polinizando a vida em cada flor!

Mas não o podes. E com angústia no olhar
Segues tua sina esparzindo o terror
Até que a chuva te abrande o pesar…

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE INSPIRAÇÃO




Não sei de onde vens nem para onde vais.
Mas às vezes eu te sinto dentro em mim
E sobre mim pairas tal qual o colibri
Paira sobre a flor de aromas liriais.

Tu és a perfeição; e assim te sobressais
Em formosura a todas quantas eu já vi…
Tens a compleição de um frágil jasmim
E o doce e suave canto das sabiás!

Tu és, ó poesia, a minha inspiração,
Pois me enches de carinho e emoção.
E por seres minha vida, um pedaço de mim

É que em ti deleitar-me-ei e enfim
Vislumbrado em teu louvor direi um dia:
“Quanta beleza encerra a poesia!”

by Léo Frederico de Las Vegas
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CONFISSÃO

De um verso roubado fiz esta poesia
E pus uma gota de arco-íris em teu olhar…
Das estrelas trouxe essa ígnea chama fria
Pra de teu coração a lareira esquentar!

Do mar o murmúrio, a leveza da brisa,
Do infinito aquela mais longínqua estrela…
Nada a ti se compara, querida Elisa;
Ah, que vontade louca de outra vez revê-la!

De envolver-te em meus braços de fogo
Outra vez… de outra vez confessar-te meu amor…
Oh! Meu coração te chama, volte logo…

Vem matar do meu peito essa tremenda dor…
Vem agora e me aquece com o fogo da tua paixão!
Vem, Elisa, é todo teu o meu perdido coração!

by Léo Frederico de Las Vegas
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PAIXÃO ESMAGADORA


Nada me fará esquecer
O meu amor, minha paixão!
Sim, eu não esqueço você
Que me deixou na solidão…

Eu sempre hei de lembrar
Os dias ensolarados
As noites de argênteo luar
Quando eu, teu trágico namorado
Costumava a tua boca adocicada beijar!

Agora sozinho estou sofrendo
Muita dor e humilhação…
Ah, por você estou morrendo
Mas que injusto! Morro em vão!

Grito o teu nome… Você não está!
Por favor, responda-me, querida!
Já não sei onde possa te encontrar,

Pois você se foi, saiu da minha vida...
E o meu coração dilacerado
Perdidamente apaixonado
Ficou a chorar.

by Léo Frederico de Las Vegas
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NADA QUERO



Não quero nada que me faça lembrar
Aquele amor que só me fez sofrer.
Não quero mais pra este álbum olhar
Pois nele todo só vejo você!
Nestas fotos você estão tão sorridente
Olhando serenamente para mim
Parece dizer-me: “Serei tua sempre;
Por ti o meu amor jamais terá fim!”

Não quero mais este par de luvas
Que contactaram com as tuas mãos…
Não obstante até em sonhos você me usa,
Mas quando acordo tudo é desilusão.
Não quero mais este cartão-postal –
O mais belo da minha pátria querida –
Pois ele retrata aquele manguezal
Onde me juraste amor por toda a vida!

Ó meu amor, para te esquecer
Esqueço álbum, ignoro luvas
E a paisagem do cartão-postal
Com uma lágrima a deixo turva.
Mas não consigo, ó minha Amada,
E toda a minha tentativa tem sido em vão
Para esquecer-te era preciso, ó fada,
Que me arrancassem do peito o coração.

Não quero mais esta vida.
Eu tenho, meu amor, que te esquecer!
Dá-me um alívio, ó minha querida,
Deixa-me em doce paz viver… e morrer…
Por que tens-me preso o coração?
Por que hei de eu te amar?
Saiba! É meu desejo acabar de vez com essa aflição
Quero que nada em mim te faça recordar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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LIBERTAÇÃO DA ALMA

A Rubem Braga
Quando a alma vibra, atormentada,
Sob os grilhões do tempo e do espaço
No invólucro carnal acorrentada
À solidão do homem passo a passo;

Quando no eterno debater-se nada
Encontra que a liberte do baraço;
Quando no rosto enfermo da alvorada
Vê-se todo o vazio de um dia lasso;

Então a Poesia - Essa deusa humanizada -
Em socorro vem da alma! E esse abraço,
Esse encontro inusitado gera um milagre! Mas

A alma solitária assaz emocionada
Frui da música universal todo o compasso
E se desmancha inteiramente em lágrimas!

by Léo Frederico de Las Vegas
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A EXPRESSÃO DA ALMA


Às vezes quando tudo está em calma
Eu penso na poesia que é a expressão
Mais pura dos sentimentos que estão
Ocultos no mais profundo de nossa alma!

