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MENSAGEM A FRANCE EUNICE

 
Se tudo isto que eu estou vivendo
É um sonho lindo, mas impossível,
Prefiro continuar sonhando
A encarar a fria realidade!

Adilton Marques
Foste a primeira mulher na/da minha vida,
Rainha do meu Castelo de Sonhos Dourados;
Amei você intensamente, ó minha querida,
Nunca escondi que fui o teu apaixonado;
Com imenso pesar faz a saudade bandida
Eu relembrar o nosso sublime passado

Em que eu te amei com muita emoção!

Um dia mirei teus olhos cheios de meiguice…
Não pude me conter! Te entreguei meu coração
Inconseqüentemente. Ah! Eu também te disse
Com voz tão trêmula: “Você é a minha paixão;
Eu te amo muito, ó minha meiga France Eunice!”

Você, linda mulher, sem me explicar, riu-se
Ao me ouvir e então repentinamente fingiu-se
Zangada! Mas depois a mim num beijo uniu-se!

Teus beijos cálidos, teus frementes abraços
Enlaçaram-me… e extático, deslumbrado, radiante,
Não conseguia te esquecer e nos teus braços
Ó minha paixão, queria estar a todo instante...
Rindo sempre e alegremente preso nos laços
Invisíveis do Eterno Amor, ó minha amante,
Onde só beijos ardentes preenchessem os espaços!

Léo Frederico de Las Vegas
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DOCE MAGIA


O que virá nesta tarde tão triste
Em que me encontro num grande dilema
Alegrar este meu frágil poema
Já que o quimérico amor não existe?

O que afinal há de dar-me alegria
Neste momento em que o sol já é posto
Quando o tédio e também o desgosto
Enchem minh’alma de melancolia?

Somente o milagre da tua lembrança
Alegra o meu coração de criança
Que mesmo a sofrer tão feliz sorri!

Chegando enfim, a noite sombria,
O imenso poder da doce magia
Me traz a lembrança, meu amor, de ti!

by Léo Frederico de Las Vegas
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DIETA SEM AMOR



A dieta?... A dieta continua
Pois para admirar a lua
- Saúde em primeiro lugar!
Muito embora amputado
Preciso seguir o meu fado:
A vida e suas nuances celebrar.

Mas a alma, que tristeza!
A alma permanece obesa
Sem você aqui comigo.
Corro o risco de enfartar
Já não consigo mais amar
Meu amor corre perigo!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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CICATRIZES DE UM ETERNO AMOR


O meu grande amor passou por minha vida,
Mas seus sinais eu não soube discernir
E o renunciei... E ele levou de vencida,
Os mil motivos que eu tinha pra sorrir.

Não enxergava, antes... Mas, hoje, a trama urdida
Para nos separar, vejo, e nos ferir...
E o meu amor fez outra escolha, irrefletida,
Que eu tenho de aceitar, não posso intervir!

Só posso esperar... E essa dor que não passa
Me espedaça por dentro e me acabrunha a alma
Tirando-me a calma e me roubando a paz...

Quem me dera ter visto algo mais que fumaça
Do amor, mas nada vi e é preciso ter calma...
Para reconhecê-lo é tarde demais?!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO DOS ARPEJOS LASCIVOS


Quando carinhosamente te enroscas em meu corpo
Abraça-me a inausente manhã de outubro
Num êxtase orgástico que me envolve todo
Poetizando a tumescência de teus seios rubros!

Quando, perdida, te entregas aos meus galanteios,
Às juras de amor que te faço, indeléveis!
Polplasma-te em meu ser com total devaneio
Que dir-se-ia sermos um só, esculpidos em neve…

Sob minhas carícias teus arpejos lascivos
Me fazem teu escravo, teu humilde cativo
Rociada papoula, sonho que acaricia…

Caminho em teus declives e me sinto no céu…
Bebo em teus pequenos lábios o mais doce mel
Que existe em teu favo, ó Marta Garcia!

Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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CDPLAYER

Paráfrase de Cecília Meireles

Há muito tempo o cantor está morto.
Mas, presa, num cd de áudio, sua voz
Traz-nos à lembrança seu extinto corpo
E atesta sua vívida presença entre nós.

“Como é bom poder ouvi-lo ainda
Depois de ter passado tanto tempo.
Como é bom mesmo depois de a festa finda
- Pensam alguns - usufruir o seu talento!”

