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BRASIL! PRÁTRIA SUBLIME!



Brasil! Pátria sublime, idolatrada!
És o meu encanto, o meu querido lar!
No suave ritmo da minha poesia amada
Tuas lutas e vitórias quero contar.

Jaime Adilton


Bradou Dom Pedro I: “Soldados! Independência ou Morte!”
Retumbou, assim, no Ipiranga, o grito da Liberdade…
As tropas brasileiras com mão guerreira e braço forte
Seriamente lutando conquistaram ao Brasil dignidade!
Isso aconteceu no dia 7 de setembro do ano de 1822…
Lembramos com muito amor esta longínqua data, pois,

Para nós, bravos brasileiros, o Sol da Liberdade raiou
Ávido e refulgente no brasílio céu naquele momento…
Tua fama, ó sol bendito, no novo mundo se espalhou;
Respeitosamente os povos comemoraram o nascimento
Insigne de uma nação idolatrada, amada e gentil
A qual por seus filhos queridos foi chamada: Brasil!

Sim, teu resplendor, pátria minha, traduz lutas, vitórias!
Unidos os teus heróis te coroaram de honras e glórias…
Bem sei que és a mais garrida terra onde canta o sabiá,
Lindas são as tuas palmeiras; és o meu venturoso lar!
Independência ou Morte! Eis o brado que liberdade exprime!
Mas, não és de todo independente, pois ainda hoje alguém te oprime…
Entretanto, se lutares com valor vencerás e serás Brasil, Pátria Sublime!
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Apresentação

Cantinho da Saudade é o espaço virtual de compartilhamento de meus rabiscos de poesia produzidos desde 1994 até a atualidade, através dos quais canto a vida em suas múltiplas nuances! Os poemas que aqui vão são elaborados de acordo com as mais variadas regras e temáticas da arte poética clássica, moderna e contemporânea, consoante as múltiplas vozes de meus heterônimos!


Prefácio

Cantinho da Saudade é o meu blog
Onde quase sempre venho postar
Arrebóis, luas ternas, brisas do mar
E uma velha ternura de buldogue!

Mergulhe à vontade, mas não se afogue
Nas águas cristalinas desse mar...
Mas se razão faltar-lhe pra chorar,
É favor vir outro dia bem mais grogue,

Pois aqui encontrará um coração
Dilacerado sob o plenilúnio
De lembranças perenes de emoção

E saberá que da vida o infortúnio
É buscar, em vão, na velha madrugada,
O sorriso da Eterna Namorada!


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