Nesse êxtase eis que me vêm os versos
Lançar luz na minha melancolia…
Dá a tristeza seu lugar a alegria
E é mais risonho e feliz meu universo!

Oh, quão ditoso é o milagre da poesia
Impregnada nessas lindas flores
E também na brisa que me beija fria

Deixando no ar fragrâncias de amores…
Amores que durante noites e dias
Transbordam pela vida seus frescores!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DELÍRIOS MEUS



Quantas flores há nestes jardins, meu Deus!
Quantos, quantos suavizantes perfumes
Enlevam-me aos mais esplêndidos cumes
Dos meus queridos versos, delírios meus!

Oh! Que suave melodia é essa que ouço!
Será alguém pronunciando o meu nome?…
Vejam! É uma lírica sereia, ela beijou-me
Agora mesmo nos meus lábios, no pescoço…

Eia! As liriais belezas dos jardins
Com seus cravos, suas rosas e jasmins
Rejuvenescem o meu ser vislumbrado!

E entoando uma melódica canção
Com as notas musicais do meu violão
Sinto saudades, saudades do meu passado!

by Léo Frederico de Las Vegas
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FORA DE HORA



Por que me assaltas
A essa hora do dia
Quando o sofrer infeliz
Só me traz melancolia?
Por que bater à minha porta
Se não tenho mais alegria
Para receber-te em meu colo
Meiga menina, doce Poesia?!


by Léo Frederico de Las Vegas
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TUA LEMBRANÇA SE FARÁ SAUDADE



Melgaço, hoje,
Amanheceu mais
Risonho. Coisa
Igual não
Acontecia há algum tempo.

De repente ressurge a
Esperança...

Longe te sei, linda morena, é bem verdade! Mas
Onde estás? Em que estrela? Em que galáxia? Em
Um lugar somente teu, aonde chega
Resoluto, meu pensamento
Dourado de
Estar ao teu lado, curtindo a
Saudade

Dos momentos perdidos pelo tempo
Antes que a distância se fizesse espessa?!...

Só hoje pude deixar os sonhos me povoarem
Inalando o teu perfume em minha sala.
Lembranças vãs de algo que nunca
Vivemos (mas como o teríamos vivido?!)
Acompanharão minh'alma triste de poeta!

Saudade, palavra triste, mas verdadeira...
A expressão exata de um inexato sentimento
Nesse jeito amargo de possuir-te,
Tendo-te minha, sem nunca tê-la estreitado em meus braços...
Onde quer que estejas sei que tua lembrança
Se fará saudade!

by Léo Frederico de Las Vegas
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TUDO O QUE MAIS QUERO DA VIDA


Quero a quietude de uma tarde mansa;
Quero o sorriso de uma criança;
Quero a inocência de um puro ser que jamais conheceu o pecado…
Quero a paz, doce paz que habita o Descanso Eterno!

Não! Não quero a trivialidade da vida.
Me dói ardentemente um viver sem emoções!
Prefiro a folha morta ao chão
A vê-la desprender-se do galho estúpido…
Não quero ser o algoz do meu coração esfacelado,
Não quero chorar;
Lágrimas custam lágrimas
E o sofrer é muito dolorido!

Mas quero, oh! como eu quero!
A beleza das rosas
Que numa contagiante e comovente efemeridade
Embriagam o ar com seu perfume
E entorpecem quem delas se aproxime!…
Quero a carícia do vento ao soprá-las,
A felicidade do beija-flor ao beijá-las,
Dos namorados o indizível prazer em contemplá-las!