Outros, entretanto, pensam diverso:
“Por que depois de tanto tempo fazê-lo ainda cantar?
Por que sofrer a dor contida em seu verso

E num mar de nostalgias mergulhar?!”
Alheio a tudo jaz nas canções um universo
E o cd fantasma, absorto, continua a girar.

by Léo Frederico de Las Vegas
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DOIS CAMINHOS



Entre a cruz e o punhal
Entre a serpente e a estrela
Entre Maria e Stella,
Entre quaresma e carnaval

Entre a praia e o canal
Entre a gata e a cadela
Entre a paixão e a falta dela
Entre o Bem e o Mal

Sem atropelos sigo forte
Entre a Vida e a Morte
Vou vivendo sem acúmulo

E um dia sem mais nem menos
Ir-me-ei calmo, sereno
Descansar ao pé de um túmulo

by Léo Frederico de Las Vegas
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TRISTE NOSTALGIA



Olho nos teus olhos
E vejo o fim
Do nosso grande amor
Beijos e abraços
Cedem enfim
A uma grande, imensa dor.

Me conta o que foi que aconteceu?
Por que será que o nosso amor morreu?

Inda te amo
Pode acreditar
Sempre vou te amar!

E no teu coração
Vejo enfim
Que nada mais restou
Dos beijos e abraços
Sim, é o fim...
E do nosso eterno e grande amor!

Me conta o que foi que aconteceu?
Por que será que o nosso amor morreu?

Inda te amo
Pode acreditar
Sempre vou te amar!

Pela vida vou chorar
Esse amor que deixei murchar
Quem sabe um dia, ó Poesia,
Ainda voltas e feliz hei de ser!

Oh! Me conta o que foi que aconteceu?
Por que será que o nosso amor morreu?

Qual foi o ladrão que vindo de mansinho
Te roubou o coração me deixando sozinho?

Inda te amo, (Inda te amo!)
Pode acreditar
Sempre te hei de amar!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE RECORDAÇÃO AMOROSA




Lembrando os desvãos de minha infância perdida
Em um recanto delicado da memória
Recordei-me de nosso amor, prima querida.
Sim, da nossa singularíssima história.

O primeiro beijo de amor, (essa ilusória
Sensação de bem-estar de bem com a vida…)
Os primeiros afagos calientes e a glória
De te deixar, a cada beijo, umedecida!

O tempo se foi. Mas hoje ao abrir a gaveta
Das minhas recordações ponderei: “Pois bem,
Não teríamos sido acaso, Romeu & Julieta?!”

Ah, se nos reencontrássemos, meiga Marcilene,
Que loucura de amor! Pois sei como ninguém
Que eu sugaria a tua Fonte de Hipocrene!!!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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SONETO DE TERNURA E AMOR



Considerando que a vida escoa, passa,
Lembrar-te-ei sempre e sempre com ternura,
Ainda que o conhecer-te não ultrapassa
Um teu retrato solene em moldura...

Diante de vicissitude ou desgraça
Impávida serás, bela criatura,
A vida tu hás de defender sem jaça
Durante cada instante com bravura!

Ah! Se a pólio foi bater em tua porta
Sorrateira e cruel, oh, não te importa,
Inala a vida e sorria pra esperança.

Levanta e mostra ao mundo o teu vigor
Vencedora és, jóia rara de valor,
Amante da vida, doce criança!

by Jaime Adilton Marques de Araújo
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TOMARA-QUE-CAIA




Tomara-que-caia essa diáfana blusa
E apareçam, provocantes, os teus seios nus...
E que me petrifiques, suave Medusa,
Com o brilho castanho de teus olhos azuis!

Tomara-que-caia e que surjas desnuda
Límpida e refrescante qual filete de água
A matar-me a sede! Visão que transmuta
A paz pra minh'alma extirpando-lhe a mágoa.

Tomara-que-caia, mas só em minha presença.
Que só eu quero ver-te, Mulher, por essência,
E no oásis de teu corpo me deliciar!

Tomara-que-caia e que venhas serena
Lançar teus pudores em meus braços, morena,
Pra que eu possa fazer-te Mulher e te amar!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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A PAIXÃO DE UM BEIJA-FLOR

 
O Poeta
Beija-flor, o que fazes na minha janela?
Porventura me trazes lembranças daquela
Meiga morena que eu outrora amei?
Ou será a lembrança saudosa
Da fascinante mulher que foi minha esposa?
Fala-me, beija-flor, pois eu não sei!

Sei que murmuras um segredo… de amor?
Para essa bonita e singela flor
Que vês aí dentro desse vaso amarelo!
Mas, por que não contar para mim
O verdadeiro motivo de estares aqui?
Abre-te comigo, meu pássaro belo!
O Beija-Flor
Sou um pássaro triste, não vês?!
Mas por favor não me venha você
Com perguntas mil querer me apoquentar.
Ah! Se eu pudesse nesse momento…
Não! É melhor conter esse lamento…
É triste demais para eu falar!
O Poeta
Quê? Então não queres ser o porta-voz
De alguma notícia triste e atroz
Que possa me fazer sofrer?
Ah! Beija-flor, eu já paguei meus pecados
E tenho certeza que esse recado
Que me trazes não vai me abater!
O Beija-Flor
Não é recado algum amigo poeta!
Mas lamento, pois uma aguçada seta
Traspassa de dor meu coração sofrido.
Esta flor, ó como eu a amo de coração
Mas ela nem liga para a minha paixão
E por isso é que eu fico abatido!
O Poeta
Mas por que não me falaste antes
Que essa linda flor era tua amante
E que com seus encantos de traz aqui?
Então a outro eu não a teria prometido…
No entanto, é fato de todos conhecido
O casamento dessa flor com um jasmim…

Ah! Beija-flor, lamento tua sorte!
Mas pra essa paixão não seja tua morte
Sugiro-te, amigo, uma ótima solução:
Ama um ser de tua própria espécie;
Mas atenta bem, não te esquece:
Deves amá-lo de todo o teu coração…

by Léo Frederico de Las Vegas
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CANÇÃO À NOITE MELGACENSE









Despojado de todo vão ritualismo
Elevo a Deus as minhas mãos em prece.
Nesse momento de mágico simbolismo
O céu é um palco iluminado!… Anoitece!

E as estrelas sorridentes parece
Infundirem um tal sentimentalismo
Em minh’alma que onírica adormece
E o mais são coisas do surrealismo!

Não existe espetáculo no mundo
Que desperte sentimento mais profundo
Que uma noite de verão na minha terra!

E para completar tanta beleza nua
Surge do nada, no horizonte, a lua…
Já vai alta a madrugada além da serra!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SOU EU QUEM TE AMA

 
A você, que é toda a minha vida…

Sou eu que em todo o tempo proclamo
O teu nome num murmúrio de amor
Um amor que resplandece com fulgor
Em meu peito como um sorriso ufano!

Um desejo meu imensamente insano
Quer dos teus doces lábios o calor
Uma paixão me inflama com ardor
E extático balbucio: “Eu te amo”

Minha paixão por você é muito forte
Tempestade alguma nem mesmo a morte
Este castelo dourado fará ruir…

A você dedico este poema em chamas!
Meu coração diz: “Sou eu quem te ama!”
A minha vida, ó sereia, pertence a ti!

by Léo Frederico de Las Vegas
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MANHÃ DE PRIMAVERA

 

Numa florida manhã de primavera
Eu encontrei você, meu grande amor;
E meu coração de alegre saltitou
Pois há tempos eu estava à tua espera!

E, como se tudo fosse uma quimera
Você o meu doce carinho conquistou;
Ah! Foi você quem na minha vida entrou
Na florida manhã de primavera!

Desde aquele inesquecível momento
Eu me enlacei no eterno amor
Que brotava como um sentimento

Lindo dentro do meu interior
E que seguindo somente um pensamento
Essa paixão de pronto exteriorizou!

by Léo Frederico de Las Vegas
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BALADA DO AMOR PRIMEIRO


Quando eu te vi a vez primeira
O meu coração palpitou de alegria
E uma ardente chama verdadeira
De amor em minha vida nascia.
Naquela hora a minh’alma altaneira
Pela primeira vez te via
E as cordas do meu coração
Vibraram intensamente de emoção!

Quando olhei você, minha sereia,
A minha alma por dentro morria;
Pois assim como prende uma teia
O meu coração por amor você prendia;
Mas nesta solidão minh’alma anseia
Que voltem a primavera e os dias
Nos quais as cordas do meu coração
Vibravam intensamente de emoção!

Meu amor, eu te amei à primeira vista!
Quando você me olhava eu te queria.
Tentei fazer o jogo da conquista
Pra ter certeza de que você me amaria!
Agora em confessar-te sou realista
Que quando você ante mim aparecia
As cordas do meu coração
Vibravam intensamente de emoção!

OFERTA

Lembro-me daquela doce sinfonia
Quando me beijando você percebia
Que as cordas do meu coração
Vibravam intensamente de emoção!

by Léo Frederico de Las Vegas
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LAMAÇAL É TAMBÉM POESIA!...


Aquele
Que nas horas mais esquecidas da noite
Consegue saudar o luar
Com um soneto de amor
É um brioso artista, uma rara pepita…
Entretanto,
Só poderá considerar-se poeta
No dia em que conseguir
Transformar o lamaçal da rua
Em matéria de pura poesia!

by Léo Frederico de Las Vegas
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SONETO DE UM INFINITO AMOR



Quisera de Dirceu o encanto por Marília,
Uma gota sussurrante da fonte de Vinícius,
A musicalidade dos versos de Cecília
Para compor um poema e mil suplícios

Que trouxesse à tona todos os meus vícios
Que é amar-te assim entre mar e ilha,
E navegar-te, alma a dentro, e na quilha
De teu corpo enfim, gozar, o que os auspícios

Diziam estar escrito nas estrelas reluzentes:
Um amor que resistiu a loucos acidentes
Tão antigo quanto o primeiro amor das eras!

Sim, quisera viver contigo o poema mais bonito
Que percorresse as plagas mais distantes do infinito
Que fizesse nossas vidas serem eternas primaveras!

by Pedro Paulo Barreto de Lima
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


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