Quero a pureza de um poema
Único.
Alegre.
Feliz!

by Léo Frederico de Las Vegas
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NÃO SOU EU



Não sou eu a pessoa dos seus sonhos dourados!
Não sou, bela Princesa, o seu Príncipe encantado;
Tampouco sou o seu grande amor
Ah! Quem me dera o fosse
Mas juro: Não o sou!

Se perguntares: Quem me ama?
Responder-te-ei: Quem te ama sou eu!

- Quem chora por mim?
- Quem chora por ti sou eu!

- Quem vive procurando um jeito de me fazer feliz?
- Esse alguém sou eu!

- E o amor que sonho pra mim?
- Ah, esse amor não sou eu!

Mas, quem me dera o fosse!

by Léo Frederico de Las Vegas
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VÃS TENTATIVAS



Tenho feito de tudo
Para te conquistar
Para dizer-te que tenho
O mais puro amor
Guardado em meu peito
No entanto, me falta coragem
Não consegui ainda
Devido a antigos traumas
Que não me querem deixar
Amar livremente
E por isso
Choro insatisfeito.

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE RECORDAÇÃO



Surgiste cheia e branca no céu da madrugada
Da maneira que um dia Vinícius descreveu
E, que coincidência! Também a minha amada
Que ao meu lado estava entregou-se e estremeceu.

Num doce momento de ternura as tive. Eu
Vi o amor surgir nas brumas da alvorada…
Então fomos felizes nesse himeneu
De luz e poesia, de paz serenizada!

Artista algum pintou quadro assim tão belo:
Eu, a minha Amada e a impassível lua
Vivendo um amor (im) possível e singelo!

Ah! Que vontade eu tenho de sair à rua
E proclamar teu nome numa ânsia louca
Sorvendo-te a alma feminina em minha boca!

by Léo Frederico de Las Vegas
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HÁ POUCO MAIS DE UM MÊS!...


Há pouco mais de um mês, e ele estava entre nós
Esparzindo poesia em nossa alma triste...
Há pouco mais de um mês, e ele não mais existe...
Apenas sua ausência ruborizando os arrebóis!

Há pouco mais de um mês, e ele, todo alegria,
Exaltava, com veemência, o gênio de Drummond...
Há pouco mais de um mês, e eu ouvia-lhe o som
Da voz a declamar solenemente a Poesia!...

Há pouco mais de um mês, há pouco mais de um mês...
E sorridente me dizias: "Há menos fotos antigas
Nas paredes das casas, e menos gente nas salas…”

Ah, Docival, amigo, quem me dera mais uma vez
Poder ouvir-te as crônicas… as poesias… as cantigas!…
Há pouco mais de um mês… e sem pudor te calas…

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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SONETO A BRUNO DE MENEZES




Para cantar o luar às vezes
Ponho o meu coração em serenata
E teço em tom maior uma sonata
Roubada ao caro Bruno de Menezes!

Em dias que a minh’alma cor-de-prata
Chora ao luar melancólico às vezes,
Vejo teu vulto, ó Bruno de Menezes,
Surgir de minha poesia intemerata!

Lembrando os versos de tua Lua Sonâmbula
A minha alma infeliz e noctâmbula
Põe-se convulsivamente a chorar…

E vou levando assim a vida aos revezes…
No peito o eco de Bruno de Menezes
Cantor excelso do amor e do luar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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NA MADRUGADA FRIA!...





O calor, voluptuoso fogo ardente do corpo teu
Rasga minha pele, queima minha alma e meu...
Goza... goza... goza... usufrui e exaure do espírito à matéria,
A matéria, parte de mim que, sem ti, torna-se etérea...

Sente... sente a volúpia que te envolve os sentidos,
Minando-te as pulsações e te esgotando os gemidos,
Os teus gemidos, miados desentranhados de tua alma felínea
Enlanguescidos de desejos ante a fresca madrugada sangüínea!

Esse momento singular parece estar pluralizado:
Xereca e cassete ardentes, em chamas, vulcanizados
Tua fera e minha fera sempre em acasalamento estarão.

Amalgamados um no outro, sintonizamos num só espasmo
Somos síntese do gozo pleno: êxtase & orgasmo
Eros e Tanatos, saciados, habitando um só coração!

by Samuel Marques / Adilton Marques
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


Visitas de Calíope e Érato

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